Showing posts with label série especial. Show all posts
Showing posts with label série especial. Show all posts

Wednesday, January 23, 2013

Peugeot 208 Premier

Clique para ver em alta resoluçãoSe você sempre leu as várias publicações da imprensa especializada sem dar muito crédito aos comentários de que este hatchback é um lançamento de extrema importância para a Peugeot brasileira, o anúncio oficial da série que motiva este artigo é a prova que lhe faltava. Já se sabe há muito tempo que o estiloso compacto francês chega ao país em muito breve, e é justamente por isso que o início de sua produção se fará com toda a pompa e a circunstância que só uma edição limitada consegue providenciar.

Muito já se comentou no artigo prévio ao lançamento do 208 sobre o quão necessária era a sua chegada ao Brasil, por motivos variados. Em tempos de concorrência cada vez mais acirrada, oferecer o produto mais atraente da categoria é um objetivo cuja importância já está superando até a de oferecer o produto mais barato, o que se pode ver como mais uma prova de que nosso mercado continua evoluindo. Infelizmente ainda existe muito o que melhorar, mas não se pode negar que em um aspecto nosso público já se equipara ao dos mercados mais exigentes do mundo: ainda que os carros em questão sejam muito diferentes, o brasileiro em geral já superou a época de ter como prioridade única e inabalável aos fatores racionais, seguidos de perto pelas “leis da sabedoria popular”. Questões como desvalorização, facilidade de revenda ou mesmo o tempo que a marca atua no país estão decidindo cada vez menos compras, e cedendo espaço nos cálculos do consumidor a conforto, desempenho, estilo e sofisticação, entre outros. Isso significa que estamos cada vez mais abertos a experimentar as novidades do setor, o que desencadeia uma série de vantagens: um mercado receptivo estimula que cheguem novas empresas e que as antigas ofereçam novos produtos, tornando a oferta final maior do que nunca. E com cada vez mais concorrentes, não resta outra solução às empresas senão melhorar o que vendem. Mas além da forma óbvia de se realizar essas melhorias, como os aspectos citados que o 208 atende com maestria, outro é a necessidade de cada marca achar a sua forma de se diferenciar.

Peugeot 208 PremierExplicar isso nem requer sair do Grupo PSA: basta envolver o Citroën C3, que é o “primo de projeto” do 208. Ambos compartilham plataforma e trem-de-força, mas cada uma cuidou de todo o demais por si só. Design exterior e interior, oferta de itens e arranjo da lista de versões são elementos muito fáceis de modelar, de forma se trabalha neles para firmar a personalidade que cada carro oferece, de forma que mesmo atuando na mesma faixa de preço, esses dois compactos jamais disputem um mesmo cliente. Ou seja, o nível de tecnologia do C3 ganha uma interpretação muito mais esportiva com o modelo da Peugeot. A série Premier tem previsão de entrega para março, um mês da chegada oficial do 208 ao país, e como era de se esperar vem em tiragem de 208 unidades por R$ 54.990 cada – como a marca fez sua pré-venda pela internet há algum tempo, é de se esperar que todas já tenham dono. Seus itens exclusivos são a cor externa fosca e as rodas diamantadas exclusivas, revestimento em couro para alavanca do freio de mão e parte dos bancos, manopla do câmbio cromada e pedaleiras de alumínio. É um pacote fechado que ainda conta com seis airbags, ar-condicionado bizona, central de entretenimento com touchscreen, Bluetooth e GPS, farois com LEDs, freios ABS com EBD e sensores crepuscular, de chuva e de estacionamento dianteiro e traseiro, entre muitos outros itens. O motor é sempre o 1.6 16v FlexStart, de até 122 cv.

Read more > Peugeot 208 Premier

Thursday, January 3, 2013

Fiat Mille e Uno Xingu

Clique para ver a imagem traseira do UnoVocê lembra da série especial que o Doblò recebeu no final de maio passado? Curiosamente depois de pouco mais de sete meses é que ela se estendeu, chegando agora aos dois hatchbacks que formam a base da gama da Fiat brasileira. Assim como a multivan, Mille e Uno homenageiam o filme que conta a história dos indigenistas Villas-Bôas e da criação do Parque Nacional Xingu, ao mesmo tempo que traz excelente custo/benefício para os veículos com três kits de itens que incluem acessórios exclusivos.

Antes de partir para os comentários sobre a série especial, vale a pena dedicar-se à inevitável comparação entre Mille e Uno porque enquanto o mais novo recebe esta novidade apenas como uma a mais, para o veterano é muito provável que estes sejam seus últimos quinze minutos de fama. Se a completa diferença visual não for suficiente, basta lembrar que o novo Uno chegou ao mercado quando o antecessor completou 26 anos de Brasil. Mas isso está longe de ser um demérito: você lembra que na VW se cogitava substituir o Gol primeiro pelo Polo e depois pelo Fox, mas o sucesso de vendas do veterano acabou fazendo os dois procurarem outros segmentos e conviver com ele? Pois na Fiat quem tem o espírito de Highlander é o Uno original. Ele substituía a linha 147 em 1984 com muitas vantagens e apelo futurista e, assim como o pioneiro de Betim (MG), chegou a formar toda uma família de carrocerias – eram o sedã Premio, a perua Elba e a picape Fiorino. Mas quem resistiu ao passar do tempo foi o Uno Mille, de 1990: era a versão de custo muito baixo que quis aproveitar os então recém-aprovados incentivos fiscais do Governo para carros populares. Foi tão bem-recebida que ganhava cada vez mais prioridade da Fiat à medida que a família Uno envelhecia, com versões mais equipadas mas que nunca perdiam o apelo original.

Fiat Mille XinguAliado ao sempre válido argumento de ser um dos veículos mais baratos do país (por vezes chegando ao superlativo), isso fez o Uno resistir à chegada do Palio, em 1996: a família que o sucessor viria a formar deixou o veterano “órfão”, mas o hatchback sobreviveu como veículo de entrada e apenas chamado de Mille. Suas vendas continuaram tão boas que não se ameaçaram nem com a idade do carro, a ausência de mudanças profundas, a chegada de rivais das outras marcas ou mesmo as versões mais baratas do próprio Palio. Foi um sucesso tão grande que motivou a Fiat a criar uma nova geração para ele mesmo mais de vinte anos depois da chegada da primeira, mas dessa vez focando na categoria de entrada já “de nascença”. Agora com a linha modernizada, a Fiat não depende mais do Mille na categoria de base, de forma que poderá cumprir a obrigatoriedade de freios ABS e airbag duplo em toda a linha sem fazer investimentos caros (mas paliativos) em um modelo já muito antigo. Com isso, a “bota ortopédica” dos anos 80 chega ao que só pode ser sua última novidade, um kit de equipamentos que parte da versão Way. Levando o preço a R$ 27.800, o compacto incorpora de série revestimento parcial dos bancos em veludo exclusivo da série, direção hidráulica, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, predisposição para rádio e travas e vidros dianteiros elétricos.

Fiat Uno XinguCompletando as informações sobre a série especial, o irmão mais novo traz comedimento em mudanças visuais bem parecido, contando apenas com os adesivos da série nas laterais e na traseira, mais especificamente entre maçanetas e as janelas do Uno e acima das soleiras no Mille e na tampa do porta-malas de ambos. Mas além disso o modelo mais novo também traz os bancos com veludo exclusivo com regulagem de altura para o motorista e adiciona computador de bordo, direção hidráulica, farois de neblina, parabrisa com faixa dégradé, predisposição para rádio e travas e vidros dianteiros elétricos. Para o Mille a série vem com o pacote Xingu 1, ao passo que o Uno usa Xingu 2 e Xingu 3, respectivamente para suas opções com motor 1.0 e 1.4. Ainda na ordem, eles levam os preços das versões a R$ 33.620 e R$ 37.185. Em ambas animações, os veículos na cor prata são os exemplares da versão Xingu, ao passo que as demais imagens representam as respectivas versões Way convencionais.

Read more > Fiat Mille e Uno Xingu

Thursday, December 27, 2012

Fiat Palio e Uno Interlagos

Clique para ver em alta resoluçãoQuem disse que a última semana do ano estaria livre de novidades? Quando todos achavam que o ciclo da Fiat para 2012 foi concluído com a série especial do Linea, os entusiastas da marca recebem agora outra grata surpresa. A dupla de hatchbacks homenageia o famoso circuito paulista com a própria edição limitada, que chega ao mercado com uma excelente relação custo/benefício envolta numa embalagem cujo foco é a esportividade. Neste artigo você poderá conferir mais detalhes da oferta que cada modelo faz.

Como já se comentou no texto do próprio Linea Sublime, investir em mudanças profundas demais não é válido porque a intenção destes modelos não é apresentar toda uma nova versão, mas sim um pacote diferenciado com base em uma das que já se vendem normalmente. No caso dos hatchbacks deste artigo, o ponto de partida não poderia deixar de ser a versão Sporting. O primeiro destaque é o exclusivo amarelo Interlagos, que vem como única opção para a série (não confundir com a cor das versões Sporting comuns, o amarelo Indianápolis). O esquema de cores se faz combinando-o com o preto brilhante de detalhes como as capas dos retrovisores e o spoiler traseiro, além das rodas de liga leve com pintura exclusiva. Já o interior traz costuras amarelas em bancos e volante. Outra excelente notícia é que o pacote de itens é completo para ambos, sem opcionais. Isso significa ar-condicionado, conexão Bluetooth, pedaleiras esportivas, vidros e travas elétricos, sistema de som multimídia e todo o pacote visual interno e externo para o Uno por R$ 36.830. Já o Palio agrega comandos satélite do som, retrovisores elétricos e o teto solar Sky Window, ficando em R$ 43.860. Quanto aos motores, o primeiro continua apenas com o 1.4 Fire Evo e o segundo apenas com o 1.6 16v e.TorQ.

Fiat Palio e Uno Interlagos

Read more > Fiat Palio e Uno Interlagos

Thursday, December 13, 2012

Fiat Linea Sublime

Fiat Linea SublimeSéries especiais são um dos vários coringas que as montadoras automotivas aplicam em suas estratégias de vendas. O principal apelo é o toque de distinção que trazem em relação às versões comuns, feito com itens como rodas e cores exclusivas, mas o conjunto se torna sempre irresistível porque tudo isso sempre tem a companhia de pacotes de itens a preços bem menores que os convencionais. Agora a Fiat aproveita a época de fim de ano para oficializar a chegada da primeira edição especial de seu sedã médio no Brasil.

Este toque de distinção mencionado é uma constante entre esses carros, mas é interessante observar que ele pode vir das mais diferentes razões. O Chevrolet Monza 650 dos anos 1990, por exemplo, comemorava a produção de 650 mil unidades do modelo no país. Já a VW fez o Gol “bolinha” homenagear as Olimpíadas de Atlanta e até uma vinda dos Rolling Stones. Por outro lado, a Renault e a própria Fiat fizeram séries especiais de Clio Sedan e Palio apenas porque haviam feito parceria respectivamente com O Boticário e MTV. Nem sempre é necessário apostar em motores novos, exagero na diferenciação visual ou outras ideias similares porque grande parte dos clientes dá mais atenção à melhoria de custo/benefício, na verdade. São pessoas que precisavam apenas de algo que lhes resolvesse a indecisão entre as opções da faixa de preço considerada, ao passo que os que têm a diferenciação como prioridade são minoria. Algumas semanas antes a Peugeot trouxe proposta parecida à deste Linea com seu 408 Limited, mas ali o foco foi aumentar a tecnologia embarcada. O caso da Fiat é um tanto mais amargo porque por mais que seu sedã médio tenha linhas muito bem-resolvidas e conjunto fácil de agradar, sua aceitação pelo público sempre se viu atrapalhada por ter origem no Punto.

Fiat Linea SublimeEnquanto ainda não se sabe se nosso modelo será sucedido pelo Viaggio ou apenas receberá o face-lift do equivalente turco, a série Sublime chega semanas depois da exposição no último Salão do Automóvel, começando em R$ 55.480. Sua base é a versão Essence, mas o maior destaque fica pelo exclusivo branco Kalahari, única opção da série. Vieram também as rodas diamantadas de 17” com parafusos antifurto e sensores de estacionamento traseiros, ao passo que a cabine surpreende com o bonito revestimento de couro Sabbia marrom para bancos, painel e portas. O modelo traz um pacote de itens que inclui apoia-braço central e saída de ar-condicionado adicional para o banco traseiro, mas de resto é o mesmo Linea de sempre, um sedã médio de dimensões um tanto menores que as dos líderes Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Cruze, mas com a vantagem de sua presença menos comum nas ruas preservar sua imagem sem se banalizar. Sem contar na exclusividade do acesso ao clube Fiat L’Unico, que dá uma extensa série de benefícios aos clientes. Com garantia de três anos, o Linea Sublime pode usar câmbio manual ou o recém-lançado automatizado Dualogic Plus, que faz seu preço passar a R$ 58.390 – o motor é sempre o 1.8 16v e.TorQ de até 132 cv.

Read more > Fiat Linea Sublime

Monday, November 19, 2012

McLaren MP4-12C GT3 Can-Am Edition

Click here to see the high-res versionThirty units. After exposing the concept-car at the last Pebble Beach concours, McLaren has decided to sell a limited edition of their dazzling orange and black car. The fans can go crazy as much as they want because the Can-Am Edition will be almost sy reproduced, and this means an astonishing performance under many aspects. The pictures will show what made this car so adored by everyone since the mentioned North-American event, and what will certainly build its way to increase the super sports cars’ history.

McLaren has always been distinguished from the rival automakers about their focus when building a high-performance car. Since they are a competition constructor who also builds street cars, the differences start when remembering that MP4-12C is only their second street car, succeeding only F1 and SLR, but this one being projected in partnership with Mercedes-Benz. So they don’t have to worry with maintaining a fashion image such as Ferrari or Porsche, following a strong visual identity like Mercedes-Benz or even with sharing another cars’ projects because the brand belongs to a big group, like Lamborghini. It’s undeniable that the English car seen at these pictures is as expensive as those brands’ sports cars, but McLaren Automotive can take advantage from this lack of strings to deliver a different perspective of this kind of car. That’s what they made with F1 in the 1990s, which not only kept the Fastest Production car record for many years as also stills surprise the world by construction exclusivities, such as the central driving position, with two occupants travelling behind the driver. This car’s successor doesn’t bring creative innovations like that, but represents the best of today’s technology when it comes to driving performance.

McLaren MP4-12C GT3 Can-AmThe Can-Am edition honors Bruce McLaren and Denny Hulme taking inspiration from the GT3 competition version. It means that this car uses lots of carbon fiber parts, not only in visual parts such as the rearview mirrors but specially at the structural ones, like hood, side radiator and the big rear airfoil: that size comes to generate 30% bigger downforce. This car shares MP4 coupe and roadster’s chassis but received special track wheels, while the huge changes to the exhaust system illustrates how big are the differences under the hood: the twin-turbo 3.8 V8 received a special configuration to deliver 638 hp, making this MP4 the most powerful one ever made. Actually, this car is so powerful that it was decided to keep it away from the streets: as FIA has licensed it only to tracks, they will receive a car with behavior optimized to them: the race car steering wheel is only the first part of a complete competition-like cabin: there are small side windows and special Recaro seats, with much better body support. This car is expected to hit the customers’ garages (unfortunately not the streets) in next March, under the price of 375.000 euros.

Read more > McLaren MP4-12C GT3 Can-Am Edition

Sunday, November 18, 2012

Peugeot 408 Limited

Peugeot 408 LimitedQuem diria que o cronograma da Peugeot guardaria uma novidade para o 408 quase no final do ano? O sedã médio ganha sua primeira edição especial reforçando o “traje esporte fino” que sempre lhe caracterizou. Como as tão aguardadas melhorias de desempenho já vieram com a versão Griffe THP, agora chega a vez de apostar na tecnologia para melhorar o custo/benefício, mas com um toque de exclusividade para terminar de tornar este carro irresistível mesmo competindo em um dos segmentos mais acirrados do país.

As imagens ajudam a comprovar a intenção da Peugeot com este sedã desde a sua estreia no mercado chinês. Depois de uma década de 2000 caracterizada por ressaltar o lado felino da marca com elementos chamativos e uma profusão de vincos fortes e recortes acentuados, os franceses chegaram a 2010 com uma proposta diferente. Jamais cogitaram abandonar a inspiração do animal que ostentam no logotipo da marca, mas passaram a interpretá-la de uma forma bem mais elegante. Cortaram o excesso no tamanho de farois, frisos e lanternas, deixaram os vincos mais retilíneos e ainda conseguiram a medida certa com os detalhes cromados. Por outro lado, ainda aproveitaram a época de renovar alguns projetos para otimizar a oferta: o 508 tomou os clientes que antes se dividiam entre o 607 e o belíssimo 407, enquanto o 408 apostou num estilo muito inspirado no último dos dois mencionados para compensar o fiasco que foi o 307 Sedan. Ou seja, os carros da marca vestiram a esportividade implícita de sempre com elementos de mais classe, para passar a ideia de maior refinamento. É este potencial de sofisticação que a Peugeot busca exaltar com esta série, cuja tiragem estará sugestivamente limitada a 408 unidades.

Peugeot 408 LimitedEste não é um carro que se compra para torcer pescoços com profusões de adesivos chamativos, rodas gigantes ou spoilers espalhados pela carroceria: além da restrição às cores azul ou preta, o sedã se distingue da versão Griffe (da qual a série parte) pela plaqueta que fica à frente dos retrovisores, com o nome da série e o número da unidade. Os fãs da direção esportiva sentirão a falta do famoso 1.6 THP e seus 165 cv, mas é inegável que esta edição combina melhor com o conforto do câmbio automático que comanda o 2.0 16v de 151 cv. Por outro lado, ser uma melhoria da versão de topo significa que seu pacote de série é completo: ele traz alarme, ar-condicionado bizona, bancos de couro, retrovisor antiofuscante e sensores crepuscular e de chuva, entre outros. A segurança se garante com airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS com controles AFU e REF e controle de estabilidade, mas o Limited traz um atrativo a mais: ele troca a tela retrátil acima das saídas de ar por uma touchscreen no próprio console central. Essa mudança caracteriza a adoção de uma central de entretenimento exclusiva: além do que já virou trivial, como navegação GPS, som multimdía e conexão Bluetooth, ele surpreende por trazer leitor de DVD e VCD, entrada e saída auxiliar, saída de som pré-amplificada para subwoofer e até mesmo receptor de TV digital. Tudo por R$ 65 mil.

Read more > Peugeot 408 Limited

Wednesday, November 14, 2012

Fiat Idea, Palio, Punto e Strada Itália

Fiat ItáliaEncerrando o Momento Itália-Brasil, a Fiat acaba de anunciar a última extensão da série especial alusiva. Os quatro modelos continuam focando no custo/benefício, ganhando um pacote que inclui direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos e ar-condicionado, e cuida da aparência com máscara negra nos farois e o emblema da série. Além disso, Idea, Punto e Palio agregam chave canivete, farois de neblina, rádio com MP3 e retrovisores elétricos, os dois últimos com opção de rodas exclusivas. A tabela de preços segue no link deste artigo.

Idea Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 45.070,00
Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália – R$ 32.890,00
Palio Attractive 1.0 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 33.840,00
Palio Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 37.950,00
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália – R$ 40.970,00
Punto Attractive 1.4 - Kit Série Especial Itália 2 (com rodas exclusivas) – R$ 41.870,00
Strada Working 1.4 Cabine Simples - Kit Série Especial Itália – R$ 36.590,00
Strada Working 1.4 Cabine Estendida - Kit Série Especial Itália – R$ 39.640,00
Strada Working 1.4 Cabine Dupla - Kit Série Especial Itália – R$ 44.490,00
Uno Série Especial Itália 1.0 – clique aqui.

Imagens meramente ilustrativas das versões comuns na ordem da lista

Read more > Fiat Idea, Palio, Punto e Strada Itália

Saturday, November 10, 2012

Mercedes-Benz SLS AMG Black Series

Click here to see the high-res versionIt must be impossible to exist a car enthusiast who is indifferent to the sports cars. Each one can prefer off-roads, limousines, crossovers or another particular style, but there’s always a high-performer to build a taste intersection. This is one explanation to the huge expectation created among both the press and the public specially by the big automakers. Now it’s Mercedes-Benz’s  time to direct the spotlights to this very important car: it’s the famous Black Series coming to one of their most charismatic products.

Although each and every sports car has plenty of reasons to attract a customer, there are so many brands and models of them that it becomes very hard for a particular one remain taking the public’s attention through the years. This must be the reason to the arrival of so many special series. They can come to celebrate special events, begin the application of new components or only to spice up the car’s sales – Bugatti Veyron already had dozens of them, for instance. But Mercedes’ Black Series is already known due to the reputation brought by being an improvement of the AMG division, which already represents the high-performance versions of all the brand’s cars. This recipe resulted so attractive that has deserved to be extended to several cars. Therefore, after the huge success with the C-Class Coupé, it was time to see what would happen by combining it to the most powerful car of their showroom. These pictures begin to describe the wonderful result achieved, with the addition of imponent spoilers and bigger air intakes which give an excellent first impression: the car does look different from the conventional SLS, but without the cliché of attempting to resemble a race car. However, the irony of seeing those cars’ official pictures in lots of colors but black may come from avoiding too much resemblance with the famous Brabus special adaptations.

Mercedes-Benz SLS AMG Black SeriesThe most fanatic enthusiats already know that all this aerodynamic kit has much more functions than to make the car take the attentions at the street, though. The Black Series came with several components made of titanium and carbon fiber (the Germans wouldn’t be cruel to the point of only painting those external details in that particular gray) in order to reduce weight, and at the same time there was an engine improvement. Therefore, these three very effective ways of optimizing the performance have maximized the power of the 6.2 V8, which by the way now delivers 622 hp. Using a seven-speed transmission, this car has lowered its own 0-60 mph record to 3s5 and raised the top speed to 196 mph. All of that comes, of course, with a sy-equiped interior, including racing seats with red belts. But driving a car from this level requires bigger concerns with a perfect handling and even better safety, and that’s when Mercedes answers with items such as the modified suspension, to deliver much better behavior, and ceramic calipers to improve the brake system, because of the excellent reputation of these components concerning their operation in high temperatures. This car will hit the European streets only in next June, so there’s no official price defined yet. The SLS AMG must follow the other Black Series members and be sold as a limited edition.

Read more > Mercedes-Benz SLS AMG Black Series

Tuesday, November 6, 2012

Fiat Uno Itália

Clique aqui para ver o interior deste carroChegou a primeira das séries especiais anunciadas pela Fiat no Salão do Automóvel. Depois de Idea, Punto e Palio Adventure, o Uno especial parte do Vivace quatro-portas. Por R$ 31.430 ele traz ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros e travas elétricos, tudo de série. Já o visual ganha rodas de liga leve aro 14” exclusivas, spoiler traseiro e interior em duas cores, com revestimento exclusivo dos bancos. Mas o toque de charme fica pela alusão à bandeira italiana, feita na grade dianteira e até no logotipo traseiro.

Read more > Fiat Uno Itália

Sunday, November 4, 2012

Mitsubishi Lancer Evolution X Carbon Series

Mitsubishi Lancer Evolution X Carbon SeriesQue apaixonado por carros não conhece o que deve ser o modelo mais famoso da história da Mitsubishi? Este é um dos casos de maior sucesso alcançado em menos tempo, porque esse nome começou a se usar em 1992. São vinte anos de uma marca aplicando o melhor que tem a oferecer num três-volumes que virou ícone de dirigibilidade esportiva tanto nas cidades como na terra – esse carro também coleciona títulos de rali. Nosso mercado acaba de receber uma série especial que só realça o que faz a reputação deste carro.

Em momento algum se viu o Lancer Evolution chegar ao mercado com a proposta de quebrar recordes de velocidade. Seu mote está mais para a fascinante habilidade de sua marca em conciliar alto desempenho e preparo técnico dignos de superesportivos para entregar dirigibilidade próxima da de um carro de corrida, mas embalada sobre a carroceria de um sedã urbano. Entretanto, hoje em dia não se pode dizer que essa receita continua sendo seguida fielmente pelo fato de que, como este carro virou um ícone entre os amantes de velocidade (e ainda mais por quem também é adepto do tuning), a Mitsubishi começou a fazer seu esportivo avançar cada vez mais: a fase atual, por exemplo, tem quase todas as peças exclusivas, especialmente porque sua parte mecânica requer mais espaço que a do sedã urbano. Porém, nem por isso ele deixa de lado o conceito que justifica o seu nome: o Evo, apelido criado por seus fãs, sempre manteve uma ligação visual enorme com o Lancer. O esportivo troca de fase tão mais rápido que o urbano que hoje está uma à sua frente mesmo sendo vinte anos mais novo, mas em nenhuma se tomou o caminh da compatriota Toyota, por exemplo: seu igualmente icônico Supra surgiu como uma versão do cupê Celica em 1979, virando um modelo à parte sete anos depois.

Mitsubishi Lancer Evolution X Carbon SeriesVoltando ao Evo X, a série especial que se inaugurou no Salão do Automóvel chega ao país custando R$ 211.990, com tiragem limitada a quarenta unidades. Partindo do esportivo igual ao que já se vendia no Brasil, o destaque desta série especial é justamente o uso de mais peças em fibra de carbono, material famoso por conseguir maior resistência que o aço pesando menos, e portanto famoso também pelo enorme uso em carros de corrida. As lanternas escurecidas e as rodas na cor grafite fazem par visual com o conjunto feito no novo material: spoilers dianteiro e traseiro, entradas e saídas de ar do capô, extrator de ar traseiro, capas dos retrovisores e até o suporte da placa, todos no tom de grafite que já ficou famoso por esse material. O lado interessante é que até a cabine ganhou peças exclusivas, como a parte interna de bancos, volante e colunas, detalhes das portas, console central e a cobertura do quadro de instrumentos. Um dos principais benefícios do uso da fibra de carbono é justamente a redução de peso, então para colaborar com tantas fontes disso a marca trocou teto, capô e paralamas por peças feitas em alumínio. Seu pacote de itens de série é sempre completo, mas o que ganha destaque no Evo X é o motor: feito em alumínio, o 2.0 16v Mivec conta com turbo e intercooler, conta com tração integral e usa um câmbio automático de dupla embreagem e seis marchas, com três modos de operação. Quanto ao desempenho, basta dizer que a Mitsubishi acredita que este é o 2.0 mais potente do mundo.

Read more > Mitsubishi Lancer Evolution X Carbon Series

Saturday, October 20, 2012

Nissan Frontier 10 Anos

Clique aqui para ver em alta resoluçãoDepois de anunciar a edição especial do March em alusão aos próximos Jogos Olímpicos e até mesmo um carro-conceito exclusivo para o Brasil, a Nissan reservará mais uma novidade para este Salão do Automóvel. Trata-se de outra série especial, mas que comemora a primeira década da comercialização da picape média no país. Ainda não será dessa vez que a Frontier vai começar a esperar uma nova geração ou mesmo um face-lift, mas o fato é que esta versão melhora os aspectos em que ela já ganhava destaque.

Depois de vender a primeira geração como importada e ainda sob o nome de Pick-up nos anos 1990, a Nissan passou a oferecer a Frontier como um modelo separado do SUV Pathfinder no final da década. Ganhou uma nova geração já com os traços mais modernos dos anos 2000, e chegou ao Brasil com produção nacional. Isso permitiu que sua marca trilhasse por aqui caminho parecido ao das conterrâneas Honda, Mitsubishi e Toyota, que começaram vendendo um modelo de grande representatividade mundial, e logo fizeram fama pela excelente reputação de resistência mecânica que cultivam há décadas – o caso das últimas duas é mais parecido ao da Nissan porque elas também estrearam com utilitários. A Frontier honrou os predicados de sua marca e viu sua iniciativa prosperar, ganhando várias versões com motores modernos e opções desde a voltada ao trabalho até a destinada ao luxo. A segunda geração chegou no final da década, mas seu impacto foi bem menor que o da anterior. Dessa vez não se tinha um o lançamento de um modelo novo, mas sim a evolução de um conceito que caiu no gosto do público. A Frontier chegava em vários mercados com nomes diferentes mas a mesma construção robusta, de linhas modernas e imponentes mas que guardam semelhança com as antecessoras.

Nissan Frontier 10 AnosEntretanto, a Nissan estende às picapes a prática japonesa de evitar os face-lifts nos carros urbanos. Ou seja, desde 2005 (2008 para o Brasil) as mudanças dessa geração sempre foram pontuais. Isso só mudou um pouco agora, porque a picape trocou o parachoque dianteiro e com isso mudou os farois de neblina e a grade, que ficou mais destacada e ganhou a mesma cor Titanium do suporte da placa. A série vem nas versões comuns da picape em vez de se tornar uma a mais: a SV Attack 10 anos 4x2 parte de R$ 95.990 (R$ 104.190 com 4x4, mas também há a SL automática 4x4 por R$ 124.990, o que só reforça a sua fama de bom custo/benefício. A diferenciação exterior termina com as novas rodas de 18”, o logotipo da série nas laterais e as lanternas escurecidas na SV. Já a cabine ganhou mais detalhes cromados e teve leves retoques no quadro de instrumentos. Fora isso, os itens de série incluem airbag duplo, ar-condicionado bizona, bancos de couro, chave presencial I-Key, computador de bordo e freios ABS com EBD desde a SV, enquanto a SL agrega tela LCD tanto para o sistema de som multimídia como para a câmera de ré e controle de estabilidade. Sob o capô se tem o mesmo 2.5 16v turbodiesel de antes, em duas configurações.

Read more > Nissan Frontier 10 Anos

Tuesday, October 2, 2012

Nissan Sentra Special Edition

Nissan Sentra Special EditionLançado em nosso mercado no começo da década passada, o Sentra pode não ter tido a melhor aceitação de sua categoria, mas não se pode negar que é persistente. Sua marca não poupou esforços nele para agradar o consumidor brasileiro, e considerando que as atuações da Nissan se firmaram no Brasil há poucos anos, é possível afirmar que ele conseguiu sim certo êxito, sem dúvida. Ele já faz parte da paisagem de nossas ruas, mas está prestes a dar um passo bastante importante. Seu antes-e-depois se explica com o texto deste artigo.

A primeira aparição deste carro no Brasil se fez ainda na geração anterior, que em sua história era a quinta. Mas era fácil de ver que se tratava de um carro asiático do começo dos anos 2000 pela falta de personalidade das linhas. Era um sedã confortável e eficiente, mas suas linhas lhe faziam parecer pequeno, sem chamar a atenção. Ele vendeu bem pouco nesse momento, mas a questão era que com isso a Nissan começava a introduzir seu carro em nosso mercado; isso permitiria que a geração seguinte chegasse já com a boa reputação de ter certo histórico no país, em vez de uma imagem de “newcomer” e afastar os clientes mais conservadores, que formam a maioria do público dos sedãs médios no Brasil. Um fato curioso, porém, é que o Sentra atual chegou focando justamente neles mas com um ponto de vista diferente: sua campanha buscava fugir do estereótipo de que sedã médio precisa ser sóbrio demais com o slogan “não é carro de tiozão”. A exploração dessa ideia se justificou pelo desenho do carro, que agora entrava nas tendências de linhas mais retas e angulosas típicas dos carros ocidentais de sua época (vide Chevrolet Vectra 3, Fiat Stilo e Renault Mégane 2), além de várias outras vantagens.

Nissan SentraEntretanto, nem o projeto moderno, produção brasileira, espaço farto ou trem-de-força eficiente permitiram ao Sentra superar a falta de tradição da marca em carros urbanos por aqui. Foi uma pena que sua excelente aceitação por parte da imprensa especializada não tenha se refletido nas vendas, mesmo com tantas qualidades. Sua situação piorou a partir de 2010, com a forte investida das rivais ao trazer modelos do nível de Peugeot 408, Renault Fluence e os novos Honda Civic e VW Jetta, que deixaram o sedã japonês ainda mais combalido. Foi quando ele começou a apostar em séries especiais, seja focando em esportividade com a SR, em luxo com a Unique ou em tecnologia com o pacote Black Mask. Sua novidade de agora é justamente outra edição limitada, mas agora com um gosto especial: a Nissan nunca vai admitir, mas com o Sentra ganhando uma nova geração no resto do mundo, que outro propósito teria a Special Edition senão fazer a despedida da antiga? A lista de itens parte da versão S e adiciona itens como bancos e volante em couro, câmera de ré, chave inteligente I-Key, rodas de liga leve aro 16” e sistema de som multimídia Rockford Fosgate, com touchscreen de 4,3”, amplificador e conexão Bluetooth – as diferenças para a versão SL, de topo, são a falta do teto solar e dos quatro airbags adicionais. O motor é o mesmo 2.0 16v de 143 cv e usa o câmbio CVT, saindo por R$ 62.040.

Read more > Nissan Sentra Special Edition

Tuesday, September 18, 2012

Renault Duster TechRoad

Renault Duster TechRoadA melhor defesa é o ataque. Quem poderia imaginar que uma máxima do xadrez se aplicaria tão bem ao mundo dos carros? Impostos do governo, defasagens do que se oferece lá fora, crises econômicas… Por maior que seja a influência desses fatores, nada afeta com tanta força as estratégias dos fabricantes quanto a reação do público, através da simples livre concorrência. Um primeiro olhar pode dar pouca importância a esta novidade, mas este artigo irá esclarecer o que há por trás desta nova versão do Duster.

Este modelo deve ocupar uma posição bem alta na lista-negra da Ford. Afinal, depois de vários anos rindo à toa com o sucesso de vendas do EcoSport, as primeiras ameaças vieram apenas poucos anos atrás. O Citroën Aircross trouxe desenho diferenciado e de muito bom gosto, mas ainda não era a melhor ameaça. Ela só se fez mesmo com o Duster, cujo ataque passa pelos preços competitivos mas tem como maior destaque o conjunto: se o Ford agrada pela receita de SUV em escala menor, o Duster a evoluiu. O pragmatismo da origem Dacia se converteu em uma rusticidade que acabou seguindo ainda mais fielmente a tal receita dos SUVs compactos. Afinal, o maior tamanho do Duster lhe dá a impressão de carro mais caro, enquanto a ausência da profusão de vincos e recortes para reduzir custos lhe deram aspecto mais limpo. Some isso à suspensão elevada, tração 4x4, adereços visuais de bom gosto e motores eficientes, e está explicado o catapultamento de vendas que chegou a tirar a liderança mensal do agora arqui-inimigo. Entretanto, mesmo que a iminência da nova geração do EcoSport não fosse segredo para ninguém, o Duster não esperava que a Ford usasse estratégia parecida.

Renault DusterO novo EcoSport investiu pesado na parte de requinte e tecnologia, que não por coincidência é o ponto fraco do rival. Fica difícil levar um carro cujo projeto inicial focava exclusivamente no baixo custo, quando se tem uma opção similar em preço mas que conta com estilo sedutor e fartura dos itens que enchem os olhos dos mais jovens, então a defesa da Renault contou com melhorias neste aspecto. Como ainda não é hora de mudar o estilo, suas novidades vieram em uma série especial. Limitada a 4.500 unidades, a TechRoad traz máscara negra nos farois, rodas escurecidas e adesivos da série, mas seu destaque é a central de entretenimento multimídia. Trata-se de uma touchscreen de 7” que requis um console central exclusivo e comanda a conexão Bluetooth, o navegador GPS MediaNav e o sistema de som, que tem entrada USB mas não para CD. Os demais equipamentos são os vistos na versão Dynamique, e incluem ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e volante em couro, entre outros. A série TechRoad pode vir com o motor 1.6 16v por R$ 54.800 e 2.0 16v por R$ 58.450, em que esta última ainda pode ter câmbio automático por R$ 62.150. Ela só pode vir com tração 4x2, mas outra novidade interessante é que a partir de agora a mesma central nova será um opcional para a versão 4x4, por R$ 500.

Read more > Renault Duster TechRoad

Sunday, September 16, 2012

Audi R8 Special Edition

Audi R8 Special EditionÉ interessante como o esforço de uma marca em exaltar um modelo cresce de forma quase exponencial, à medida que a faixa de preço aumenta. Por mais que vários carros mais acessíveis também tenham uma história repleta de edições especiais com os mais diversos temas, sobretudo na Europa, os superesportivos são campeões nisso. Suas marcas aproveitam que esses carros possuem valor emocional enorme, então sempre buscam novas formas de aumentar a sensação de “topo do mundo” que acompanha suas chaves.

Para os compradores de carros mais convencionais realmente se torna difícil de entender o que ainda é possível fazer em carros de mais de meio milhão de reais com a tal finalidade de que eles se distingam ainda mais, mas o fato é que parte dessa resposta se encontra na própria pergunta: quanto mais dinheiro se tem envolvido, mais fácil fica atingir um objetivo determinado, pelo menos neste caso. Assim como um Land Rover retribui seus preços com um desempenho off-road incomparável ou um Rolls-Royce se paga com a classe e a durabilidade já lendárias, os esportivos de nível mais alto buscam justamente oferecer uma performance indefectível. O trabalho que a Audi vem fazendo com o R8 merece aplausos não só pelo produto em si, como principalmente pelo contexto que ele na verdade não tem. Porque não se trata de uma marca com a tradição da Porsche ou uma cujo foco é outro mas tem todo um histórico no ramo dos esportivos, como a Mercedes-Benz. A Audi sempre se especializou em requinte e qualidade geral, e mesmo que seu êxito com as linhas S e RS seja grande, o R8 é um caso totalmente diferente. Um esportivo de nascença foca em um público muito diferente, que se dispõe a pagar muito mas também exige muito mais que os que levam uma versão preparada de um dos carros de rua.

Audi R8 Special EditionParte desses requerimentos especiais é que o carro não só corra muito como o faça muito bem. Estilo e luxo interior são itens de lei mas não as prioridades, e é isso que explica o fato de o R8 SE ter ganhado tão pouco na parte visual: ele vem apenas na cor branco Ibis e traz rodas aro 19” em preto fosco com pinças vermelhas. Entretanto, se por fora ele pode ser confundido com um R8 comum, basta dirigí-lo para começar a sentir as diferenças. Este modelo parte da versão V8 e tem como destaque o kit de itens de performance da empresa MTM (Motoren Technik Mayer), uma das melhores preparadoras alemãs. Temos filtros especiais para maior admissão de ar e escapamento esportivo, que traz ponteira dupla e abertura de válvulas a partir de 3.000 rpm, conseguindo um som de motor mais encorpado – aí está uma prova da importância do tal quesito emoção. Falando em motor, o 4.2 FSI passa a gerar potência e torque de 450 cv e 45,9 kgfm, força que lhe permite aceleração de 0 a 100 km/h em 4s2 e velocidade máxima de 310 km/h, sempre com câmbio manual e na carroceria cupê. O pacote de equipamentos completo termina de justificar os R$ 558 mil que este carro pede. Ele vem em tiragem de apenas quinze unidades, com direito a plaqueta numerada no painel.

Read more > Audi R8 Special Edition

Wednesday, August 22, 2012

Citroën C4 Picasso La Luna

Citroën C4 Picasso La LunaOs lançamentos mais recentes de carros no Brasil vêm aumentando uma oferta que sempre foi muito comum no mercado europeu: as formas de abrir o teto. Até pouco mais de uma década atrás as possibilidades eram mínimas e caras, mas era curioso de ver que seus admiradores sempre foram muitos. Com isso, bastou um modelo aqui e outro ali tomarem uma iniciativa mais forte, e hoje em dia já se podem ver esses itens até em modelos mais baratos. Mas a novidade da Citroën agora vem para a outra ponta da gama.

Por mais que os conversíveis até hoje sejam a opção mais indicada aos que apreciam dirigir ao ar livre, eles em geral são carros de preço alto e oferta reduzida, porque a maior parte dos consumidores prefere a funcionalidade de carros como minivans, peruas ou sedãs. O teto solar surgiu, algum tempo depois, primeiro em lona e depois rígido, justamente como uma primeira tentativa de conciliar as duas coisas, porque permite efeito parecido mas podendo se adaptar a quase qualquer modelo. Os europeus logo adoraram a ideia porque era mais uma forma de aproveitar seu escasso sol, mas no Brasil a situação foi outra. O sucesso do apelido maldoso que ganhou o Fusca com esse item não só enterrou sua oferta de vez como pareceu encerrar a carreira geral do teto solar no país. Somente os anos 1990 começaram a mudar a mentalidade do povo, porque boa parte de todos aqueles recém-chegados que aproveitaram a reabertura das importações contemplava o equipamento e o tratava como artigo de luxo, de forma que este foi o ponto em que ele começou a ter o status que perdura até hoje. Porém, assim como câmbio automático, motor flex e até mesmo airbag, o início do seu caminho foi sinuoso.

Citroën C4 Picasso La LunaFalhas de acionamento, manutenção cara e difícil, problemas de vedação e a consequente ferrugem assombraram os primeiros usuários do teto solar por alguns anos, mas os fabricantes não desistiam. Ele em geral ficou restrito às versões mais caras dos modelos de topo, nem que fosse apenas por questões de imagem, mas os meados da década passada tiveram um divisor de águas. O inusitado sistema de lâminas escamoteáveis do Fiat Stilo agradou tanto que a marca não hesitou em logo depois oferecer um sistema diferente em Idea e Punto, mas com resultado similar. Esta foi a iniciativa que aos poucos reconstruiu a fama do item no país, mas ainda havia o problema do preço. Claro que sempre havia a opção de um aparelho menor, mas ninguém gostaria de retomá-lo depois do costume com o belo efeito visual do modelo panorâmico. Foi quando algumas marcas começaram a experimentar a solução do chamado parabrisa panorâmico. As tendências mais recentes já vinham trazendo vidros dianteiros cada vez maiores, então não foi difícil aderir a uma grande extensão que não se abre, mas se prolonga pelo teto. Os níveis vão desde o do novo C3 até o do Peugeot 308.

O caso da C4 Picasso não é 100% igual ao destes últimos porque são duas peças separadas (existe conexão visual no lado de fora, porém), apesar de que isso permitiu manter os parassois e a luz de cortesia. Como de praxe, o vidro tem alta resistência e grande transparência para conseguir vista e luminosidade inéditas, mas quando não forem desejadas basta recolher uma cobertura deslizante. Este equipamento é o destaque da mais nova série especial da minivan, que faz lembrar a Solaris dos irmãos C3 antigo e C4 hatchback. No caso da Picasso, ela ainda lhe inaugura a cor branca das fotos, chamada de Blanc Banquise, e o sistema de som com conexões Bluetooth e USB. Um excelente destaque que se mantém é a fartura de itens de série, com ar-condicionado digital, controles de estabilidade e tração, direção elétrica, freios com ABS e EBD, rodas de alumínio de 17” e trio elétrico, entre outros. O motor é o mesmo 2.0 16v de sempre, com 143 cv e torque de 20,4 kgfm, e usa câmbio automático sequencial de quatro marchas com comandos no volante. O novo modelo custa R$ 92.200 e tem garantia de três anos sem limite de quilometragem.

Read more > Citroën C4 Picasso La Luna

Thursday, August 16, 2012

Mini Cooper Goodwood

Clique aqui para ver em alta resoluçãoEmbora os fabricantes de carros travem uma briga tão constante quanto ferrenha pelas maiores vendas, é agradável ver que volta e meia surgem modelos com objetivo um tanto diferente. Claro que ninguém estimula o sucesso dos rivais em detrimento do próprio, mas casos como o deste Cooper merecem admiração. Enquanto a Fiat honra suas raízes homenageando Ferrari e Maserati com seu 695 Abarth, os ingleses da Mini fizeram um tributo à sua conterrânea, do qual agora os brasileiros também podem desfrutar.

Nos dois casos citados, as homenagens são feitas por marcas pertencentes ao mesmo conglomerado dos alvos, de forma que isso pode parecer tão trivial quanto um grupo de funcionários prestigiando um colega de trabalho. Contudo, essa ideia ganha mérito pela questão de reconhecer publicamente os valores que fizeram a fama da outra marca. Por exemplo, o 695 ganhou preparação mecânica mais apurada e a clássica cor vermelho-vivo para aludir à esportividade da Ferrari, e isso não só conferiu prestígio à marca de Maranello como deu um excelente destaque ao modelo da Fiat, criando uma via de mão dupla que também beneficia os compradores ao trazer a possibilidade de adquirir um modelo de caráter exclusivo, e também por preço bem menor que o alvo exaltado. A Rolls-Royce tem fama mundial pelo luxo extremo de seus modelos, então aplicar isso ao Cooper não afetou demais o seu desenho. O destaque é que por trás das exclusividades como a prestigiada cor Black Diamond, as rodas de 17” e o logotipo Goodwood nos paralamas dianteiros se encontra nada menos que o Cooper mais luxuoso de todos os tempos.

Mini Cooper GoodwoodSe por fora ele segue a discrição de todo bom carro de luxo, a cabine começa a chamar atenção pelo revestimento de todo o ambiente em bege Cornsilk, cor exclusiva da homenageada. Ele faz inusitado par com a profusão de elementos redondos do compacto, dentre os quais o detentor de maior atenção é a tela de LCD da central multimídia circundada pelo estreito conta-giros – ladeado por duas saídas de ar igualmente circulares, há quem ache este conjunto parecido ao Mickey Mouse. O contraste visual se faz com o volante e outros detalhes em preto, mas o painel volta a roubar as atenções com o revestimento em madeira nobre, item que vários carros imitam com plástico para tentar se aproximar da sensação de requinte que a peça original sempre traz. Já outra especialidade se desfruta entrando de fato no carro, mas de preferência sem calçados: os tapetes são feitos de lã de carneiro. O Mini Cooper Goodwood usa o 1.6 turbo das versões S, com 184 cv e câmbio automático de seis marchas. O país terá apenas seis unidades dessa edição, mas já se sabe que o seu nível de imagem se volta aos que não veem motivo de alarde no preço de R$ 189.950.

Read more > Mini Cooper Goodwood

Thursday, July 19, 2012

Land Rover Freelander Dynamic

Clique para ver em alta resoluçãoPouco depois das notícias de que planeja produzir o Freelander na fábrica que construirá no Brasil, a Land Rover agora parece que quer tornar o modelo mais familiar ao nosso público. Afinal, acabam de anunciar que, das 700 unidades desta série limitada que serão distribuídas ao redor do mundo, noventa serão destinadas ao Brasil. Trata-se de um SUV de porte médio mas que apresenta alto nível de luxo e desempenho. Esta edição especial não só reforça essas qualidades como lhe dá um ar esportivo de muito bom gosto.

Por fora ele recebeu um bonito pacote de adereços visuais, composto por grade dianteira pintada de preto, parachoques de desenho mais agressivo, belíssimas rodas de liga leve aro 19” escurecidas e spoilers laterais e traseiro. Não são mudanças que lhe façam parecer um carro de corrida, mas na verdade seu objetivo nunca chegou nem perto disso. A ideia da série Dynamic é insinuar a esportividade, indicando que um SUV também pode ter seus arroubos de esportividade urbana sem em momento algum deixar as qualidades tão bem representadas pelos veículos desta marca inglesa. Ou seja, ele é a opção mais indicada aos que gostam dos Land Rover e que valorizam desenho mais caprichado que o de um Discovery, mas não se atreveriam a desfilar com o ímã de olhares que é o irmão mais novo, o Evoque. Por outro lado, este último foi quem cedeu ao Freelander as três opções de cor que oferece nesta versão: Barolo Black, Firenze Red e Mauritius Blue. Cada unidade virá por R$ 170 mil, preço que não se torna elevado ao considerar todo o nível de qualidade que esse modelo apresenta.

Land Rover Freelander DynamicAliás, provavelmente é o preço mais amistoso que faz a Land Rover inclinar-se em favor dele ao apontar o carro que será produzido no Brasil, porque como eles estarão começando as operações do zero, convém produzir um modelo de volume de vendas mais expressivo. Fato que, por sua vez, leva a discutir se não seria mais válido produzir o Evoque, devido ao seu status de vedete do momento. Mas as influências do novato terminam quando se entra no Freelander Dynamic. A cabine abusa dos revestimentos em couro e ainda combina a cor preta com mesma do exterior, formando um ambiente muito bonito. Seu pacote de equipamentos é completo, e isso não só inclui diversos itens de conforto, luxo, segurança e tecnologia como os responsáveis pela fama dos carros desta marca: a tração 4x4 é regida pelo sistema Terrain Response, que permite ao motorista regular variados parâmetros de dirigibilidade do carro apenas escolhendo através de um botão no painel o solo sobre o qual trafegará, entre areia, asfalto, lama e terra. Seu motor é o 2.2 turbodiesel de 190 cv.

Read more > Land Rover Freelander Dynamic

Thursday, July 5, 2012

Chevrolet Meriva e Zafira Collection

Chevrolet Meriva e ZafiraQuem refrescar a memória vai lembrar que vinte anos atrás a Chevrolet tomou a tardia mas ainda difícil decisão de finalizar o saudoso Opala. Esse modelo significou tanto para eles que sua despedida mereceu a série Collectors. Anos depois, a marca promoveu edição similar para o Vectra nas duas últimas gerações… e agora essa tradição se estende às duas minivans que aqui figuram. Ela traz até alguns itens exclusivos para os donos, e as fotos oficiais você pode ver acessando o link completo deste artigo.

Os primórdios da nossa Meriva são motivo de certo orgulho. Partindo da base do Corsa de terceira geração (segunda para nós), seu desenho teve colaboração da Opel alemã mas foi um dos primeiros a serem feitos no Brasil, com ideia de ser vendido tanto aqui como na Europa. O resultado foram estas linhas modernas e que se encaixavam muito bem nas tendências dos anos 2000, sem aproveitar nada do exterior dos Corsa. Isso lhe deu identidade visual com o hatch e o sedã mas mantendo uma personalidade própria, que mesmo depois de dez anos com apenas uma troca de grade dianteira ela não parece tão envelhecida como algumas rivais da época. A Meriva também agradava pelo sistema FlexSpace de modulação dos cinco bancos, entre outras qualidades que lhe ajudaram a popularizar as minivans compactas no país. É uma pena que em poucos anos o modelo europeu recebeu evoluções que nós nunca chegamos perto de ter, mas fato é que no Brasil ela se destacou pelo excelente custo/benefício, aliado pelas opções de motor 1.4 e 1.8. Na época do seu auge ela chegou a ter motor 1.8 16v e até uma versão SS, com vários acessórios esportivos.

MerivaJá a irmã maior surgiu aqui apenas um ano antes, embarcando na primeiríssima leva de minivans a desembarcar no país com produção nacional. A Zafira foi um dos últimos frutos da famosa Chevrolet brasileira dos anos 1990, que nesta vez colocou seu logotipo na minivan Opel que partia do Astra de segunda geração, com intenção de combater Citroën Xsara Picasso e Renault Scénic. Se as francesas impressionavam com o estilo orgânico e inovador, a alemã radicada no Brasil compensava o estilo mais comedido não só trazendo os sete lugares que aquelas não ofereciam, como também surpreendia com o sistema Flex7. Ele foi o inspirador do usado na Meriva, e ganhou amplos méritos por permitir ao dono configurar a espaçosa cabine com facilidade, rebatendo e/ou removendo os bancos traseiros da forma mais conveniente para cada momento. Aliando isso ao vigor dos motores 2.0 (no começo ela chegou a oferecer um 16v) e aos itens de luxo, torna-se fácil explicar o tamanho do seu sucesso: ela não só viu as duas rivais saírem de linha como desbancou algumas importadas e até hoje continua firme e forte na liderança do segmento.

O grande problema é que a concorrência se moderniza, mesmo no ritmo particular do mercado brasileiro. Por mais glorioso que tenha sido o passado dessas minivans, a tendência seria de perderem cada vez mais espaço. Também por aspectos como normas ambientais e de segurança, mas mesmo o apelo ao custo/benefício deixa de interessar em faixas de preço mais elevadas, porque a exigência destes clientes é sempre maior. É lamentável que não possamos desfrutar das Meriva e Zafira que os europeus dirigem nos dias de hoje, mas não se pode negar que as qualidades apresentadas pela Spin para tomar o lugar das duas são muito mais condizentes com o nosso mercado. Ela não será o tipo de carro que se vende pela sedução do estilo, mas sim por aspectos como conforto, espaço interno, manutenção fácil e a sempre interessante redução de custos trazida pela oferta de um único carro, em que o aato e o sétimo lugares são apenas montados sobre o porta-malas da versão de cinco. Esta mudança de conceitos reflete a decisão da Chevrolet por atualizar seu produto, mas sem perder de vista as características do mercado onde atuará.

ZafiraA série Collection terá tiragem limitada em 500 unidades para cada carro, ambos com o emblema da série nas portas dianteiras e sempre na cor exclusiva cinza Rusk, metálica. Os R$ 42.290 pedidos pela Meriva sugerem que ela sairá de cena na versão de melhor custo/benefício: apenas com o 1.4 de 105 cv, ela traz airbag duplo, alarme, ar-condicionado, direção hidráulica, farois halógenos com ajustes elétricos, rodas de liga leve aro 15”, sistema de som multimídia com conexão Bluetooth, quatro alto-falantes e quatro tweeters e trio elétrico. Já a Zafira pede R$ 68.990, deixando claro que a sua aposentadoria será em grande estilo: ela mantém o 2.0 de 140 cv e soma ao pacote anterior alarme com ultrassom, airbags laterais, ar-condicionado digital, farois de neblina, freios ABS, rodas usinadas aro 16” e travamento das portas quando em movimento. Um mimo interessante é que o dono receberá um chaveiro especial em couro e manual encapado no mesmo material – este último virá com a identificação do carro, de 001 a 500. Os preços citados não incluem frete.

Read more > Chevrolet Meriva e Zafira Collection

Monday, June 25, 2012

JAC J6 Movie

JAC J6 1Minivans são as mais dedicadas às famílias entre todos os carros. É o que motiva as diversas versões dedicadas aos ocupantes dos bancos traseiros. A J6 aderiu a essa ideia com a série Movie. Além dos itens de série de sempre, ela adiciona reprodutor de DVD com duas telas de LCD como se vê na foto que segue, uma atrás de cada encosto de cabeça dianteiro, e dois pares de fones de ouvido sem fio. Além disso, temos bancos de couro, frisos laterais e vidros peliculados. Ela vem com cinco lugares por R$ 53.800 e com sete por R$ 55.800.

JAC J6 2

Read more > JAC J6 Movie

Sunday, June 24, 2012

Peugeot 207 Quiksilver 2012

MalagrineMais uma vez o mercado brasileiro recebe a já famosa série do 207 em parceria com a marca de roupas esportivas. O modelo já aparece no site da montadora, mas é curioso notar que o primeiro anúncio da volta desta série em 2012 havia sido feito várias semanas atrás, durante um evento de surf em São Paulo. Contratempos à parte, não se pode negar que os vários acessórios que ele recebe outra vez lhe caem muito bem, ainda mais em conjunto com o pacote de itens completo. Mas este ano ele trouxe uma novidade interessante.

Como já se comentou anteriormente, a Peugeot e a Quiksilver já operaram em conjunto várias vezes na Europa. Já no Brasil, essa parceria se manifesta desde os tempos do 206, antes do face-lift que valeu ao modelo brasileiro a troca para o nome 207. Então, a série atual parte dos mesmos princípios da edição do ano passado. Os grandes farois receberam máscara negra, enquanto os vários frisos que a linha 2012 deixou na cor do veículo colaboram para um visual bem limpo e estiloso. Aliás, com essas fotos se pode entender por que a marca resolveu pintar essas peças: na parte traseira, por exemplo, entre as lanternas existe uma área bem grande e na cor do veículo, sem o contraste do preto como em outros hatches. Ela passa uma impressão visual de que o carro é maior do que realmente é, mas sem parecer vazia demais porque ainda estão lá os vincos que antes decoravam o então borrachão preto. Ainda temos detalhes cromados atrás e nas laterais e os logotipos da Quiksilver, mas quem rouba a cena são as rodas de liga leve aro 15”: são as mesmas de sempre, mas é incrível como basta a pintura parcial em preto para dar todo um ar diferente.

Peugeot 207 QuiksilverEntrar no carro revela os bancos e tapetes personalizados, outra vez com o logotipo vermelho. Vale comentar que este ano o 207 Quiksilver enfrenta certa concorrência mesmo no nicho em que atua, afinal a Renault se valeu de uma associação parecida para lançar o Sandero Rip Curl. Por mais que ambos estejam no mesmo segmento e ofereçam séries parecidas, o Sandero segue um caminho mais aventureiro, com tendências ao off-road leve que combinam com o aspecto mais rústico da sua versão Stepway. Já o 207 aposta na esportividade, que sempre foi um ponto forte do seu estilo mas agora fica realçada com os acessórios citados. O motor nessas séries não costuma mudar, mas pelo menos ele continuou com o 1.6 16v, que gera 113 cv e lhe leva de 0 a 100 km/h em 9s6 e à máxima de 192 km/h. No entanto, ele também agrada ao aspecto mais racional pelo pacote de itens: temos airbag duplo, ar-condicionado, computador de bordo, direção hidráulica, farois de neblina, freios ABS, trio elétrico, sensores de chuva e crepuscular e sistema de som multimídia com comandos no volante, entre outros. Tudo de série, por R$ 42.490.

O diferencial desta série é que este ano o teto solar voltou, para a alegria de todos. Dessa vez ele abandonou o aparelho que se usa no modelo argentino, em que a cobertura ficava por cima do teto e apenas se recuava sobre ele – por mais vistoso que fosse, não é difícil imaginar que com o passar dos anos tenha problemas de vedação. O aparelho de agora é muito mais compacto, e a peça apenas se escamoteia. Uma curiosidade é que a marca pintou o teto todo de preto, provavelmente para disfarçar esse tamanho reduzido do que realmente se abre. Mas continuou um resultado de bom gosto, e que combina com as três opções de cor: vermelho Aden sem custo extra, branco Banquise por R$ 500 e cinza Aluminium por R$ 1000. Essa série acaba sendo também um último momento de destaque para o modelo, que por mais bonito que ainda seja, não consegue mais disfarçar os quase quinze anos que somam suas fases sob o nome de 206 e de 207. A ótima notícia é que nós voltaremos à sintonia com a Europa com o 208, que será vendido aqui no ano que vem com direito a versão sedã, o 301.

Atualização 16/07/2012: A Peugeot decidiu oferecer o modelo como versão definitiva, sem mudar nada no preço e nem pacote de equipamentos mencionados acima.

Read more > Peugeot 207 Quiksilver 2012
 
 
Copyright © blog
Blogger Theme by Blogger Designed and Optimized by Tipseo