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Wednesday, November 28, 2012

JAC J2

JAC J2Este sim é o grand finale do ciclo inicial de novidades da JAC para o Brasil. Depois de estrear entre nós em duas das mais movimentadas categorias com a linha J3, os chineses procuraram seduzir a classe média com a minivan J6 e o sedã J5, e agora formam a base da gama com o J2. Com as obras da fábrica baiana a todo vapor, as próximas medidas da marca terão como base o desempenho que obtiver esta primeira linha de veículos. Então, será que o subcompacto chinês vai conseguir escrever uma história de sucesso por aqui?

Vendido na China desde 2010, este carro precisou passar por algumas mudanças para chegar a nós. Mas além das já conhecidas adaptações para o solo e combustível brasileiros, os chineses quiseram que o J2 não virasse mais um carro popular, e sim algo mais próximo ao conceito europeu de subcompacto. Ou seja, em vez de vendê-lo com o mínimo de equipamentos para custar menos, eles deixaram o preço em segundo plano para focar na jovialidade. Ele não pretende se dedicar às famílias menos abastadas, mas sim aos grupos de amigos. Ser o segundo ou terceiro carro de uma casa de classe média-alta, ou o primeiro veículo de um universitário, além de outros casos similares. Essa proposta se faz com um desenho lúdico, cheio de ideias criativas e proporções um tanto exóticas que, por exemplo, fazem a fama do Fiat Uno até hoje. Porém, o formato do J2 é muito mais parecido ao do Peugeot 107 e ao do conterrâneo Chery Face: está lá o mesmo conceito de cabine recuada com capô curto e alto, mas chamando atenção pela traseira muito curta, com a cabine terminando quase junto com o próprio carro. Falando no modelo da Chery, é de se esperar uma acirrada disputa do modelo da JAC com o trio da rival, formado por QQ, S-18 e Face.

JAC J2Após esta apresentação inicial, já é possível imaginar que as medidas do hatch também têm prioridades diferentes das de, por exemplo, um Ford Ka ou um VW Gol: duas formas de arriscar a integridade do grupo de amigos mencionado seriam a tentativa de acomodar um quinto passageiro ou a promessa de levar muita bagagem – a imagem que mostra a tampa traseira aberta revela tanto seu tamanho diminuto como os apenas quatro encostos de cabeça. Contudo, quem aceitar tais condições viajará com conforto e segurança garantidos por um farto pacote de itens de série, que traz airbag duplo, alarme, ar-condicionado, direção elétrica, freios com ABS e EBD, sistema de som multimídia, trio elétrico e até sensores de estacionamento traseiros (somados à sua traseira tão curta, errar na baliza com este carro deve ser impossível), tudo por R$ 30.990. As alterações que este carro recebeu para o Brasil incluem um parachoque dianteiro de desenho mais esportivo, apesar de ajudarem o carro a parecer um Picanto de geração anterior. Difícil é gostar das enormes lanternas, cujo desenho faz pensar que cada uma são duas peças diferentes que foram soldadas em uma só. Resta saber se o adesivo preto atrás das janelas traseiras será opcional ou obrigatório; se o J2 quer buscar referências em estilo, digamos que não é bom emprestar soluções como a que se vê no Chevrolet Agile.

Por outro lado, o conjunto de adaptações ao mercado brasileiro fica muito interessante quando se abre o capô: como o modelo chinês usa um 1.0, a JAC não poderia querer evitar que o J2 seja visto como um popular ao oferecer o que se tornou o maior símbolo desta categoria (a categoria dos populares literalmente se formou ao redor do motor 1.0, com o Fiat Uno Mille de 1990). Como a troca de motor era necessária, optaram pelo mesmo 1.4 16v que equipa o irmão maior: é esperável que a manutenção desta parte seja a mesma do J3, mas os 108 cv de potência e o torque de 14,1 kgfm se tornam empolgantes ao levar o baixo peso do J2 (915 kg): a marca anuncia aceleração de 0 a 100 em 9s8 e velocidade máxima de 187 km/h, mas é uma pena que ele ainda se restrinja à gasolina. Conta-se que ele também teve melhorias na vedação dos vidros e no isolamento acústico da cabine, mas a personalização também vale menção. O novo Uno fez tanto sucesso ao instaurar a oferta desses acessórios na categoria popular que ganha mais este seguidor: o chinês oferece vários adesivos externos para teto e capô, e rodas e capas dos retrovisores que podem vir em preto, grafite ou cromados, para os últimos. Além disso, se o Brasil não verá a personalização interior, que no modelo chinês inclui cores fortes para os bancos e o painel circular, nós também fomos poupados do nome que ele usa por lá. Ou você gostaria de dirigir um carro chamado Yueyue?

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Thursday, November 22, 2012

JAC Heyue A30

JAC Heyue A30The Japanese have already finished it, the Koreans are around halfway, and the Chinese are trying to start it. The last decades saw lots of Eastern automakers following what seems to be a “magical path”, that converts them from unknown, low-selling brands to worldwide hits. The simple concept of finding some way to stand out in the crowd, at any subject, is as easy to define as hard to accomplish: the car releases around the world are increasing so much that to the Chinese prosper in nowadays it’s almost a Herculean task.

If you haven’t lived in Japan, how old are your first memories of cars from Honda or Toyota? Those brands started to sell outside their side of the world only around the 1970s, focusing in United States and Europe to take advantage of the oil crisis: the North-Americans, specially, were forced to quit their “eight-cylinder engines and sixteen-feet length” in order to drive less-consuming cars. But the worldwide success came with the high-performance cars, starting in the 1980s. Cars like Honda NSX, Mazda RX-7, Mitsubishi Eclipse, Subaru Impreza and Toyota Supra dazzled the sports car enthusiasts with huge technology working to extract unimaginable power from small engines. The typical Eastern aggressive design also had big participation at spicing up those brands’ reputation, which until then came only from the urban efficiency of Civic, 323, Lancer, Legacy and Corolla, for example. After that, the 2000s were surprised with the Koreans, specially from Hyundai and Kia: Sonata and Soul presented a style boldness never seen at their showroom. Their technology was invested focusing at the sophistication, to gradually update the entire line using a very attractive visual identity outside and lots of technology inside, in order to make their cars step up among the public’s impression.

JAC Heyue A30In nowadays those Japanese brands already have a solid reputation of high quality and excellence in both performance and mechanical resistance, while the Koreans have already finished their first wave of new cars, and now invest at the maintenance of this excellent phase. Now the surprise comes from China, because the unbelievable market growth is stimulate the local brands to also take part of this, instead of letting the Europeans and North-Americans take their homeland’s customers. However, these automakers are still defeating the first part of the “magical path”: since they haven’t found their “thing” yet, they still have to follow what the other brands present. That’s why those cars always try to deliver high trim levels at low prices, for example. And that’s why there were so many cases of style imitation in the last years, from small “inspirations” to ridiculous copies. In nowadays, some of the Chinese cars have effectively evolved from that phase, specially regional projects such as the new VW Bora, although others insist on the wrong way. JAC now wants to participate among the most recent compact sedans, whose focus goes to much bigger internal space, cutting-edge technology and an attractive design.

This category is very successful in the emergent markets, but it will be hard to hide the fact that Heyue A30’s rear is very, very similar to Ford Fiesta’s. Design questions apart, though, there’s no denial that JAC’s new sedan is an up-to-date project. It features the most recent design trends and a size that gives it the showroom spot between Tongyue and Heyue’s sedan versions. There aren’t many official pictures of this car, but it’s already possible to see that it’ll compensate the bigger price with many equipments: the stylish interior uses two colors combined with items such as digital air-conditioner, touchscreen to the entertainment center and multifunctional steering wheel. This car will be sold with a 118-hp 1.5 which uses manual transmission with five speeds or a CVT one. Besides that, the big trunk is only one more reason to have big expectations of seeing A30 in other countries, such as Brazil and India.

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JAC J3 Sport

JAC J3 SportAo mesmo tempo que mantém os planos da fábrica em Camaçari (BA) a todo vapor, a marca chinesa fecha o ano com duas novidades em sua linha: depois da primeira apresentação oficial no último Salão do Automóvel de São Paulo ao lado do irmão menor J2, a versão esportiva do carro-chefe da JAC finalmente chega ao lançamento. As novidades que traz são mais um exemplo do esforço da marca para aumentar suas vendas no Brasil o suficiente para incomodar as marcas que lideram o mercado. E o que traz este J3 especial?

Esta resposta é um conjunto esportivo de bom gosto e sem custar demais. A empresa já começou a decifrar as manias que distinguem o mercado brasileiro dos demais, e com isso fez sua primeira investida “regional” ao criar esta versão com a mesma aposta de visual esportivo que caracteriza rivais diretos como Fiat Palio Sporting e Renault Sandero GT Line, mas com a vantagem de que ele acompanhe melhorias também no desempenho. Um primeiro olhar não percebe, mas o pulo-do-gato dos chineses foi fazer apenas uma outra seleção do que já tinham na prateleira: a dianteira volta a chamar atenção por causa da peça que une farois e entradas de ar agora pintada de preto, mas é a mesma usada pelo irmão do país de origem – chamado de Tongyue por lá, ele apresenta este visual desde 2009 também na versão Sedan. Fora isso, o hatchback ganhou adesivos alusivos e um aplique preto no parachoque traseiro para responder ao que se vê na dianteira. Também vieram novas rodas de liga leve, e o interior foi agraciado com pedaleiras esportivas, novo revestimento dos bancos com costuras vermelhas, alavanca do câmbio na cor preta e iluminação de sistema de som e quadro de instrumentos em vermelho.

JAC J3 SportEntretanto, a maior “esperteza” da marca vem no motor: como se queria oferecer desempenho realmente melhor que o das versões comuns, optou-se por dotar o J3 Sport do 1.5 16v VVT que se usa no sedã J5. A fábrica já desenvolvia a versão bicombustível deste motor há algum tempo, então nada melhor que encontrar uma forma de fazer sua estreia no modelo menor, cujos preços lhe dão volume de vendas mais importante. Tal forma é a versão que ilustra estas fotos e que teve direito até ao sistema de partida a frio, que atende por Jetflex e elimina o tanquinho adicional. Isso permite gerar a potência de 125/127 cv e o torque de 15,5/15,7 kgfm (gasolina/álcool), culminando em aceleração de 0 a 100 km/h em 9s7 e velocidade máxima de 197 km/h. Como todo carro chinês, outra vez se vê a estratégia de oferecer um pacote fechado de itens, que parte do nível encontrado no J3 urbano; as diferenças se restringem aos itens esportivos e às duas opções de cor possíveis para esta versão: o modelo pode vir somente em branco ou preto, tendo os adesivos decorativos sempre na cor contrastante. O J3 Sport chega com um acréscimo de R$ 3 mil ao preço da versão urbana, totalizando R$ 39.990 sempre com garantia de seis anos.

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Wednesday, August 15, 2012

JAC J3 2013

JAC J3Com a redução do IPI chegando ao fim, cada marca precisa fazer o que pode para manter as boas vendas. Como a JAC não se pode dar ao luxo de perder o maior argumento de vendas, a linha 2013 tenta compensar com máscara negra nos farois, novo revestimento de bancos, manopla de câmbio do J5 e outros detalhes menores. Tudo isso apenas se soma ao generoso pacote de série de antes, mas não parece suficiente para compensar o aumento de R$ 2 mil para hatch (agora em R$ 36.990) e sedã (R$ 38.990).

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Wednesday, July 4, 2012

Minivans médias e multivans

Este segmento veio ao Brasil quase duas décadas depois do surgimento mundial, mas se engana quem pensa que veio com timidez: a confiança dos fabricantes foi tanta que as pioneiras Scénic, Xsara Picasso e Zafira vieram à mesma época (2001) e todas com produção nacional. Os problemas vieram quando o passar dos anos levou o ar futurista do lançamento, o que iniciou a divergência de destinos. Algumas se renovaram mais cedo, outras mais tarde e outras só saíram de cena, mas o fato é que este segmento ainda consegue cativar toda uma legião de famílias.


Chevrolet SpinChevrolet Spin: Nada melhor do que começar com a novata daqui. Este projeto foi feito no Brasil e já segue as tendências da nova GMB, o que explica a redução de custos e a linguagem de estilo. A Spin não é de ganhar prêmios de design porque seu estilo volumoso foca no espaço. Ela ganha pontos por oferecer cinco ou sete bancos com fácil operação e um pacote de itens atraente desde a versão básica. Sob o capô temos o 1.8 de sempre, mas refeito para maior economia e que pode trazer o câmbio automático vindo do Cruze.
 

Chevrolet ZafiraChevrolet Zafira: Suas origens da Opel alemã se revelam nas linhas retas, que nunca surpreenderam mas também parecem que nunca vão envelhecer. Os detratores da Spin podem alegar que a Zafira ainda vence na qualidade geral, decorrente dos tempos em que era carro de luxo. Porém, por mais que sua fartura de itens compense o preço ainda alto, a série Collection já explicita seu fim de produção. Ou seja, é a hora de caçar altos descontos para o modelo comum, ou pagar mais para levar uma das 500 unidades da edição derradeira.
 

Citroën C4 PicassoCitroën C4 Picasso: Ela é a sucessora da Xsara Picasso. Mas aqui elas tiveram preços tão diferentes que puderam conviver sem problemas. Aliás, aqui só está a versão de cinco lugares porque a de sete (Grand) ficou ainda mais acima. Seu jeitão francês aparece no desenho, com um toque esportivo que até hoje chama atenção, mas também na espaçosa cabine: o pacote de itens é completo, mas ganha destaque pela tecnologia embarcada e pelo luxo. O motor também é ótimo, mas vir da França lhe faz tropeçar no preço.
 

Fiat Doblò Adventure LockerFiat Doblò: Se nossas multivans se reduziram a apenas o Doblò, é por culpa dele mesmo: a versão Adventure elevou tanto as vendas que ele absorveu o mercado dos rivais da época, e passou a difundir sozinho a categoria no país. Seu primeiro face-lift mudou apenas o que ele precisava: deixou seu desenho externo muito melhor, mas desde o início suas especialidades são outras: sua cabine é enorme, e leva até sete pessoas com espaço e conforto de sobra. Os motores são ótimos, em especial o 1.8 16v, e os preços são justos.
 

JAC J6: Não se pode negar que sua marca foi ousada em oferecê-la com tão pouco tempo no país. Seu desenho não arranca suspiros, mas também não comete erros. O interior segue a tradição da marca, e vem com um pacote de itens fechado e completo. Seu 2.0 16v que lhe dá desempenho e consumo honestos. E o preço é competitivo, tanto com cinco ou sete lugares – a série Movie agrega DVD player com duas telas de LCD. Mas a origem chinesa e suas desconfianças ainda assustam, em especial nesta faixa de preço.
 

Nissan Grand LivinaNissan Grand Livina: Esta é a versão de sete pessoas, mas sua semelhança com a de cinco se aproxima do conceito usado por J6 e Spin. E, assim como as duas, ela aposta na fartura de itens e motor competente (aqui é um 1.8 16v) a preço baixo. Mas seu estilo é mais elegante que o da GM e a reputação dos japoneses é inversa à dos chineses. Isso ajuda a entender por que é um mistério que ela nunca tenha vendido bem por aqui. Pode ser apenas falta de divulgação, porque se trata de um ótimo projeto e que já até virou flex.
 

MalagrinePeugeot Partner: Há pouco tempo o grupo PSA voltou a brigar com o Doblò no Brasil. Trata-se do irmão de projeto do mesmo Citroën Berlingo que tentou a sorte ao redor do ano 2000, mas agora com um face-lift que lhe deixou mais moderno. Ele é simples mas vem bem-equipado, e no início esses franceses eram os mais indicados a quem queria uma multivan que não chame atenção demais – suas vendas sempre foram boas na Argentina, por exemplo. Temos e versão Escapade para os fãs do visual off-road e motor 1.6 16v flex.
 

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Monday, June 25, 2012

JAC J6 Movie

JAC J6 1Minivans são as mais dedicadas às famílias entre todos os carros. É o que motiva as diversas versões dedicadas aos ocupantes dos bancos traseiros. A J6 aderiu a essa ideia com a série Movie. Além dos itens de série de sempre, ela adiciona reprodutor de DVD com duas telas de LCD como se vê na foto que segue, uma atrás de cada encosto de cabeça dianteiro, e dois pares de fones de ouvido sem fio. Além disso, temos bancos de couro, frisos laterais e vidros peliculados. Ela vem com cinco lugares por R$ 53.800 e com sete por R$ 55.800.

JAC J6 2

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Wednesday, May 23, 2012

Redução do IPI

Quem não gosta de pagar menos pelo mesmo carro? A nova medida do Governo anula a alíquota para os nacionais até 1.0, enquanto os importados nesta condição também perdem 7%, mas passam a 30%. Já a redução de 5,5% vai para os que usam 1.1 até 2.0, nacionais passando a 6,5% e importados a 35,5%. Os comerciais perdem 3%, nacionais ficando em 1% e importados em 31%. Segue uma lista simplificada das reduções, mas para ver a completa basta clicar nos nomes das marcas para acessar as fontes.


2011 Chevrolet Malibu LTZChevrolet: Celta parte de R$ 24.049, Classic de R$ 25.469, Prisma de R$ 29.342, Corsa de R$ 29.418, Montana de R$ 30.608, Agile de R$ 34.500, Corsa Sedan de R$ 36.038, Cobalt de R$ 37.834, Meriva de R$ 40.310, Zafira de R$ 55.123, Cruze Sport6 de R$ 60.216, Cruze de R$ 62.558, S10 cabine simples de R$ 57.011 e cabine dupla de R$ 64.256, Captiva de R$ 89.900 e Malibu de R$ 99.990. Já Omega e Camaro subiram de preço, passando a R$ 161.000 e R$ 201.000.


Citroën C5Citroën: Considerando os preços básicos, as versões do C3 agora vão de R$ 34.990 a R$ 44.990; C3 Picasso de R$ 45.680 a R$ 57.990, Aircross de R$ 49.130 a R$ 62.040, C4 de R$ 50.890 a R$ 62.320 e C4 Pallas de 56.990 a R$ 62.900. C4 Picasso parte de R$ 79.170, Grand C4 Picasso de R$ 91.820, C5 de R$ 99.160, C5 Tourer 107.890, Xsara Picasso de R$ 45.990 e Jumper furgão de R$ 86.100 e Minibus de R$ 93.550 – o DS3 já incluiu a redução ao pedir R$ 79.990.


Fiat Bravo T-JetFiat: Mille parte de R$ 21.360, Palio Fire Economy de R$ 23.290, Uno de R$ 24.110, Palio de R$ 28.440, Siena de R$ 27.650, Grand Siena de R$ 36.000, Palio Weekend de R$ 39.700, Palio Adventure de R$ 50.750, Idea de R$ 42.370, Punto de R$ 36.970, Bravo de R$ 53.140, 500 de R$ 40.770, Linea de R$ 52.990, Uno furgão de R$ 25.060, Fiorino de R$ 36.890, Doblò de R$ 50.020, Doblò Cargo de R$ 40.460, Strada Fire de R$ 30.640 e Strada de R$ 32.650. Freemont não muda.


Ford New Fiesta SedanFord: Ka continua o mais barato do país, começando em R$ 21.240. E curiosamente a marca não revelou os preços novos das versões sedã de seus carros. Sendo assim, só se sabe que o Fiesta RoCam 1.0 agora parte de R$ 24.800, New Fiesta 1.6 16v de R$ 43.990 e Focus 1.6 16v de R$ 49.990, este recebendo considerável desconto de 11%. Por este mesmo preço também ficou o EcoSport mais barato, que já recebe descontos pela proximidade da nova geração.


Kia PicantoKia: Eles haviam aumentado os preços por causa da alta do dólar, mas curiosamente isso se efetivou no exato dia em que o IPI foi reduzido. O detalhe é que a redução se fez já nos preços aumentados, então fica o mistério sobre se foi apenas uma coincidência inoportuna, ou se foi todo um truque dos coreanos para perder menos. Porém, fato é que o Picanto agora parte de R$ 38.903, Soul de R$ 59.000, Cerato de R$ 52.831 e Sportage de R$ 89.537.


Honda: Um diferencial deles está em já incluir a pintura metálica/perolizada no preço final. City DX fica em R$ 49.610, LX em R$ 54.580 e EX em 61.860; o Fit DX em R$ 47.930, LX em R$ 51.540, EX em R$ 57.480 e EXL em R$ 62.660; Civic LXS em R$ 62.990, LXL em R$ 67.040 e EXS em R$ 79.080. A medida também afetou o mexicano CR-V, que fica em R$ 83.920 para a LX e R$ 102.160 para a EXL. As versões de topo sempre trazem câmbio automático.


JAC: O pioneiro da marca no Brasil é hatchback J3, que agora perde R$ 2.910 e passa a custar R$ 34.990. Já a versão sedã do carro-chefe dos chineses se chama J3 Turin, perdeu R$ 3.000 e ficou em R$ 36.990. O recém-lançado sedã premium J5 já aproveita a chance de perder R$ 3.810 e ficar em R$ 49.990. Já a minivan média J6 perde R$ 3.910 e fica em R$ 51.990, enquanto sua versão de sete lugares, chamada de J6 Diamond, perde R$ 3.510 e fica em R$ 55.990.


Mitsubishi Pajero TR4Mitsubishi: Esta linha tem a curiosidade de os modelos menores virem de fora e os utilitários terem produção nacional. Lancer 2.0 manual começa em R$ 65.690 e CVT em R$ 71.690, Sportback em R$ 139.990 e Evolution X em R$ 206.990. ASX 4x2 em R$ 79.990 e 4x4 em R$ 96.990. Outlander em R$ 99.990, Pajero TR4 4x2 em R$ 62.990 e 4x4 em R$ 73.390, Pajero s 3p em R$ 152.990 e 5p em R$ 173.990, Pajero Dakar em R$ 129.990, L200 Triton em R$ 87.490.


Nissan SentraNissan: March 1.0 começa em R$ 24.990, 1.6 em R$ 33.390 e SR em R$ 37.190, Versa S em R$ 33.490, SV em R$ 38.490 e SL em R$ 41.290, Livina MT em R$ 42.590 e AT em R$ 47.290, Livina X-Gear em R$ 51.990, Grand Livina MT em R$ 51.990 e AT em R$ 57.690, Tiida MT em R$ 46.390 e AT em R$ 55.190, Tiida Sedan em R$ 42.390, Sentra MT em R$ 48.790 e CVT em R$ 53.690, Frontier XE em R$ 87.390, SE Attack em R$ 94.990, LE em R$ 114.290 e LE Attack em R$ 123.890.


Peugeot 408Peugeot: Os modelos 207 e 408 terão a nova alíquota absorvida totalmente pela empresa até o fim do mês de maio, de forma que o hatchback agora tem preço básico de R$ 29.990, em versão XR 1.4 de duas portas. Já o 408 Allure 2.0 16v manual parte de R$ 53.500. Os demais modelos terão a redução de preço referente ao IPI menor mas também um desconto aplicado pela própria marca, de 1,5% para 307, 308, 3008, RCZ e Partner, e de 1% para Hoggar e Partner furgão.


Renault FluenceRenault: Clio parte de R$ 23.760, Logan de R$ 25.780, Logan AT de R$ 38.390, Sandero de R$ 26.280, Sandero AT de R$ 41.350, Sandero Stepway de R$ 40.270, Symbol de R$ 37.310, Grand Tour de R$ 47.860, Fluence de R$ 57.030, Fluence CVT de R$ 62.640, Duster de R$ 48.170, Duster AT de R$ 61.190, Duster 4x4 de R$ 61.470, Kangoo Express de R$ 36.790, Master de R$ 80.970 para chassi/cabine, R$ 83.830 para furgão e R$ 125.400 para Minibus.


Toyota: O Corolla perdeu 7% nos preços: XLI parte de R$ 59.950, GLI de R$ 63.210, XEI de R$ 72.500, XRS de R$ 73.900 e Altis de R$ 81.610. Já a Hilux teve redução de 4%: chassi fica em R$ 81.090, cabine simples em R$ 86.360; cabine dupla parte de R$ 96.410, e fica em R$ 108.950 para a SR e R$ 124.840 para a SRV. No entanto, é uma pena que não vieram redução para SW4, Camry, Rav4 e os modelos Lexus, cujas operações começam oficialmente em 1° de junho.


DB2010AU01217Volkswagen: Gol G4 começa em R$ 24.291, Gol G5 em R$ 27.904, Voyage em R$ 29.913, Fox em R$ 29.490, CrossFox em R$ 47.523, SpaceFox em R$ 42.159, Space Cross em R$ 54.644, Parati em R$ 39.813, Polo em R$ 44.184, Polo Sedan em R$ 46.733, Golf em R$ 49.197, Jetta em R$ 61.172, Passat em R$ 112.677, Passat Variant em R$ 118.657, Tiguan em R$ 106.421, Saveiro em R$ 32.966, Kombi em R$ 43.834 e Amarok cabine simples em R$ 77.762 e cabine dupla em R$ 87.842.


Os dados referentes a Kia e Mitsubishi foram adicionados no dia 24/05/2012.
Os dados referentes à Citroën foram adicionados no dia 25/05/2012.
No dia 06/06/2012 a Mercedes-Benz anunciou que o C180 Turbo parte agora de R$ 125.900 e o smart em versão de entrada começa em R$ 52.900.

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Tuesday, March 20, 2012

JAC J5

JAC J5Ontem a JAC comemorou o primeiro aniversário de suas operações no Brasil, ao lançar seu quarto modelo, o J5. Dessa vez a ideia é atacar entre os médios da mesma forma que faz a J6, mas é bem provável que as características dele lhe farão ter maior sucesso não neste, mas sim no segmento logo abaixo, o dos sedãs premium. O que em momento algum chega a ser demérito, porque o novo sedã representa um salto e tanto em sofisticação, quando comparado aos J3.

Seu desenho logo traz à memória a ideia de um J3 Turin “aperfeiçoado”. Afinal, estão lá os mesmos elementos, como os faróis amendoados que se esvaem num vinco em U que sustenta a maior tomada de ar do parachoque e parece fazer a grade superior levitar sobre ela. As laterais tentaram seguir o conservadorismo típico da categoria, mas é fácil perceber que a cautela da JAC em não ousar demais levou a um desenho simples demais, sem nada que chame a atenção. Somadas à traseira com o vistoso filete cromado acima do suporte da placa, fazem o modelo parecer antigo.

JAC J5A cabine de bancos de veludo e painel de iluminação azul tampouco difere muito do resto da linha, e também oferece o mesmo carnaval de itens sobre o qual a marca tanto alardeia: temos ar-condicionado digital, airbag duplo, alarme, direção hidráulica, sistema de som multimídia com seis alto-falantes, trio elétrico, freios com ABS e EBD, rodas de liga leve aro 16”, farois de neblina e sensor de estacionamento, entre outros. Tudo de série, com o único opcional sendo as rodas de 17 polegadas. Seu porta-malas leva 460 litros, mas é na parte técnica que ele traz contrastes não muito bons.

Temos suspensões dianteira e traseira independentes e motor em alumínio, mas este 1.5 VVT também funciona como ponto negativo. Por mais que a marca se orgulhe em contar os 125 cv e 15,5 kgfm de potência e torque, seu desempenho não será dos melhores. Mas o principal problema desse carro é entrar num segmento em que o status conta muito mais que aspectos racionais como potência específica. Quem compra um sedã médio quer desfrutar de motor 1.8 ou 2.0, câmbio automático, e logotipo de certo renome, como Citroën, Honda, Peugeot, Renault ou Toyota. E nada disso se encontra no sedã chinês.

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Wednesday, November 2, 2011

JAC J3 Brasil

JacSe a alta do IPI não conseguiu afastá-la do Brasil, pelo menos fez a JAC reforçar os planos de construir uma fábrica no país. Em comemoração a isso eles lançarão uma série limitada a míseras 15 unidades de J3 hatch e sedã, mantendo os preços dos modelos comuns. As mudanças são tão poucas que fazem pensar se isso não é só algo como um truque para limpar estoque: eles ganharam vidros peliculados, parte dos bancos em couro e o logotipo da série (foto). E nada mais.

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Saturday, July 23, 2011

JAC J6

J61E a JAC continua investindo forte no Brasil. Dessa vez resolveu tentar a sorte com os níveis mais altos, lançando a vistosa minivan J6 já em duas versões: a de cinco lugares sai por R$ 58.800 e a Diamond, com sete, custa mil reais a mais. Ela inicia suas vendas aqui com certa vantagem porque vai enfrentar rivais já bem defasadas, em especial as famosas Chevrolet Zafira, Citroën Xsara Picasso, Renault Scénic, e a mais jovem Nissan Grand Livina.

JAC J6Seu estilo é obra do estúdio da própria JAC, e mantém forte identidade com o J3 ao usar os faróis pequenos e distantes dos modelos menores. Pelo menos as laterais e traseira apresentam um ar moderno e agradável. Já a cabine esbanja uso de dois tons que lhe confere certo requinte, além de poder levar cinco ou sete ocupantes, dependendo da versão.

Seu motor é um 2.0 16v de 136 cv só a gasolina, que a leva de 0 a 100 km/h em 13s1, segundo a marca. E ela atrai pelo clássico atrativo dos carros chineses: o pacote de série não tem opcionais, e já inclui de série airbag duplo, ar-condicionado digital, direção hidráulica, sistema de som multimídia, freios com ABS e EBD, trio elétrico e rodas de liga leve aro 16”.

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Tuesday, March 15, 2011

JAC J3 Turin

J3 TurinMarca chinesa quando chega aqui dificilmente fica muito tempo só com um modelo em linha. Afinal, elas precisam passar a ideia de que suas operações são estáveis, e se o cliente optar por um modelo deles não estará correndo riscos como o de a empresa quebrar e fechar as operações no país de repente. E como elas ainda não podem falar em tradições, procuram atacar com uma linha extensa já de cara. Talvez por isso que a JAC já lançou por aqui a versão sedã do seu pioneiro J3.

JAC J3 TurinSeu desenho é mais agradável que o do hatch, porque a curvatura da traseira saliente lhe deu um ar mais equilibrado. A cabine é a mesma, com ares modernos e um painel de instrumentos estranho, mas seu porta-malas passa de 350 a 490 L. O motor é o mesmo 1.4 16v só a gasolina de 108 cv, que segundo a fábrica leva o Turin a 186 km/h.

E sim, o discurso de custo/benefício tipicamente chinês não poderia deixar de aparecer no pequeno sedã: ele traz ar-condicionado, airbag duplo, direção hidráulica, trio elétrico, rodas de liga leve aro 15” e sistema de som multimídia, pelos “R$ 39.900. E nada mais” que alardeia o site da marca, e com seis anos de garantia.

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Monday, March 14, 2011

JAC J3

J3E mais um modelo chinês faz seu desembarque ao Brasil. Dessa vez é uma marca que procurou investir forte no marketing, e atacando no segmento dos hatches compactos, o segundo degrau na linha das marcas. É o caso de VW Fox, Chevrolet Agile, Peugeot 207 e Fiat Palio. A JAC parece ter planos bem consistentes para o país, e já promete trazer mais modelos e em mais versões… Mas por enquanto é o hatch J3 que eles oferecem, partindo de R$ 37.900.

JAC J3Como era de se esperar, o modelo usa a clássica combinação chinesa de pacote de equipamentos superinflado com preço encolhido: o J3 traz de série trio elétrico, ar-condicionado, airbag duplo, direção hidráulica e freios com ABS e EBD. Seu motor é um 1.4 16v de 108 cv, somente a gasolina.

Pelo menos o desenho deste não herdou o péssimo gosto de outros chineses, como o desengonçado Effa M100 ou a cópia do Chevrolet Spark, Chery QQ. Afinal, a JAC resolveu instalar seu estúdio em Turim para adaptar-se aos gostos ocidentais, e até obteve um resultado vistoso, com linhas atuais e detalhes bonitos, ainda que um tanto simplórios.

O discurso é o de praxe nas marcas chinesas ao chegar por aqui, a JAC promete abrir 46 revendas de uma vez no dia 18 deste mês, e tem planos de trazer outros modelos, como o sedã J3 Turin, o sedã médio J5 e a minivan J6, além de uma possível fábrica no país. Resta saber quanto tempo estes chineses vão durar por aqui.

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