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Thursday, February 7, 2013

Chevrolet Cobalt LS 2013

Clique para ver uma imagem dianteiraDepois dos modelos de Fiat e VW, agora é um Chevrolet que se adapta à já famosa resolução do Contran. Incorporar airbag duplo e freios ABS à versão LS faz o sedã compacto passar a sair de fábrica com tais itens em todas as configurações que oferece. Outra notícia interessante é que não houve acréscimo de preço, o que lhe permite continuar somando ar-condicionado, banco traseiro bipartido, chave canivete, direção hidráulica, interior em dois tons e rodas de aço aro 15” por R$ 39.980, sempre com o motor 1.4 flex.

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Thursday, August 23, 2012

Chevrolet Cobalt 1.8

Chevrolet Cobalt 1.8Já virou praxe para a Chevrolet anunciar uma novidade para breve ao colocar unidades em testes nas vias públicas com disfarces tão pequenos que parecem servir é para chamar a atenção. Com isso, a novidade de agora já deixou de ser segredo há algum tempo. Depois de trazer o Sonic sedã e com pretensão de lançar o três-volumes do projeto Onix em breve, a bola da vez é o que se situa entre eles. A linha 2013 do Cobalt vem para sanar uma das poucas reclamações que ele motivou nestes dez meses de vendas surpreendentes.

Por mais que seus detratores não hesitem em atacar a questão do seu desenho, o Cobalt não demorou a provar que sabe agradar o público que mira. É muito fácil esquecer as linhas um tanto abrutalhadas quando se percebe o porte do carro, que o coloca em perfeita sintonia com a recente tendência de aumentar o tamanho dos sedãs compactos. Todo esse crescimento tem o único foco de privilegiar o espaço interno, que aqui permite levar cinco pessoas sem nenhum aperto. Temos um habitáculo moderno, com linhas que seguem o conceito de duplo cockpit usado por todos os carros mais novos da Chevrolet, e o Cobalt teve direito até a emprestar o quadro de instrumentos do Sonic, cujo desenho tem facilidade em arrancar elogios. O porta-malas de 563 litros abre qualquer sorriso na hora de carregar muita bagagem, e se seu preço não é uma pechincha, ele se vê facilmente compensado pela lista de equipamentos, em especial a da versão de topo, LTZ. E para coroar, ele ainda se vale de todo o renome que a Chevrolet obteve no Brasil, em grande parte vinda dos sedãs – estamos falando da marca que emplacou Chevette, Monza, Opala e Vectra.

Chevrolet Cobalt 1.8Tudo isso já está sendo traduzido em vendas expressivas, porque desde o começo do ano ele já disputa a liderança do seu segmento. O único problema deste carro realmente é o motor. Usar apenas um 1.4 já se mostrava o limite para o Agile, que é o hatchback da marca com porte similar ao Cobalt, então quando se tem um modelo mais pesado e com vocação familiar ele claramente fica subdimensionado. A linha 2013 vem justamente para atender a quem aprecia um comportamento mais vigoroso por parte do carro, porque ganhou a opção do motor 1.8 Econo.Flex. Trata-se do mais que conhecido 1.8 Família II, que depois de aceitar etanol e gasolina e virar FlexPower, dessa vez passou por novos retrabalhos, e agora teve o objetivo de melhorar consumo e emissões. Passou a gerar potência e torque de 106 cv e 16,4 kgfm com gasolina, números que sobem para 108 cv e 17,1 kgfm com etanol. Esse avanço discreto em potência se compensa pelo torque mais expressivo, porque é esta a magnitude que importa mais no trajeto urbano. Por outro lado, o conforto mostra que também foi prioridade com a opção do câmbio automático: ele vem apenas com este motor, e é a moderna caixa de seis marchas que o Cruze estreou.

Quanto aos equipamentos, uma novidade interessante é que a nova versão ganhou certos incrementos visuais. Desde a versão LT temos calotas de desenho mais jovial e um discreto spoiler sobre a tampa traseira, com o preço inicial de R$ 43.690. Já a LTZ (o novo motor terá as mesmas versões do 1.4 salvo LS) começa em R$ 46.990 e adiciona farois com máscara negra, lanternas transparentes e rodas de liga leve diamantadas. O câmbio automático eleva os preços a R$ 46.690 e R$ 49.990, na ordem, e adiciona volante revestido em couro e piloto automático como opcional para a LT e de série para a LTZ. Já o restante dos pacotes de itens é similar às versões homônimas com o motor 1.4, que continuam em linha normalmente. Segundo a Chevrolet, os preços ainda não contemplam o aumento do IPI que, pelo menos até o momento, está previsto para retornar no próximo dia 31. O Cobalt 1.8 também tem garantia de três anos, sem limite de quilometragem.

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Thursday, April 12, 2012

Sedãs compactos

Abaixo dos premium mas acima dos populares, esse subsegmento é um dos mais recentes a se formar no Brasil. A leva inicial foram modelos muito racionais, de preco acessível por espaço interno digno de modelos maiores, mas que cobrava isso no desenho não muito inspirado. Com isso, as outras marcas vieram a lançar os seus modelos com foco bem maior na estética, e hoje em dia temos duas vertentes que permitem agradar a muitas famílias de até cinco pessoas.


Chevrolet CobaltChevrolet Cobalt: Usar a moderna plataforma europeia da Opel lhe trouxe o benefício do latifúndio de interior e porta-malas. Fazer a cabine no dual cockpit da Chevrolet americana lhe deu estilo de bom gosto, com toques (leia-se peças) de Cruze e Sonic. Seu grande tropeço foi lembrar do Brasil justo na hora de escolher o desenho: a inspiração veio do Agile… Mas é um sedã muito competente. Se falta fôlego ao motor 1.4, logo chega o 1.8, com câmbio automático e tudo.


Fiat Grand SienaFiat Grand Siena: Estrear geração nova lhe deu cabine muito mais espaçosa que a anterior, apesar de que ele não é o campeão daqui nesta área. Mas ele vira o jogo com o estilo arrebatador, de linhas refinadas e mais elegantes do que nunca. O pacote de itens melhorou tanto desde a versão básica que as de topo viraram premium. Como o foco daqui são as com motor 1.4, vale destacar que ele é o único com versão Tetrafuel, que roda com quatro opções de combustível.


Ford Fiesta RoCam SedanFord Fiesta RoCam: Mais antigo de todos, ele tem o trunfo de ser um dos raríssimos casos de sucesso estilístico ao adaptar o sedã a partir de um hatch cujo projeto original não lhe previa. É uma pena que os dois face-lifts já tiraram a harmonia inicial, mas ele ainda agrada por ótimo espaço de cabine e porta-malas, motores competentes e durabilidade. Mas hoje em dia mais pelas agressivas promoções da marca, que lhe enchem de itens a preço que esconde sua idade.


JAC J3 Turin: É a versão três-volumes do pioneiro da marca do Faustão. Seu desenho em linhas delicadas de perfil baixo não nega um forte ar de anos 90, mas pelo menos ficou harmônico. De resto, ele apenas repete as qualidades do dois-volumes: muitos itens, preço baixo e, mais recentemente, durabilidade e assistência técnica de qualidade comprovadas por um teste de revista. É de se esperar que isso melhore quando a JAC concluir sua fábrica aqui.


Nissan VersaNissan Versa: Partir da plataforma do March lhe permitiu ganhar espaço interno excelente, e ainda aliado aos baixos custos em manutenção e no próprio preço final do carro, mesmo com seus generosos pacotes de itens. Estes e a restrição ao eficiente motor 1.6 16v reforçam que ele está acima dos populares. Mas nenhuma tentativa de passar ideia de luxo justifica seu desenho de linhas inchadas que não se entendem entre si. O câmbio automático faz falta.


Renault LoganRenault Logan 1.6: Como todo pioneiro, é o mais fiel aos ideais originais. O face-lift não pôde disfarçar a proposta tão exaltada no lançamento: seu foco é ser barato e isso se explica nas linhas discretas e simples por dentro e por fora. Mas esse desenho quadrado se justifica no interior, com espaço para cinco e malas maior que o de alguns sedãs médios. Pode até ter câmbio automático, mas a imagem das versões de topo sofre com a adoração dos taxistas.


Volkswagen VoyageVolkswagen Voyage: Ele é um Gol com três volumes. E é isso que lhe impede de brigar com os premium mesmo nas versões mais caras, porque ele não tem o prestígio que desejam os clientes daqueles. Então, deixando isso de lado se vê um sedã moderno mas sem pretensões de luxo, com qualidade de construção impecável, motores de fácil manutenção e cabine espaçosa. O topo da linha traz câmbio I-Motion mas vale esperar o face-lift, que não demora a chegar.

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Friday, November 4, 2011

Chevrolet Cobalt

CobaltPelo menos no Brasil, a Chevrolet tem certas tradições na gama de modelos: as peruas deram lugar às minivans, e os sedãs têm presença massiva: estávamos até então já com oito. Mas tamanha oferta vem de modelos arrastados ao longo dos anos apoiando-se apenas no preço baixo; isso precisava mudar logo. O Cruze chegou para o lugar do Vectra, e agora o Cobalt vem para substituir os sedãs de Corsa e Astra de uma vez, trazendo muitas vantagens.

Embora sejam parecidos, o Cobalt não é uma simples versão sedã do Agile, e com isso deixou de repetir as tragédias de desenho daquele. Sua frente apresenta farois e grade no mesmo estilo, mas é inegável como retrabalhar as proporções ajudou muito: ele tem linhas que seguem o estilo Chevrolet atual mas mantendo a coerência entre uma parte e outra, qualidade que se preserva nas laterais de cintura tão alta quanto a traseira. Ele conseguiu um ar elegante e imponente, usando cromados e vincos na medida certa; de qualquer ângulo é fácil lembrar dos outros sedãs da marca.

Chevrolet CobaltAinda mais interessante que seu desenho é o tamanho que ele ocupa: 4,48 m de comprimento por 1,73 m de largura e 1,51 m de altura lhe dão tamanho de modelo médio, que combina muito bem com o excelente entre-eixos de 2,62 m. Ou seja, ele é tão espaçoso quanto, mas mais elegante que Renault Logan e muito mais bonito que Nissan Versa, seus principais rivais. E essas boas impressões continuam na cabine, com o brilhante conceito de duplo cockpit que faz as portas parecerem continuações do painel, e com isso passando a sensação de a cabine ser maior.

Além do latifúndio que abriga cinco pessoas tranquilamente, seu interior oferece detalhes de muito bom gosto, como o velocímetro digital em tela azul, combinando com a do sistema de som. Tudo isso envolto pela decoração em duas cores dos revestimentos que também aparecem no volante vindo do Cruze. Outro ponto muito interessante é o porta-malas de 563 litros, quando um VW Voyage, por exemplo, pára em quase 100 litros a menos. A própria Chevrolet diz que o Cobalt é mais espaçoso que seu atual sedã médio.

O Cobalt virá em três versões. Por R$ 39.900 temos a LS, trazendo ar-condicionado, direção hidráulica e travas elétricas. Depois vem a LT por R$ 43.700 agregando rodas de liga leve aro 15”, vidros elétricos dianteiros, airbag duplo e freios ABS. E a LTZ completa a gama, saindo por R$ 45.900 e adicionando farois de neblina, computador de bordo e sistema de som multimídia, entre outros. Por enquanto ele só vem com o 1.4 Econo.Flex de 102 cv e torque de 13 kgfm, que só lhe dão um desempenho “honesto”. Futuramente virão o motor 1.8 antes usado no Corsa, e o câmbio automático.

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