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Wednesday, January 23, 2013

Peugeot 208 Premier

Clique para ver em alta resoluçãoSe você sempre leu as várias publicações da imprensa especializada sem dar muito crédito aos comentários de que este hatchback é um lançamento de extrema importância para a Peugeot brasileira, o anúncio oficial da série que motiva este artigo é a prova que lhe faltava. Já se sabe há muito tempo que o estiloso compacto francês chega ao país em muito breve, e é justamente por isso que o início de sua produção se fará com toda a pompa e a circunstância que só uma edição limitada consegue providenciar.

Muito já se comentou no artigo prévio ao lançamento do 208 sobre o quão necessária era a sua chegada ao Brasil, por motivos variados. Em tempos de concorrência cada vez mais acirrada, oferecer o produto mais atraente da categoria é um objetivo cuja importância já está superando até a de oferecer o produto mais barato, o que se pode ver como mais uma prova de que nosso mercado continua evoluindo. Infelizmente ainda existe muito o que melhorar, mas não se pode negar que em um aspecto nosso público já se equipara ao dos mercados mais exigentes do mundo: ainda que os carros em questão sejam muito diferentes, o brasileiro em geral já superou a época de ter como prioridade única e inabalável aos fatores racionais, seguidos de perto pelas “leis da sabedoria popular”. Questões como desvalorização, facilidade de revenda ou mesmo o tempo que a marca atua no país estão decidindo cada vez menos compras, e cedendo espaço nos cálculos do consumidor a conforto, desempenho, estilo e sofisticação, entre outros. Isso significa que estamos cada vez mais abertos a experimentar as novidades do setor, o que desencadeia uma série de vantagens: um mercado receptivo estimula que cheguem novas empresas e que as antigas ofereçam novos produtos, tornando a oferta final maior do que nunca. E com cada vez mais concorrentes, não resta outra solução às empresas senão melhorar o que vendem. Mas além da forma óbvia de se realizar essas melhorias, como os aspectos citados que o 208 atende com maestria, outro é a necessidade de cada marca achar a sua forma de se diferenciar.

Peugeot 208 PremierExplicar isso nem requer sair do Grupo PSA: basta envolver o Citroën C3, que é o “primo de projeto” do 208. Ambos compartilham plataforma e trem-de-força, mas cada uma cuidou de todo o demais por si só. Design exterior e interior, oferta de itens e arranjo da lista de versões são elementos muito fáceis de modelar, de forma se trabalha neles para firmar a personalidade que cada carro oferece, de forma que mesmo atuando na mesma faixa de preço, esses dois compactos jamais disputem um mesmo cliente. Ou seja, o nível de tecnologia do C3 ganha uma interpretação muito mais esportiva com o modelo da Peugeot. A série Premier tem previsão de entrega para março, um mês da chegada oficial do 208 ao país, e como era de se esperar vem em tiragem de 208 unidades por R$ 54.990 cada – como a marca fez sua pré-venda pela internet há algum tempo, é de se esperar que todas já tenham dono. Seus itens exclusivos são a cor externa fosca e as rodas diamantadas exclusivas, revestimento em couro para alavanca do freio de mão e parte dos bancos, manopla do câmbio cromada e pedaleiras de alumínio. É um pacote fechado que ainda conta com seis airbags, ar-condicionado bizona, central de entretenimento com touchscreen, Bluetooth e GPS, farois com LEDs, freios ABS com EBD e sensores crepuscular, de chuva e de estacionamento dianteiro e traseiro, entre muitos outros itens. O motor é sempre o 1.6 16v FlexStart, de até 122 cv.

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Monday, January 7, 2013

Peugeot 2008

Click to see the concept carAfter showing the concept car in Paris, the Geneva Auto Show has already been defined as where the official release will take place. But, as it’s becoming usual in the car industry, Peugeot decided to tease the public with the very first s pictures of their very first compact crossover. Besides of a very attractive design and a modern construction, this car follows several of the current trends and will be offered in many markets. This article will explain why 2008 will be a huge step for Peugeot’s future around the world.

Even when there’s no financial crisis, every automaker needs to constantly update its showroom at each market. Not only to prevent their vehicles from aging and therefore losing competitiveness among their rivals, but specially in order to keep giving their customers what they want. The current cars are offered in so many categories that it’s impossible to satisfy very much only with the conventional ones. This is why there are so many brands selling cars that would be unimaginable for themselves five, ten years ago. Some markets have recently earned huge importance and others have lost some, creating very big changes concerning to what a new car has to bring in order to achieve success. Peugeot, for instance, started selling crossovers five years ago, with 4007. This one was replaced last year with 4008, but both of them are actually Mitsubishi cars – the PSA Group had a joint-venture with the Japanese automaker which resulted first at Citroën C-Crosser and Peugeot 4007 coming from Mitsubishi Outlander, later replaced with C4 Aircross and 4008 coming from ASX. On the other side, Peugeot did create some crossovers of their own but they’re much more dedicated to the urban use, like 3008.

Peugeot 2008 1This dual strategy has seemed to work because Peugeot has always used the most appropriate one for each category, so they did nothing more than applying it to the compact one. Besides the fact that Mitsubishi doesn’t have a crossover this small, this public doesn’t really care for trophy-winning off-road characteristics. 2008 will have its biggest potential at markets such as Brazil and China, where people really pay more attention to more subjective features. They prefer spacious cabins, lots of technology items and modern engines rather than big inclination angles or ability to cross deep rivers or even to climb stairs. Not to mention nothing less than the best design it’s possible to create. That’s what sells thousands of these small crossovers each month, in a category whose biggest competitors are Ford EcoSport, Renault Duster and the upcoming Chevrolet Trax, Volkswagen Taigun and the French one which illustrates this article – there are also Citroën Aircross in Brazil, Buick Encore in USA and its “brother” Opel Mokka and the upcoming Renault Captur in Europe, but these ones’ trim levels give them slightly different proposals. Peugeot deserves big compliments because 2008 escaped from the looking-smaller-than-it-is trend, presenting an amazing interpretation of 208’s style, with whom it’ll share platform.

Peugeot 2008 2This car has managed to resemble the hatchback but also bringing own personality; it doesn’t give the idea of nothing more than a stretched, “tougher” 208 because it became classier. The front doesn’t have too big or too small items, but everything crafted to give a sporty, dynamic impression rather than an off-road toughness – some will prefer this grille design over EcoSport’s. The sides bring several typical Peugeot’s elements and some innovations, such as the chrome line above the rear doors which highlights the small roof extensions, but what gives that elegance sensation here is the windows’ design. Trax and EcoSport use only two of them to give a nimble look, while Duster is forced to use a third one due to the bigger length but visually disconnected from the others. 2008, in turn, uses the third one to give a bigger-size overall impression: it seems bigger specially than EcoSport and Trax because of that, although is actually smaller. Besides that, it’s also very nice to notice that this item creates a visual connection with 4007 (click to see a side photo), which is surprising because that one wasn’t a “true” Peugeot vehicle. Nevertheless, features like that are what gives 2008 a fascinating design, creating the perfect match with the high-quality construction. This car will have nine options of powertrain, with four engines between diesel and gasoline. 2008’s main feature will be Grip Control system for the traction control, to change its behavior according to the surface.

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Tuesday, November 20, 2012

Peugeot 3008

Peugeot 3008This is another case of car release shortly after the “accidental” exposure of some pictures on the Internet. The new 3008 brings a very similar solution to RCZ’s because the idea is actually the same: apply some minor updates to boost the sales at this second half of their lifecycle, leaving the more expensive changes to their next generations or successors, which can be expected only in four or five years. Meanwhile, Peugeot’s mid-size crossover still excels on what has always distinguished it from all the crossovers of nowadays.

This facelift is signed by the Chinese joint-venture Dongfeng-Peugeot, which will restrict some of the changes to that market. However, it’s highly expected that the other markets will also receive this excellent visual result. Once again, this restyling was successful because it managed to update the car, instead of discharacterizing it with heavy changes in some parts and maintaining others. It’s impressive to notice how the French automaker’s latest visual identity didn’t take much effort to be applied at 3008. The air intake was replaced by a smaller and more horizontal one, with chrome lines and placed between the brand logo and the license plate. The fog lights became visually separated and received a bigger area, with a chrome boomerang-shaped detail that reminds 308’s LEDs row, while the hood received stronger lines. But the biggest compliments go to doing all that without touching the headlights: the updates were so well-made that those parts didn’t need any change: in fact, they fit the new look even with it being based on horizontal elements, while the original one used vertical bigger items. Besides that, there are only new wheels and a roof rack, without any changes to the rear. An unusual restyling went to the third side window, behind the back doors: they received a more elegant design, with bigger size at the lower portion to improve visibility.

Peugeot 3008However, mentioning that a successful facelift only updates the car means 3008 is still a crossover with “a hint” of minivan, which makes it very different from its SUV-inspired rivals. The cabin has plenty of space for five passengers, with a beautiful central console and lots of the current trends, such as the big touchscreen for the GPS navigation and to control several car functions. The 2013 update brought new color options and external LED daylights, but internally there’s only a new sound system, redesigned steering wheel and the optional parking cameras and ventilated seats. This car will be sold in China always with front traction and automatic six-speed transmission, whether with the 147-hp 2.0 or the 163-hp 1.6 THP. The second option composes the most expensive version, which is imported from France for 240.000 RMB. This car will make its official debut at the next Guangzhou Motor Show.

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Sunday, November 18, 2012

Peugeot 408 Limited

Peugeot 408 LimitedQuem diria que o cronograma da Peugeot guardaria uma novidade para o 408 quase no final do ano? O sedã médio ganha sua primeira edição especial reforçando o “traje esporte fino” que sempre lhe caracterizou. Como as tão aguardadas melhorias de desempenho já vieram com a versão Griffe THP, agora chega a vez de apostar na tecnologia para melhorar o custo/benefício, mas com um toque de exclusividade para terminar de tornar este carro irresistível mesmo competindo em um dos segmentos mais acirrados do país.

As imagens ajudam a comprovar a intenção da Peugeot com este sedã desde a sua estreia no mercado chinês. Depois de uma década de 2000 caracterizada por ressaltar o lado felino da marca com elementos chamativos e uma profusão de vincos fortes e recortes acentuados, os franceses chegaram a 2010 com uma proposta diferente. Jamais cogitaram abandonar a inspiração do animal que ostentam no logotipo da marca, mas passaram a interpretá-la de uma forma bem mais elegante. Cortaram o excesso no tamanho de farois, frisos e lanternas, deixaram os vincos mais retilíneos e ainda conseguiram a medida certa com os detalhes cromados. Por outro lado, ainda aproveitaram a época de renovar alguns projetos para otimizar a oferta: o 508 tomou os clientes que antes se dividiam entre o 607 e o belíssimo 407, enquanto o 408 apostou num estilo muito inspirado no último dos dois mencionados para compensar o fiasco que foi o 307 Sedan. Ou seja, os carros da marca vestiram a esportividade implícita de sempre com elementos de mais classe, para passar a ideia de maior refinamento. É este potencial de sofisticação que a Peugeot busca exaltar com esta série, cuja tiragem estará sugestivamente limitada a 408 unidades.

Peugeot 408 LimitedEste não é um carro que se compra para torcer pescoços com profusões de adesivos chamativos, rodas gigantes ou spoilers espalhados pela carroceria: além da restrição às cores azul ou preta, o sedã se distingue da versão Griffe (da qual a série parte) pela plaqueta que fica à frente dos retrovisores, com o nome da série e o número da unidade. Os fãs da direção esportiva sentirão a falta do famoso 1.6 THP e seus 165 cv, mas é inegável que esta edição combina melhor com o conforto do câmbio automático que comanda o 2.0 16v de 151 cv. Por outro lado, ser uma melhoria da versão de topo significa que seu pacote de série é completo: ele traz alarme, ar-condicionado bizona, bancos de couro, retrovisor antiofuscante e sensores crepuscular e de chuva, entre outros. A segurança se garante com airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS com controles AFU e REF e controle de estabilidade, mas o Limited traz um atrativo a mais: ele troca a tela retrátil acima das saídas de ar por uma touchscreen no próprio console central. Essa mudança caracteriza a adoção de uma central de entretenimento exclusiva: além do que já virou trivial, como navegação GPS, som multimdía e conexão Bluetooth, ele surpreende por trazer leitor de DVD e VCD, entrada e saída auxiliar, saída de som pré-amplificada para subwoofer e até mesmo receptor de TV digital. Tudo por R$ 65 mil.

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Thursday, November 8, 2012

Peugeot 308 Feline THP

Peugeot 308 Feline THPChega ao país mais um modelo de alto desempenho da marca francesa. A Peugeot aproveitou o último Salão do Automóvel para divulgar alguns de seus planos futuros para o país, e se o compacto 208 vai ficar para o próximo mês de abril, seu irmão maior acaba de ganhar a tão esperada versão THP. Ela traz o mesmo conjunto mecânico usado por uma série de lançamentos do Grupo PSA, mas isso está longe de ser ruim. É interessante notar que cada um lhe aplica a uma proposta diferente, e a deste 308 você verá aqui.

Com o significado de Turbo High Pressure, essa sigla se tornou famosa entre os Citroën e os Peugeot porque alude ao eficiente motor 1.6 projetado em conjunto com a BMW, que hoje em dia também se usa na linha Mini Cooper mas contando com preparações diferentes para cada marca. Seu mérito vem de garantir força satisfatória em desde o ciclo urbano até as rotações mais altas usadas na estrada, e sem acarretar consumo elevado. Os franceses desenvolveram vários níveis de potência para esse motor para adequá-lo aos vários modelos que o oferecem, mas o que vale notar é a vocação que ele traz em cada um. Modelos como o crossover 3008 e o sedã de luxo 508 se valem do contraste de um motor até pouco tempo atrás considerado pequeno demais para o seu porte: a atração está em toda a tecnologia usada, que permite extrair desempenho equivalente ao de motores maiores mas consumindo bem menos. Já o outro extremo da gama tem peso e tamanho menores a ponto de o desempenho do THP virar o destaque. Se até o belíssimo cupê da marca, o RCZ, extrai desempenho muito empolgante da versão de 200 cv, no 208 o mesmo motor valeu nada menos que a reedição da versão GTI, que fez fama com o 205 nos anos 1980. Por fim, o meio-termo da gama permite fazer os dois alardes cada um em menor intensidade, mas em conjunto. No Brasil, o 408 Griffe THP surgiu para a felicidade de quem não abre mão de um sedã requintado mas gostaria de desempenho maior.

Peugeot 308 Feline THPAgora, o hatchback da gama de médios recebe o mesmo motor mas faz uma adaptação de muito bom gosto do que se vê no sedã: o 408 prioriza o estilo sóbrio e discreto, de forma que externamente só ganhou rodas diferentes. Quando se passa ao 308, trabalha-se sobre a carroceria mais envolvida com a esportividade logo depois de cupês e conversíveis. A maior diferença entre esses dois estilos está em que os compradores de um hatchback deixam de lado o maior porta-malas (e em alguns casos até mesmo espaço interno um pouco maior) para ganhar um ar muito mais jovem, casual. É o que seduz a maioria dos compradores mais jovens, ou mesmo a parcela dos mais velhos que abre mão do estilo mais formal que implica um sedã. Sendo assim, enquanto o motor turbinado se aplicou à versão luxuosa do sedã, no 308 ela coube à Feline, vista como esportiva. Por outro lado, também vale notar que a Peugeot não se deixou descaracterizar o 308 Feline THP aplicando excesso de acessórios: o carro aposta na esportividade com discrição que conferem os detalhes em grafite, caso das rodas de 17” e capas dos retrovisores. Já a cabine decora o pacote de itens completo do Feline 2.0 com o volante exclusivo, revestido em couro e com base achatada. Belo conjunto para unir ao navegador GPS com tela retrátil, que no THP vem de série. A propósito, este motor rende potência de 165 cv e torque de 24,5 kgfm, sempre usando câmbio manual de seis marchas. As opções de cores serão branco, cinza e vermelho, sempre custando R$ 73.990.

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Sunday, October 14, 2012

Peugeot 208

Peugeot 208Os fãs dos carros franceses no Brasil ganharam um novo motivo para comemorar. Se há alguns anos nossa Peugeot precisou apelar para um truque não muito feliz com sua linha de compactos para compensar a ausência do 207 europeu, desde o surgimento do 208 na Europa já se esboçavam rumores de que a situação finalmente iria mudar. Pois agora se tem a comprovação oficial: nós teremos o mais novo compacto francês em muito breve, com estratégia nova e uma série de vantagens, que você conhecerá aqui neste artigo.

Caso você não tenha acompanhado essa história desde o começo, ela é fácil de resumir: por mais que o 206 vendesse bem e agradasse pelo estilo desde o lançamento, em 1998, o passar de seus anos viu a chegada de concorrentes com concepção mais moderna e soluções que deixavam o francês menos atraente. Mas a situação do modelo brasileiro só ficou complicada de fato a partir de 2006: a Europa o trocava pelo 207 apostando na sofisticação, tanto de construção como de equipamentos, aplicada sobre um desenho que evoluía o conceito do antecessor. Nossa Peugeot se viu numa situação complicada porque o novo modelo seria oferecido aqui a preços muito altos, inconcebíveis para a categoria de entrada na qual o 206 competia bem, e então apelou para uma solução não muito feliz. Em 2008 chegou o face-lift da linha junto com a estreia da versão sedã, com dianteira e cabine inspiradas no modelo francês e todo o demais do 206 quase intacto. Chegaram também novas versões e câmbio automático, mas se havia reclamações da adaptação de estilo, seu problema maior foi outro. Atualizações como essa não costumam valer comemorações para as marcas por esse fato de serem soluções paliativas. Sendo assim, como se poderia receber bem uma dessas justamente com o nome de 207?

Peugeot 208Mas agora tudo isso fica no passado, graças ao modelo que se vê nestas fotos. Esse nome agora será restrito a este carro mundialmente, e isso implica que nós teremos mais um modelo em sintonia com o padrão europeu. O 208 divide plataforma com o novo Citroën C3, mas não há compartilhamento de nenhuma peça visível, interna ou externa. Isso permitiu ao Grupo PSA reservar toda a vocação de charme e elegância para o C3, enquanto o irmão concentrou foco na esportividade. O exterior exala a atual tendência de estilo da marca visto de qualquer ângulo, desde o conjunto de farois e grade que passa longe do exagero da fase anterior, passando pela cintura de vincos fortes até a traseira, que mistura elementos das gerações anteriores (como a coluna C triangular iniciada em 1983 com o 205) com detalhes de personalidade própria (caso das lanternas em formato de bumerangue), resultando em uma silhueta que dá impressão de pouco comprimento, conferindo um aspecto bem jovial. Já a cabine promete bom espaço para cinco pessoas, com painel de desenho bem mais sofisticado que o do 207 e uma inovação: o quadro de instrumentos foi elevado, ficando por cima do volante para que o motorista precise baixar menos o rosto para lê-lo, e com isso agilizar a consulta. Vale notar que todo esse esmero da Peugeot se explica pela tal nova estratégia comentada no ínicio deste texto.

Isso se entende com uma pequena retrospectiva: sabe-se que o 208 é uma evolução do 207 europeu, portanto um carro mais sofisticado e caro. Mas se desde 2006 a Peugeot não trouxe esse 207 porque não poderia ser vendido no Brasil sob o preço de um popular, não seria com o modelo seguinte que os custos baixariam, não? Pois os franceses resolveram essa questão de uma forma muito bem-aceita no Brasil: assim como o C3, o 208 chega ao Brasil como o hatch premium de sua marca. Participar desse segmento, que equivale aos hatches compactos do Primeiro Mundo, dá a chance de o 208 focar na fartura de equipamentos em vez de chegar em versões muito básicas, e com isso evitar macular as intenções originais do projeto com a perda de itens para conter custos. Em vez disso, nosso compacto terá direito a mimos como iluminação diurna em LEDs, teto solar panorâmico e touchscreen no painel para comandar a central de entretenimento. Além disso, é de se esperar que ele repita a gama de motores do C3, significando o 1.5 de 93 cv de potência e 14,2 kgfm de torque, e o 1.6 16v de 122 cv e 16,4 kgfm. Outra boa notícia é que o nosso 207 vai finalmente ocupar o papel que deveria ter tido desde sempre: a chegada do sucessor lhe deixará no setor de entrada.

Atualização 17/10/2012: Aproveitando o anúncio mais recente da marca sobre o 208, foi trocada a foto de abertura do artigo e se incluíram mais algumas informações. Este artigo será atualizado após o lançamento oficial do modelo, que está previsto para o primeiro semestre de 2013.

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Sunday, September 9, 2012

Peugeot RCZ

Peugeot RCZAmong the enormous variety of brands and models of cars seen every day, there are some special examples who deserve bigger attention than others by special reasons. Besides luxury, performance or technology, some particular cars deserve intense compliments not because of what they do but how. It’s very easy to want a car to accomplish goals A, B and C, but only a few are good enough to really get there. RCZ not only did this as also became one of the best current examples of achieving success at what a car’s supposed to do.

Peugeot’s focus has always been the urban cars, of many kinds. They made some luxury sedans, some faster coupes, some vans and even pick-up trucks, but the special dedication goes to hatchbacks, sedans and station wagons. It’s a very wide range, but their difference from the other brands is made at the design, always guided by this feline touch who comes from their lion logo. Considering that, when they came up with the first RCZ, a few years ago, everyone thought they would follow Audi’s path with R8 and dive at the supersports cars’s world for the first time. The thing is, there was another use to this coupe at the French brand’s mind. RCZ doesn’t try to break speed records or spoil its occupants like a limousine, but bring its brand back to its roots. This car shares platform with the 308 line but doesn’t try to deny it – they even have the same central console – because it wishes precisely to be a connection, joining the urban cars with the typical Peugeot’s style boldness. So they gave it a killer style (without saving with shared parts here, thank God) and excellent engines to match it, but still not exclusive for it. Besides that, all this scale production saving helped them to accomplish the last but equally important goal, which will be revealed later.

Peugeot RCZAlthough the sales started at 2010, its very first appearance was made as a concept car at 2007, which explains that this face-lift is already planned to 2013. It’s easy to see that they did only what is expected from a half-age update: an improvement of the original concept, instead of desperate attempts to hide the car’s age which easily results at a total lack of harmony. The rear has received nothing more than a new arrangement at the tail lights, but the front deserves applause. Peugeot has avoided the crime it would be to mess this style, so they changed only the necessary to adapt it to their current visual identity. And what an amazing surprise it is to see RCZ abandoning those exaggeratedly-bulged headlights in favor of still feline-inspired but much more elegant units, with reduced size. The air intakes are now clearly divided into two parts, with the upper one reminding of 508 while the lower one now rounds it and ends at two sharp points who carry the LED daylights. A very interesting change is the addition of lots of personalization options. For instance, it’s now possible to change the carbon fiber roof and the front air intake’s coating, to paint the roof’s arches and brake calipers in different colors and even choose between ten wheel options.

Peugeot RCZ RThis new phase has also received the 508’s entertainment system, with a big touchscreen above the air outlets, but it’s captained by a much bigger new option. The new RCZ will be officially exposed at Paris Motor Show along with the RCZ R version who appears at the last pictures. The photos show the concept car, but the street version was already confirmed, and probably won’t be too different from this one. The new version takes this car’s style to a much higher level of performance: there are improved chassis, re-adjusted brakes and Torsen limited-slip differential, besides the fact that the already famous 1.6 THP will generate 260 hp exclusively for it (how much more power can PSA extract from this engine??). Even though the R version is planned to truly attack its archenemy Audi TT at more versions, RCZ’s main existance reason lies at the conventional versions, which by the way keep both the previous engine and transmission options. The return of this car to the spotlights show Peugeot’s dedication at offering a halfway from emotion and reason. This car doesn’t have huge space or the most powerful engines ever, but goes fast still taking four occupants, and for the same price of many sedans, wagons and even minivans. So how would it be to let yourself escape from those and open the door of a whole different life?

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Monday, September 3, 2012

Peugeot 208 GTi and XY

Click here to see the high-res versionOriginally, I started the foreign cars’ section at this blog intending to write only about the bigger news, especially the arrivals of new models, so it wouldn’t require too much time to keep the blog up to date. But, as an European cars fan, it was impossible for me to see these two versions and only read about them. So there it is, a little text about GTi and XY, two versions of this French hatchback which have huge potential to extend the 208’s market around Europe and – I hope so – at the other markets it’ll be sold at soon.

Expanding a car’s offer into different versions is an as old as effective strategy, when it comes to enable one model to fulfill more customers’ needs before it’s needed to create another model, above it or beneath it at the company’s list. Some of these versions differ only at luxury levels, such as Chevrolet’s LS, LT and LTZ, while other ones try to give the car a whole new focus. It’s like the Mercedes-Benz AMG, BMW M or Audi S, which makes urban sedans and station wagons turn into very elegant sports cars whose hunger for speed can’t be entirely predicted by someone who only sees their black-tie style. There are many other examples, like the Fiat Adventure line at Brazil, which gives light off-road potential to its cars by increasing the suspension height and adding special tires and more resistant exterior parts, and the 208 follows this path. Not the off-road one, but the special versions one. And the nicest part of all that isn’t even that GTi and XY came from concept-cars: one of them makes a very valuable link with its glorious past, while the other allows it to compete with cars previously unthinkable. In other words, it’ll change its future.

Peugeot 208 GTiThe flaring red almost deserves to be entitled as the official sports car’s main color. It is frequently repeated through the years, but it’s nice to see that it seems to never lose its appeal. Leaving the colors’ historical value aside, the fact is that this one agrees very well with the idea of the 208 GTi of being sporty but with intention of taking all the attention to itself. Its merits come from all the tribute it renders to the 205 GTi, which is some sort of 208’s great-grandfather (after it Peugeot changed generations making the entire counting until 208), and got famous for the huge sales around the world and for the performance of this particular version. Only the European 207 had similar option, but it made a much more elegant interpretation, including the 5-door option which 205 GTi never had. But now, 208 seems to follow the nostalgic wave who’s producing cars like Fiat 500, Mini Cooper and VW New Beetle, and looks back to this ancestral at its whole recipe. At the outside it has 17” wheels, red brake calipers, double exhaust pipe, side spoilers and the GTi logotypes around the car, besides the special suspension, with more rigid adjustments. The fans of those cars will be delighted to know that it’ll be sold only at the three-door version.

Entering this car reveal one of the most beautiful red and black mixtures of the modern cars – some may say Dodge Dart has stronger style, while others could argue 208 is much more discreet. It has some sort of dégradé that removes the excesses of one and the other colors and gives a very good impression: while the black coating and silver from the aluminum details make it very modern, the red parts give a stylish personality. This car has Nappa leather seats with red stitching and special pedals, but its main highlight is another one. Opening the hood we can see the already classical 1.6 THP used in many PSA models, but prepared to achieve 200 hp and 28 kgfm of torque and using a six-speed manual transmission, which allows it to go from zero to 100 km/h (60 mph) at around seven seconds, and beat the first kilometer at 28 seconds. Besides all that, Peugeot will sell a special edition, limited at 50 units, with exclusive wheels and the pearl white paint, navigation system, HDG hifi, numbered plaque and front air intake with the French flag, as used at the concept-car. If you’re one of the lots and lots of people interested in this car, the 208 GTi’s sales start next year.

Peugeot 208 XYBut how about the other version? Yes, that gorgeous purple concept-car is also going to hit the streets. But this one’s main focus is the sophistication. So there’s nothing as spoilers or bigger air intakes, because the 208 XY goes for the customers who prefer a classier style, and followed by plenty of luxury equipments. Which means… Yes, Peugeot has finally stepped into the premium hatchbacks, joining a struggle that has earned a lot of customers since the huge success started by Mini Cooper and Fiat 500. However, the entire car kind of screams that it doesn’t look back to the past when it comes at design: its proposal is much more like what Audi A1 and its PSA “cousin”, Citroën DS3, do: highlight the modernity of its own style. The differences from an usual 208 start at the chromated front air intake, and continue with the 17” wheels with exclusive design, the also exclusive headlights design using LEDs to some of the functions and one of the latest car trends: panoramic sunroof. But it gets better inside: the coating uses even better materials and features the purple stitching, this one to match the color used at other parts around the interior.

Besides that, Peugeot highlights that 208 XY is the second small-sized hatchback in Europe to bring the Park Assist system (the other one is Lancia Ypsilon), whose name explains itself – this equipment is also one of the many uses of the central 7” touchscreen above the console, this one also exclusive for this version. Of course, the fact that this car’s focus is not the performance doesn’t mean at all it’s going to be slow: the diesel options are made by the e-HDI 1.6 with 92 or 115 hp, while the gasoline options use two different engines: they are the 1.6 VTI, with 120 hp, and the 1.6 THP at the standard version, with 155 hp. According to the option, the transmission can be a five or six-speed manual one, or an automatic six-speed one. This car will surely be much more expensive than the standard versions, but this stops being a problem if we remember the public it wants to attract. These wealthier customers doesn’t see the reduced size as a symbol of a cheap car. Concentrating this huge amount of luxury in such a compact car has become a strong trend among the most recent cars specially when it’s covered by this stylish design, because it seems to help the owner to express that stand-out-in-the-crowd desire.

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Friday, July 20, 2012

Peugeot 301

Clique para ver em alta resoluçãoForam reveladas mais imagens oficiais deste sedã, apesar de que seu lançamento ainda vai esperar até novembro, para começar com a Turquia. Ele ganha importância porque seu projeto já nasceu visando as necessidades dos mercados emergentes, e isso converge à informação de que ele tem chances muito altas de também desembarcar no Brasil. Mas enquanto não surge o artigo deste blog com sua foto à esquerda deste parágrafo, vale conhecer desde agora o que este sedã traz de tão interessante. Que não é pouco.

Os lançamentos mais recentes são uma clara mostra de que o mercado europeu não vê os sedãs pequenos e médios com a mesma adoração que os emergentes. Afinal, enquanto 206 (e o 207 brasileiro), 308, C4, Corsa, Clio, Mégane e Punto surgiram em Alemanha, França ou Itália como hatchback e no máximo com a station wagon, seus sedãs vieram de países como Irã, Turquia ou mesmo o Brasil. Mercados como o nosso dão boa aceitação aos três-volumes pela ótima vocação familiar que possuem, em especial quando derivados de hatches já existentes. Afinal, significam somar porta-malas maior àqueles modelos que já “prepararam o terreno” por já terem caído no gosto do público. Sem contar que seus índices de desvalorização e preços de peças e seguro são mais previsíveis do que os de um modelo de mesmo porte mas sem qualquer relação com os dois-volumes. Essa prática de derivar sedãs começou a ganhar força na década passada, mas basta ver uma foto das versões de 206 e Clio para entender que eles levaram um certo tempo até caprichar também na questão do design. Mas também não se pode jogar toda a culpa nos departamentos de estilo.

Peugeot 301A questão é que esses carros até então sequer previam os sedãs no projeto inicial. Isso acarreta a necessidade de projetar toda a parte exclusiva partindo do zero, e como se isso não bastasse ainda existe a barreira dos custos, que só se resolve aproveitando o maior número de peças possível – aqueles dois exemplos citados por último ficaram com as laterais desproporcionais demais porque conservaram até as portas traseiras dos hatches, cujo desenho previa a traseira terminando bem antes que num sedã. Mas como era preciso continuar investindo nos sedãs, foi preciso fazer alguns esforços: agora os sedãs já se preveem desde o começo da maioria dos projetos para que se aproveitem as partes estruturais e da cabine, tornando possível maior esmero no desenho exterior. O 301 é um perfeito exemplo dessa nova situação dos sedãs, porque não só parte da plataforma do recém-lançado 208 como já incorpora a mais nova tendência entre os compactos: ele compete com preço de compacto mas com porte maior visando espaço interno enorme, que ele consegue com êxito. Ou seja, mira em carros como Chevrolet Cobalt, Fiat Grand Siena, Nissan Versa e o fundador desse movimento, Renault Logan.

As fotos já declaram como o 301 se encaixa bem na atual identidade de estilo dos Peugeot. Ele seguiu o caminho da sobriedade, com farois mais horizontais e grade arredondada que em conjunto lhe dão todo um ar imponente, sem exagerar. As laterais têm linha de cintura elevada mas sem excesso de vincos, e ele termina na traseira de mesma altura que o capô, com lanternas que não invadem o porta-malas mas têm desenho interno semelhante ao do 208. A impressão de elegância continua na cabine, cujos 2,65 metros de entre-eixos permitem esperar excelente espaço para cinco pessoas, com direito a porta-malas de 506 litros. Boa aposta também é no bom acabamento, que deve investir na qualidade porque vai atender alguns países europeus, mas também porque ultimamente isso vem se mantendo com maior frequência nos carros que chegam ao Brasil, assim como o pacote de equipamentos generoso. Sob a mesma base também se fará um modelo para a Citroën, mas este terá mais semelhanças com o 301 que com o C3, para permitir que eles disputem mercados bem diferentes um do outro.

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Tuesday, July 17, 2012

Peugeot 308 CC

Peugeot 308 CCOutro francês acaba de fazer sua primeira aparição oficial no Brasil através do site da marca. Depois da pré-estreia num evento realizado há algumas semanas na capital paulista, o belo conversível médio da Peugeot faz seu desembarque no país. Ele dá continuidade à louvável estratégia deles em refinar sua imagem no Brasil ao apostar em unir o estilo já conhecido e aprovado do hatchback ao charme e à elegância dignos de um cabriolet – ou Coupé-Cabriolet, como indica o famoso sobrenome surgido anos atrás com o 206.

É muito interessante de ver como ele não precisou de muitas mudanças no estilo para adotar a nova configuração. Essa versão sempre foi muito bem-aceita no mercado europeu desde os tempos do 307 CC, que também chegou ao país. O modelo novo tem a mesma imponência da dianteira, com o abaulado capô ladeado por farois compridos mas sem excesso de largura. Aliados à grande tomada de ar inferior e ao logotipo da marca envolto em uma grade menor e exclusiva para si, formam um conjunto cuja fluidez se prolonga pelo enorme para-brisa, e chama a atenção de todos sem dificuldade. Ele sempre virá em duas portas mas oferece bom espaço para quatro adultos. Ele é um dos adeptos do teto rígido, cujo acionamento automático o recolhe atrás da cabine sem roubar espaço demais no porta-malas. O bom gosto continua com o uso das rodas aro 18” e itens como LEDs diurnos e spoiler traseiro, que vêm de série pelo fato de o CC seguir a mesma estratégia do sedã de luxo 508, de vir apenas na versão de topo. Isso reforça seu status de sofisticação e refinamento, mas também traz outras vantagens interessantes.

Peugeot 308 CC 1Ele pede R$ 129.990, mas não é difícil justificar esse valor. Ele consegue ser um dos conversíveis mais baratos do país por larga margem, custa R$ 10 mil a menos que o cupê RCZ e ainda traz um pacote de itens impressionante. Motivo? A cabine é a mesma do hatch, mas traz ar-condicionado digital bizona, bancos em couro tendo os dianteiros ajustes elétricos e aquecimento, direção eletroidráulica, navegador GPS, piloto automático, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, sistema de som multimídia com touchscreen de 7” no console central e volante em couro. Já a segurança se garante com freios com ABS, EBD e auxílio de frenagem de emergência, seis airbags e controles de estabilidade e tração. Outro ponto de destaque é que ele também traz toda a eficiência do motor 1.6 turbo já usado em vários modelos do Grupo PSA: sua potência de 165 cv e seu torque de 24,5 kgfm a baixas 1.400 rpm garantem grande dose de diversão, aumentada pela adoção do câmbio automático sequencial de seis marchas que já faz a fama do 408 Griffe THP, por exemplo. É de se esperar que ele não demore muito para chegar às revendas.

Peugeot 308 CC 2Atualização 13/08/2012: Hoje se fez o lançamento oficial do 308 CC. As imagens do artigo foram trocadas.

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Wednesday, July 4, 2012

Minivans médias e multivans

Este segmento veio ao Brasil quase duas décadas depois do surgimento mundial, mas se engana quem pensa que veio com timidez: a confiança dos fabricantes foi tanta que as pioneiras Scénic, Xsara Picasso e Zafira vieram à mesma época (2001) e todas com produção nacional. Os problemas vieram quando o passar dos anos levou o ar futurista do lançamento, o que iniciou a divergência de destinos. Algumas se renovaram mais cedo, outras mais tarde e outras só saíram de cena, mas o fato é que este segmento ainda consegue cativar toda uma legião de famílias.


Chevrolet SpinChevrolet Spin: Nada melhor do que começar com a novata daqui. Este projeto foi feito no Brasil e já segue as tendências da nova GMB, o que explica a redução de custos e a linguagem de estilo. A Spin não é de ganhar prêmios de design porque seu estilo volumoso foca no espaço. Ela ganha pontos por oferecer cinco ou sete bancos com fácil operação e um pacote de itens atraente desde a versão básica. Sob o capô temos o 1.8 de sempre, mas refeito para maior economia e que pode trazer o câmbio automático vindo do Cruze.
 

Chevrolet ZafiraChevrolet Zafira: Suas origens da Opel alemã se revelam nas linhas retas, que nunca surpreenderam mas também parecem que nunca vão envelhecer. Os detratores da Spin podem alegar que a Zafira ainda vence na qualidade geral, decorrente dos tempos em que era carro de luxo. Porém, por mais que sua fartura de itens compense o preço ainda alto, a série Collection já explicita seu fim de produção. Ou seja, é a hora de caçar altos descontos para o modelo comum, ou pagar mais para levar uma das 500 unidades da edição derradeira.
 

Citroën C4 PicassoCitroën C4 Picasso: Ela é a sucessora da Xsara Picasso. Mas aqui elas tiveram preços tão diferentes que puderam conviver sem problemas. Aliás, aqui só está a versão de cinco lugares porque a de sete (Grand) ficou ainda mais acima. Seu jeitão francês aparece no desenho, com um toque esportivo que até hoje chama atenção, mas também na espaçosa cabine: o pacote de itens é completo, mas ganha destaque pela tecnologia embarcada e pelo luxo. O motor também é ótimo, mas vir da França lhe faz tropeçar no preço.
 

Fiat Doblò Adventure LockerFiat Doblò: Se nossas multivans se reduziram a apenas o Doblò, é por culpa dele mesmo: a versão Adventure elevou tanto as vendas que ele absorveu o mercado dos rivais da época, e passou a difundir sozinho a categoria no país. Seu primeiro face-lift mudou apenas o que ele precisava: deixou seu desenho externo muito melhor, mas desde o início suas especialidades são outras: sua cabine é enorme, e leva até sete pessoas com espaço e conforto de sobra. Os motores são ótimos, em especial o 1.8 16v, e os preços são justos.
 

JAC J6: Não se pode negar que sua marca foi ousada em oferecê-la com tão pouco tempo no país. Seu desenho não arranca suspiros, mas também não comete erros. O interior segue a tradição da marca, e vem com um pacote de itens fechado e completo. Seu 2.0 16v que lhe dá desempenho e consumo honestos. E o preço é competitivo, tanto com cinco ou sete lugares – a série Movie agrega DVD player com duas telas de LCD. Mas a origem chinesa e suas desconfianças ainda assustam, em especial nesta faixa de preço.
 

Nissan Grand LivinaNissan Grand Livina: Esta é a versão de sete pessoas, mas sua semelhança com a de cinco se aproxima do conceito usado por J6 e Spin. E, assim como as duas, ela aposta na fartura de itens e motor competente (aqui é um 1.8 16v) a preço baixo. Mas seu estilo é mais elegante que o da GM e a reputação dos japoneses é inversa à dos chineses. Isso ajuda a entender por que é um mistério que ela nunca tenha vendido bem por aqui. Pode ser apenas falta de divulgação, porque se trata de um ótimo projeto e que já até virou flex.
 

MalagrinePeugeot Partner: Há pouco tempo o grupo PSA voltou a brigar com o Doblò no Brasil. Trata-se do irmão de projeto do mesmo Citroën Berlingo que tentou a sorte ao redor do ano 2000, mas agora com um face-lift que lhe deixou mais moderno. Ele é simples mas vem bem-equipado, e no início esses franceses eram os mais indicados a quem queria uma multivan que não chame atenção demais – suas vendas sempre foram boas na Argentina, por exemplo. Temos e versão Escapade para os fãs do visual off-road e motor 1.6 16v flex.
 

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Sunday, June 24, 2012

Peugeot 207 Quiksilver 2012

MalagrineMais uma vez o mercado brasileiro recebe a já famosa série do 207 em parceria com a marca de roupas esportivas. O modelo já aparece no site da montadora, mas é curioso notar que o primeiro anúncio da volta desta série em 2012 havia sido feito várias semanas atrás, durante um evento de surf em São Paulo. Contratempos à parte, não se pode negar que os vários acessórios que ele recebe outra vez lhe caem muito bem, ainda mais em conjunto com o pacote de itens completo. Mas este ano ele trouxe uma novidade interessante.

Como já se comentou anteriormente, a Peugeot e a Quiksilver já operaram em conjunto várias vezes na Europa. Já no Brasil, essa parceria se manifesta desde os tempos do 206, antes do face-lift que valeu ao modelo brasileiro a troca para o nome 207. Então, a série atual parte dos mesmos princípios da edição do ano passado. Os grandes farois receberam máscara negra, enquanto os vários frisos que a linha 2012 deixou na cor do veículo colaboram para um visual bem limpo e estiloso. Aliás, com essas fotos se pode entender por que a marca resolveu pintar essas peças: na parte traseira, por exemplo, entre as lanternas existe uma área bem grande e na cor do veículo, sem o contraste do preto como em outros hatches. Ela passa uma impressão visual de que o carro é maior do que realmente é, mas sem parecer vazia demais porque ainda estão lá os vincos que antes decoravam o então borrachão preto. Ainda temos detalhes cromados atrás e nas laterais e os logotipos da Quiksilver, mas quem rouba a cena são as rodas de liga leve aro 15”: são as mesmas de sempre, mas é incrível como basta a pintura parcial em preto para dar todo um ar diferente.

Peugeot 207 QuiksilverEntrar no carro revela os bancos e tapetes personalizados, outra vez com o logotipo vermelho. Vale comentar que este ano o 207 Quiksilver enfrenta certa concorrência mesmo no nicho em que atua, afinal a Renault se valeu de uma associação parecida para lançar o Sandero Rip Curl. Por mais que ambos estejam no mesmo segmento e ofereçam séries parecidas, o Sandero segue um caminho mais aventureiro, com tendências ao off-road leve que combinam com o aspecto mais rústico da sua versão Stepway. Já o 207 aposta na esportividade, que sempre foi um ponto forte do seu estilo mas agora fica realçada com os acessórios citados. O motor nessas séries não costuma mudar, mas pelo menos ele continuou com o 1.6 16v, que gera 113 cv e lhe leva de 0 a 100 km/h em 9s6 e à máxima de 192 km/h. No entanto, ele também agrada ao aspecto mais racional pelo pacote de itens: temos airbag duplo, ar-condicionado, computador de bordo, direção hidráulica, farois de neblina, freios ABS, trio elétrico, sensores de chuva e crepuscular e sistema de som multimídia com comandos no volante, entre outros. Tudo de série, por R$ 42.490.

O diferencial desta série é que este ano o teto solar voltou, para a alegria de todos. Dessa vez ele abandonou o aparelho que se usa no modelo argentino, em que a cobertura ficava por cima do teto e apenas se recuava sobre ele – por mais vistoso que fosse, não é difícil imaginar que com o passar dos anos tenha problemas de vedação. O aparelho de agora é muito mais compacto, e a peça apenas se escamoteia. Uma curiosidade é que a marca pintou o teto todo de preto, provavelmente para disfarçar esse tamanho reduzido do que realmente se abre. Mas continuou um resultado de bom gosto, e que combina com as três opções de cor: vermelho Aden sem custo extra, branco Banquise por R$ 500 e cinza Aluminium por R$ 1000. Essa série acaba sendo também um último momento de destaque para o modelo, que por mais bonito que ainda seja, não consegue mais disfarçar os quase quinze anos que somam suas fases sob o nome de 206 e de 207. A ótima notícia é que nós voltaremos à sintonia com a Europa com o 208, que será vendido aqui no ano que vem com direito a versão sedã, o 301.

Atualização 16/07/2012: A Peugeot decidiu oferecer o modelo como versão definitiva, sem mudar nada no preço e nem pacote de equipamentos mencionados acima.

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Tuesday, June 19, 2012

Peugeot Boxer 2013

Peugeot BoxerOutro modelo a chegar a 2013 é a van de serviço da Peugeot. Esta versão francesa do Fiat Ducato teve o motor adaptado às normas de emissões Proconve L6 ou Euro 5: ele mantém o 2.3 turbo de 127 cv, mas o torque passou a 32,6 kgfm. Por outro lado, ele adotou o sistema EGR de recirculação de gases, e isso lhe obriga a usar diesel no mínimo do tipo S50. O Boxer tem uma versão Minibus com dezesseis lugares por R$ 87.490 e cinco versões furgão, em três tamanhos e preços iniciais que variam entre R$ 77.390 e R$ 87.990.

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Friday, June 1, 2012

Peugeot 508

Peugeot 508Após tanto suspense, o elegante sedã de luxo francês chega ao lançamento oficial. Ele já aproveita a recente redução de IPI para ficar no preço de R$ 114.900, situando-se assim na segunda faixa de sedãs de luxo à venda no país. Ele vai enfrentar uma concorrência que fica cada vez maior e melhor, mas a Peugeot sabe disso. O 508 chega com uma ótima estratégia de posição, e suas qualidades lhe dão alto potencial para conseguir êxito no sempre valorável objetivo de refinar a imagem da Peugeot no nosso mercado.

Ter este modelo no portfólio brasileiro é uma novidade extremamente agradável para o nosso mercado, pois não se trata de qualquer carro. Seu desenho externo cativa com muita facilidade porque abandonou as formas abauladas e frequentemente exageradas que os Peugeot usaram até alguns anos atrás – aqueles farois enormes até ficam bem num esportivo como o RCZ, mas é claro como destoam de um compacto como o nosso 207. O 508 na Europa substitui de uma vez o belíssimo 407 nas versões de topo e o 607, ficando num nível intermediário. Ele ganha tantos pontos no design por aliar a identidade felina da Peugeot com uma sobriedade que cai muito bem nesta categoria, deixando a veia revolucionária para o igualmente belo irmão de plataforma Citroën C5.

Peugeot 508Categoria que, aliás, vê a estreia da Peugeot brasileira. Trata-se de um segmento aquecido, mas que em números vende pouco, e isso explica o foco dos franceses ao trazer o 508 em dar um toque de requinte à linha, e não em fazê-lo aparecer em cada esquina que se olhe. Isso se faz com a luxuosa cabine que surpreende pelo entre-eixos de 2,82 metros e por sua qualidade, que deu um salto em relação aos antecessores e aposta na fartura de itens: nossa versão é a completa, então temos ar-condicionado quadrizona, banco dianteiro e freio de mão elétricos, central multimídia com touchscreen no painel, controle de estabilidade, teto solar, volante multifuncional. E o toque de distinção se faz com o sistema HUD, que projeta informações do quadro de instrumentos no parabrisa.

A parte de motorização indica que ele não se destina a quebrar recordes de velocidade. Se o 1.6 THP tem força para combinar com o RCZ, leva o 3008 com folga e ainda sobra esportividade para incrementar a imagem do 408 na versão de topo Griffe, num sedã mais pesado como o 508 seu comportamento é surpreendente. Ele não é um foguete, mas conta com suspensão muito bem adaptada ao nosso piso e ajuda do câmbio automático de seis marchas: com isso o motor de 165 cv e 24,7 kgfm parece ter capacidade bem maior. Seu projeto moderno lhe leva de 0 a 100 km/h em 9s2 e à máxima de 220 km/h, mas seu tamanho reduzido lhe dá economia suficiente para não ter a fama de carro gastador que trazem os V6 dos rivais mais caros.

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Wednesday, May 23, 2012

Redução do IPI

Quem não gosta de pagar menos pelo mesmo carro? A nova medida do Governo anula a alíquota para os nacionais até 1.0, enquanto os importados nesta condição também perdem 7%, mas passam a 30%. Já a redução de 5,5% vai para os que usam 1.1 até 2.0, nacionais passando a 6,5% e importados a 35,5%. Os comerciais perdem 3%, nacionais ficando em 1% e importados em 31%. Segue uma lista simplificada das reduções, mas para ver a completa basta clicar nos nomes das marcas para acessar as fontes.


2011 Chevrolet Malibu LTZChevrolet: Celta parte de R$ 24.049, Classic de R$ 25.469, Prisma de R$ 29.342, Corsa de R$ 29.418, Montana de R$ 30.608, Agile de R$ 34.500, Corsa Sedan de R$ 36.038, Cobalt de R$ 37.834, Meriva de R$ 40.310, Zafira de R$ 55.123, Cruze Sport6 de R$ 60.216, Cruze de R$ 62.558, S10 cabine simples de R$ 57.011 e cabine dupla de R$ 64.256, Captiva de R$ 89.900 e Malibu de R$ 99.990. Já Omega e Camaro subiram de preço, passando a R$ 161.000 e R$ 201.000.


Citroën C5Citroën: Considerando os preços básicos, as versões do C3 agora vão de R$ 34.990 a R$ 44.990; C3 Picasso de R$ 45.680 a R$ 57.990, Aircross de R$ 49.130 a R$ 62.040, C4 de R$ 50.890 a R$ 62.320 e C4 Pallas de 56.990 a R$ 62.900. C4 Picasso parte de R$ 79.170, Grand C4 Picasso de R$ 91.820, C5 de R$ 99.160, C5 Tourer 107.890, Xsara Picasso de R$ 45.990 e Jumper furgão de R$ 86.100 e Minibus de R$ 93.550 – o DS3 já incluiu a redução ao pedir R$ 79.990.


Fiat Bravo T-JetFiat: Mille parte de R$ 21.360, Palio Fire Economy de R$ 23.290, Uno de R$ 24.110, Palio de R$ 28.440, Siena de R$ 27.650, Grand Siena de R$ 36.000, Palio Weekend de R$ 39.700, Palio Adventure de R$ 50.750, Idea de R$ 42.370, Punto de R$ 36.970, Bravo de R$ 53.140, 500 de R$ 40.770, Linea de R$ 52.990, Uno furgão de R$ 25.060, Fiorino de R$ 36.890, Doblò de R$ 50.020, Doblò Cargo de R$ 40.460, Strada Fire de R$ 30.640 e Strada de R$ 32.650. Freemont não muda.


Ford New Fiesta SedanFord: Ka continua o mais barato do país, começando em R$ 21.240. E curiosamente a marca não revelou os preços novos das versões sedã de seus carros. Sendo assim, só se sabe que o Fiesta RoCam 1.0 agora parte de R$ 24.800, New Fiesta 1.6 16v de R$ 43.990 e Focus 1.6 16v de R$ 49.990, este recebendo considerável desconto de 11%. Por este mesmo preço também ficou o EcoSport mais barato, que já recebe descontos pela proximidade da nova geração.


Kia PicantoKia: Eles haviam aumentado os preços por causa da alta do dólar, mas curiosamente isso se efetivou no exato dia em que o IPI foi reduzido. O detalhe é que a redução se fez já nos preços aumentados, então fica o mistério sobre se foi apenas uma coincidência inoportuna, ou se foi todo um truque dos coreanos para perder menos. Porém, fato é que o Picanto agora parte de R$ 38.903, Soul de R$ 59.000, Cerato de R$ 52.831 e Sportage de R$ 89.537.


Honda: Um diferencial deles está em já incluir a pintura metálica/perolizada no preço final. City DX fica em R$ 49.610, LX em R$ 54.580 e EX em 61.860; o Fit DX em R$ 47.930, LX em R$ 51.540, EX em R$ 57.480 e EXL em R$ 62.660; Civic LXS em R$ 62.990, LXL em R$ 67.040 e EXS em R$ 79.080. A medida também afetou o mexicano CR-V, que fica em R$ 83.920 para a LX e R$ 102.160 para a EXL. As versões de topo sempre trazem câmbio automático.


JAC: O pioneiro da marca no Brasil é hatchback J3, que agora perde R$ 2.910 e passa a custar R$ 34.990. Já a versão sedã do carro-chefe dos chineses se chama J3 Turin, perdeu R$ 3.000 e ficou em R$ 36.990. O recém-lançado sedã premium J5 já aproveita a chance de perder R$ 3.810 e ficar em R$ 49.990. Já a minivan média J6 perde R$ 3.910 e fica em R$ 51.990, enquanto sua versão de sete lugares, chamada de J6 Diamond, perde R$ 3.510 e fica em R$ 55.990.


Mitsubishi Pajero TR4Mitsubishi: Esta linha tem a curiosidade de os modelos menores virem de fora e os utilitários terem produção nacional. Lancer 2.0 manual começa em R$ 65.690 e CVT em R$ 71.690, Sportback em R$ 139.990 e Evolution X em R$ 206.990. ASX 4x2 em R$ 79.990 e 4x4 em R$ 96.990. Outlander em R$ 99.990, Pajero TR4 4x2 em R$ 62.990 e 4x4 em R$ 73.390, Pajero s 3p em R$ 152.990 e 5p em R$ 173.990, Pajero Dakar em R$ 129.990, L200 Triton em R$ 87.490.


Nissan SentraNissan: March 1.0 começa em R$ 24.990, 1.6 em R$ 33.390 e SR em R$ 37.190, Versa S em R$ 33.490, SV em R$ 38.490 e SL em R$ 41.290, Livina MT em R$ 42.590 e AT em R$ 47.290, Livina X-Gear em R$ 51.990, Grand Livina MT em R$ 51.990 e AT em R$ 57.690, Tiida MT em R$ 46.390 e AT em R$ 55.190, Tiida Sedan em R$ 42.390, Sentra MT em R$ 48.790 e CVT em R$ 53.690, Frontier XE em R$ 87.390, SE Attack em R$ 94.990, LE em R$ 114.290 e LE Attack em R$ 123.890.


Peugeot 408Peugeot: Os modelos 207 e 408 terão a nova alíquota absorvida totalmente pela empresa até o fim do mês de maio, de forma que o hatchback agora tem preço básico de R$ 29.990, em versão XR 1.4 de duas portas. Já o 408 Allure 2.0 16v manual parte de R$ 53.500. Os demais modelos terão a redução de preço referente ao IPI menor mas também um desconto aplicado pela própria marca, de 1,5% para 307, 308, 3008, RCZ e Partner, e de 1% para Hoggar e Partner furgão.


Renault FluenceRenault: Clio parte de R$ 23.760, Logan de R$ 25.780, Logan AT de R$ 38.390, Sandero de R$ 26.280, Sandero AT de R$ 41.350, Sandero Stepway de R$ 40.270, Symbol de R$ 37.310, Grand Tour de R$ 47.860, Fluence de R$ 57.030, Fluence CVT de R$ 62.640, Duster de R$ 48.170, Duster AT de R$ 61.190, Duster 4x4 de R$ 61.470, Kangoo Express de R$ 36.790, Master de R$ 80.970 para chassi/cabine, R$ 83.830 para furgão e R$ 125.400 para Minibus.


Toyota: O Corolla perdeu 7% nos preços: XLI parte de R$ 59.950, GLI de R$ 63.210, XEI de R$ 72.500, XRS de R$ 73.900 e Altis de R$ 81.610. Já a Hilux teve redução de 4%: chassi fica em R$ 81.090, cabine simples em R$ 86.360; cabine dupla parte de R$ 96.410, e fica em R$ 108.950 para a SR e R$ 124.840 para a SRV. No entanto, é uma pena que não vieram redução para SW4, Camry, Rav4 e os modelos Lexus, cujas operações começam oficialmente em 1° de junho.


DB2010AU01217Volkswagen: Gol G4 começa em R$ 24.291, Gol G5 em R$ 27.904, Voyage em R$ 29.913, Fox em R$ 29.490, CrossFox em R$ 47.523, SpaceFox em R$ 42.159, Space Cross em R$ 54.644, Parati em R$ 39.813, Polo em R$ 44.184, Polo Sedan em R$ 46.733, Golf em R$ 49.197, Jetta em R$ 61.172, Passat em R$ 112.677, Passat Variant em R$ 118.657, Tiguan em R$ 106.421, Saveiro em R$ 32.966, Kombi em R$ 43.834 e Amarok cabine simples em R$ 77.762 e cabine dupla em R$ 87.842.


Os dados referentes a Kia e Mitsubishi foram adicionados no dia 24/05/2012.
Os dados referentes à Citroën foram adicionados no dia 25/05/2012.
No dia 06/06/2012 a Mercedes-Benz anunciou que o C180 Turbo parte agora de R$ 125.900 e o smart em versão de entrada começa em R$ 52.900.

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