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Friday, March 15, 2013

LaFerrari

Click to see in high resolutionSome people say the Ferraris became overrated. They claim they’re too expensive, should always break performance records… But sooner or later a new Ferrari arrives, and everybody else silences. People from all over the world start struggling to acquire one of its own, moving an amount of money which is almost as countless as the wallpapers set by the fans as a symbol of this passion which any other automaker motivates. Having that in mind, how could someone question Ferrari’s title of world’s most powerful brand?

Part of such reputation comes from the fact of the Italians sticking to what made them famous on the first place. Like Land Rover’s typical off-road abilities, Fiat’s expertise at compact vehicles or Volvo’s legendary concern with safety, Ferrari’s difference from the competitor automakers comes from its overall image. LaFerrari once again introduces this worldwide-known set of features starting with the iconic red, but there’s much more worth attention. For instance, its very name goes without the brand’s surname, making this car unmistakable in the same way as Madonna, Sting or Enzo Ferrari, the brand’s founder which was (even more) immortalized with having the company’s previous top-notch car named after him. That’s why the newcomer’s name is the Italian expression for “The Ferrari”, along with official information such as the title of most powerful Ferrari ever built. When it comes to the styling, it’s interesting to observe there are several references both to the present and the past. The car’s overall silhouette leads to think of an evolved Enzo, but at the same time it’s much more futuristic. The sleek headlights took inspiration from recent models such as FF, while the circular tail lights on a Ferrari are nothing but historical. And while F40 and F50 have strongly-wedged fronts, LaFerrari reproduces Enzo’s concept in a taller double-deck element, which juggles with light and shadow to give a very imponent appearance without getting out of proportion

Ferrari LaFerrariBut if all that is some kind of innovation among these supercars, have you noticed something special about that strong line after the side intakes which ends contouring the rear? That’s Ferrari’s way of drawing central engines’ hoods, like at this and this examples. Finally, the glass area had the sheetmetal around it in black for a reason: the colored part becomes hard not to remind of a F-1 vehicle, just like the fascinating interior – the red-and-black room has everything turned into the driver, although a companion is taken with plenty of comfort in this one. As you’ve already read several times, this car brings F12berlinetta’s V12 6.2L improved to achieve 789 hp at 9000 rpm and 516 lb-ft-torque, but paired to an electric engine which adds 161 hp to complete 950 hp and more than 660 lb-ft of torque, using a seven-speed automated transmission. Such power is applied to hand-made chassis with four types of carbon fiber, resulting on much better torsional rigidity than Enzo’s along with amazing 2800 pounds of weight, even with the electric engine and batteries. If you add to that Ferrari’s most advanced technology kit and performance items such as carbon-ceramic brakes, it’s easy to believe in a 98-feet smaller space to a 124-0 mph stop. When you’re moving one of the 499 units the other way, though, you’ll be able to accelerate to 62 mph in less than three seconds, to 124 mph in less than seven, to 186 mph in around 15… and reach the top speed of about 217 mph.

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Monday, July 30, 2012

Ferrari F12berlinetta

Clique para ver em alta resoluçãoSurgiram mais fotos e vídeo do último lançamento da Ferrari. Ela chegou com o nobre objetivo de ser a mais nova representante dos italianos no segmento dos “grand tourers”, cupês que ocupam o topo da linha. Trazem o máximo do requinte na cabine, mesmo que alguns levem apenas duas pessoas, mas em momento algum esquecem a prioridade do desempenho espetacular. Com isso, já era esperável que os exemplares mais novos usem doses de tecnologia embarcada cada vez maiores, para atender aos dois focos.

Este conceito também ganha a adesão dos clientes mais puristas, que em geral não vêm aprovando a tão recente quanto intensa mudança de valores que os fabricantes apresentam. De fato, por maior que seja a qualidade desses projetos inovadores, realmente não soa nada natural ver um SUV da BMW, sedã da Porsche ou modelos de luxo da Volkswagen, porque essas marcas formaram décadas de história focando em modelos completamente diferentes. Portanto, é dessa ânsia pela volta às origens que a nova macchina italiana ganha o seu público. Enquanto a irmã FF se vale de sua subversiva carroceria tipo shooting brake para seduzir os clientes mais desligados dessas tradições, a irmã que já ganhou a alcunha de “F12” foge dessa linhagem mais moderna que já teve 612 Scaglietti e 456 GT como representantes. Ela mantém o conceito de cupê de luxo com excelência mecânica que já pertenceu a ícones como 599 GTB Fiorano e 575M Maranello mas trazendo uma extensa série de evoluções, em todos os aspectos.

Ferrari F12BerlinettaUm deles é o desenho, que ficou em perfeita sintonia com a linguagem de estilo que a Ferrari vem adotando em sua linha. As formas ficaram mais recortadas, mantendo os relevos de sempre mas com limites formados por vincos mais pronunciados. Isso ganha um resultado interessante porque a impressão final é de o carro lembrar as antecessoras e ao mesmo tempo dar ideia de inovação, porque evoluiu em qualquer ângulo que se olhe. Enquanto a 456 GT apostava nas formas orgânicas e suaves tão típicas dos seus anos 1990, a F12 busca impressionar (ainda mais) pelo jogo de luz e sombra que conseguiu. Repare na dianteira, por exemplo: a maior parte da iluminação fica com o musculoso capô e os farois, formando clara separação visual da ampla grade. Ela se dá porque surge ali uma forte dobra, que acaba por ser o elemento que define o estilo do carro: a lateral se divide entre a luz que ajuda a capota a exibir seu formato todo arredondado tão usado pelas Ferrari e uma saída de ar que decora desde antes da porta até o paralama traseiro bem abaulado, outro traço típico. Esse encanto termina com a traseira, que mistura as clássicas lanternas circulares com os vincos em T que concluem uma personalidade muito marcante.

A profusão de itens de luxo e conforto que envolve a cabine desse carro dispensa apresentações. Aliás, também não se faria necessário comentar sobre as velocidades que esse carro alcança. Mas a diferença da F12 é o que justifica o fato de seu segundo ensaio de fotos se dar ao natural, no lendário circuito de Fiorano: com o tempo de 1m23, a Ferrari anunciou que ela é simplesmente a detentora da melhor marca entre todos os modelos já produzidos pela empresa. E quem é o responsável por tal façanha? O motor 6.3 V12 aspirado, de posição dianteira com tração traseira. Essa usina de força gera nada menos que 740 cv de potência 70,4 kgfm de torque, o que lhe torna o modelo de rua mais potente já produzido por eles. O câmbio semiautomático de sete marchas faz sua ajuda com borboletas no volante e dupla embreagem para que ela faça as seguintes acelerações: 0 a 100 km/h em 3s1 e 0 a 200 km/h em 8s5, além da velocidade máxima de mais de 340 km/h. Como se não bastasse, ela ainda se vale de tecnologias como a start/stop para conseguir o objetivo de consumir e poluir menos que a 599. Bela maneira de se encaixar nas tendências, não?

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Thursday, May 31, 2012

Ferrari 458 Spider

Ferrari 458 ItaliaO encanto começa na dianteira afilada, com farois esguios e agressivos que se fundem com suavidade às laterais musculosas, típicas da escola italiana, até terminar na traseira curta de lanternas circulares, mas que guarda o maior alvo do fanatismo pela marca: o motor. Como se isso não bastasse, ao toque de um botão o teto se abre, numa admirável contorção para se dobrar em dois e se recolher atrás da cabine: não só é uma Ferrari, mas sim uma Ferrari Spider.

A variação conversível da famosa 458 Italia finalmente chega ao Brasil, pelas mãos da importadora oficial Via Italia. E como toda Ferrari vai ser alvo de imensa admiração mesmo pelos que não são entusiastas. Afinal, seus tons de vermelho e amarelo são os mais emblemáticos no mundo dos carros, e ganharam toda essa fama por recobrir alguns dos melhores automóveis esportivos do planeta, seja em estilo, qualidade, tradição da marca ou desempenho. Neste último quesito as versões com teto aberto sofrem o levíssimo dissabor da aerodinâmica prejudicada, mas que não chega nem perto de macular os números de velocidade que alcançam.

Ferrari 458 ItaliaO sistema de recolhimento do teto rígido faz lembrar o da Superamerica 45, que teve apenas um exemplar produzido. Não é uma inovação – até o compacto francês Renault Wind o usa – mas parece que sempre terá o poder de chamar atenção. Segundo a marca, seu acionamento leva 14 segundos, e quando o teto se recolhe a 458 ganha um visual que lembra a veterana F355 Targa. Como ele é feito em alumínio, ainda se tem a vantagem de trazer redução total de 25 kg em relação à antecessora F430 Spider. Um toque de classe se faz pelo difusor de ar atrás dos bancos, para permitir conversas até a velocidade de 200 km/h.

Por dentro temos o luxo de praxe da Ferrari, numa combinação de cores escuras que valoriza a esportividade até seu último parafuso. Já o motor é um 4.5 V8 recheado de tecnologias como o diferencial eletrônico E-Diff, para gerar 570 cv. O sistem de segurança se faz com controle de estabilidade e freios de altos desempenho, e aliado ao câmbio semi-automático de sete marchas e dupla embreagem, o bólido consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 3s4 e chegar à velocidade máxima de 320 km/h. Inicialmente foram importadas duas unidades para o Brasil ao preço de R$ 1,95 milhão, sendo que uma já foi vendida.

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Saturday, November 26, 2011

Ferrari FF

FFIdos são os tempos em que as marcas restringiam sua atuação aos mercados nos quais já tinham fama consolidada, com cada vez mais exemplos de mudanças. BMW e Porsche com os SUVs X5 e Cayenne, Mercedes-Benz com os compactos da smart, VW com o luxuoso Phaeton, Land Rover com o urbano Evoque, e agora a marca de Maranello cometendo duas subversões de uma só vez. É o caso de um produto que destoa das outras Ferrari, mas que analisada sozinha acaba mostrando todo o nível de uma legítima… Ferrari.

A primeira enorme diferença se vê no exterior, e na verdade já tem até certa tradição. Afinal, a “Ferrari Four” é sucessora da 612 Scaglietti, e esta era conhecida por aliar o tempero de um superesportivo ao visual e requinte de um carro de alto luxo, capaz de levar quatro pessoas com conforto. Não tem como deixar de notar como as linhas do modelo apresentam clara sintonia com as últimas tendências da marca, fazendo lembrar a 458 Italia. Mas o caso da FF acaba sendo unir o conceito da 612 à elegante carroceria shooting brake. É como se fosse uma perua, mas com duas portas e usando o teto bem rebaixado para manter a esportividade.

Ferrari FFAs origens desta carroceria alongada vêm de dois séculos atrás, quando o objetivo era alojar instrumentos longos no porta-malas, como armas e outros materiais para caça. E é justamente a fidelidade a estas origens que motiva a segunda quebra de paradigmas. Como é um carro desenhado para levar magnatas a lugares mais inóspitos, a FF responde ao ser o primeiro modelo de sua marca a oferecer tração integral, garantindo excelente aderência em situações de neve ou areia como as das fotos.

Porém, engana-se redondamente quem pensa que a Ferrari tentou criar um utilitário. Sua tração integral tem apenas a finalidade de permitir que ela trafegue por terrenos em que um modelo de tração traseira jamais conseguiria. Além disso, tem como duvidar que se trata de um legítimo esportivo com o V12 6.3 que ela traz? Usa injeção direta e gera 660 cv a 8 mil rpm, força suficiente para levá-la de 0 a 100 km/h em 3s7 e velocidade máxima de 335 km/h. Trazida ao Brasil pela importadora oficial, Via Itália, esta Ferrari chega pelo estratosférico preço de R$ 2,7 milhões.

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