O badalado SUV da marca francesa chega à nova linha com sensor de estacionamento nas versões Dynamique, nas duas opções de motor. Além do Duster, o sedã Fluence já chegou em 2013, mas sem receber modificações. No setor de entrada, o Logan 2012/2012 ganhou sistema de som multimídia com comandos satélite para a versão Expression 1.0, e o compacto Clio deste mesmo ano/modelo teve o Pack Plus alterado, para incluir ar quente, banco traseiro com dois apoios de cabeça e vidro traseiro com limpador/lavador.
Friday, March 23, 2012
Renault Duster 2013
Thursday, March 1, 2012
Renault Duster 2012
O utilitário esportivo da marca francesa já se pode considerar caído no gosto do brasileiro; alguns meses atrás chegou até a superar em vendas o líder do segmento, Ford EcoSport. Mas a linha 2012 do Duster teve um ligeiro aumento de preços, começando pela versão básica, que parte agora de R$ 51.800, enquanto a versão Expression 1.6 16v ficou em R$ 54.100. Já a Dynamique 1.6 fica em R$ 58.100 e em R$ 61.800 para a 2.0 16v. Este motor ainda traz as versões automática e 4x4, que saem por R$ 65.800 e R$ 66.100.
Tuesday, October 4, 2011
Renault Duster
Quem poderia prever tal descendência para o Logan? Seu projeto teve como palavras de ordem os custos reduzidos, tanto na produção como no preço de venda, mas acabou dando origem a duas derivações com personalidades bem diferentes: se o Brasil criou o Sandero com todo um apelo jovem e esportivo, a filial romena Dacia projetou o que passa a ser o primeiro SUV da Renault no Brasil. Ele parte de R$ 50.900 e já vem com seis versões: vai fazer um ótimo páreo com a geração do Ford EcoSport que está por chegar.
O efeito que se criou ficou fascinante. Ele não nega em ângulo algum o parentesco que possui, mas o Duster recebeu os elementos de estilo do resto de sua linha com uma reinterpretação toda voltada ao seu segmento, e isso lhe deu uma personalidade própria incrível. Ou seja, o déjà vu se faz em detalhes como o mesmo vinco lateral em arco do Sandero e os farois quase quadrados do Logan, mas sem nunca deixar que isso lhe impeça de ser um legítimo SUV: suas linhas musculosas lhe dão imponência, fazendo-o parecer muito maior. Detalhe curioso é que até a Nissan recebeu uma “homenagem” – aquelas saliências na traseira que parecem complementar as lanternas só lembram aquele espaço do kit de primeiros-socorros que fez a fama da traseira do jipe Xterra.
Na cabine ele une detalhes como console central e puxadores de porta inspirados no Sandero ao brilhante entre-eixos a la Logan: quase 2,7 metros e porta-malas de 475 litros. Todo esse espaço recebeu algumas mudanças em relação ao Duster europeu, como novos tecidos nos bancos. Mas os agrados não terminam por aí. A versão básica oferece ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos dianteiros. A Expression parte de R$ 53.900 e agrega alarme e airbag duplo e completa os vidros. Ambas vêm com o 1.6 16v flex de 115 cv. Se as rodas originais destas duas são bem feias, pelo menos os pneus não precisarão ser trocados também ao sair da loja: mesmo o Duster básico já sai com rodas de boas 16”. Outro bom detalhe é que todas podem ter bancos de couro, por R$ 1500.
A versão Dynamique manual pode vir com o 1.6 ou o 2.0 16v de 142 cv, por R$ 56.900 ou R$ 60.600. Esta traz parachoques e maçanetas na cor da carroceria, computador de bordo, sistema de som multimídia com comandos satélite, rack de teto cromado, freios ABS, rodas de liga leve e farois de neblina. Também estão sob este nome as versões de topo. Pelo mesmo preço de R$ 64.600 o cliente pode levar a 2.0 automática ou a 2.0 4x4, em que a primeira usa um câmbio sequencial de quatro marchas e a mesma tração 4x2 das anteriores, e a segunda adiciona suspensão traseira independente multilink, farois com máscara negra, rodas de alumínio pretas e estribos laterais, além da tração integral.
Thursday, December 2, 2010
Renault Fluence
O mercado brasileiro é uma terra de oportunidades de ouro, mas às vezes também sabe ser cruel. Existem os ótimos produtos que fizeram estrondoso sucesso, como o novo Fiat Uno, os modelos que não “deveriam” prosperar, como o Chevrolet Agile e suas linhas de gosto duvidoso, mas também há os injustiçados. Em geral são ótimos em custo/benefício e mecânica, mas até hoje ninguém sabe ao certo o motivo do fracasso de vendas. Era o caso do Renault Mégane II.
É uma pena que ele não tenha feito parte do grupo dos “sortudos”, como os médios Ford Focus e Fiat Linea, que por pouco (leia-se adoção do motor flexível e redução de preço, na ordem) conseguiram se livrar do carma, mas o que falar de um modelo de desenho bem-resolvido, ótimos motores, cabine excelente e preço aceitável? Sim, o discurso também serviria para os Nissan Tiida e Sentra, mas fato é que o Renault Mégane ainda conta com uma grande rede da marca no país, mas não teve “milagre” que levantasse suas vendas.
Talvez por isso a Renault deixou de unificar seus modelos: o Mégane III é o sucessor europeu do modelo que tínhamos aqui, enquanto os países menos favorecidos recebem o Fluence. O desenho externo já começa a deixar claro que nós não saímos perdendo, já que o Fluence aposta em linhas modernas mas quem trazem a sobriedade que seu segmento tanto cultua, sem trazer revoluções estilísticas.
E no interior ele mantém o aspecto, oferecendo um bom espaço envolto por uma atmosfera requintada e conservadora, e com capricho nos detalhes, como o cartão que faz as vezes de chave. Herdado do antecessor, este item preserva também a partida feita por um botão, mas agora basta ter o cartão em algum lugar dentro do carro, sem a necessidade de inseri-lo no console.
O modelo vem em duas versões, ambas usando o 2.0 16v flex, de 140/143 cv. A de entrada é a Dynamique, que parte de R$ 59.990 e traz de série ar-condicionado digital bizona, direção hidráulica, computador de bordo, freios ABS, rodas aro 16’’ e sistema de som com MP3, entre outros. A versão de topo é a Privilège, e adiciona bancos de couro, controle de estabilidade, rodas aro 17’’ e GPS. Entre os opcionais, as versões podem ter teto solar e faróis de xenônio.
Thursday, November 27, 2008
Renault Grand Scénic
Seu interior é amplo, e conta com painel digital central, com dígitos azuis. Seus bancos possuem regulagens parecidas com a da Scénic, mas o banco do meio, da segunda fileira, pode se dobrar e virar uma mesa - os bancos da primeira e da segunda fileiras possuem mesinhas retráteis. Com os sete lugares não sobra espaço de porta-malas, mas retirando a terceira fileira (que se encaixa no assoalho) se libera um espaço de 550 litros. Com apenas o banco do motorista e do carona, o espaço pula para 1960.
Com todo o seu peso, o motor 2.0 16v de 138 cv não oferece um desempenho empolgante, mas também fica longe de ser apático. Com motor bom, espaço e visibilidade excelentes e opcionais como teto solar duplo, a Grand Scénic é um ótimo carro para grandes famílias. Ela vem em versão única, a Dynamique, e apenas com câmbio automático seqüencial, de quatro marchas, este compartilhado pela linha Mégane.
