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Saturday, January 26, 2013

Toyota Prius

Toyota PriusEsqueça o breve período em que este carro só foi visto nas ruas da capital paulista e com a cor branca e os adesivos obrigatórios para o uso como táxi. O híbrido mais famoso do planeta agora desembarca em nosso mercado com disponível para qualquer motorista, dando mais um passo de grande importância para a introdução definitiva de veículos mais ecológicos em nosso país. Mas além de todo o enorme carisma que esse carro apresenta, este artigo irá mostrar um pouco do que faz do Prius um carro tão adorado.

Entrar no mundo dos carros elétricos e híbridos requer ver o conceito de carro de uma maneira totalmente nova. Aqui a função de transportar não tem como segunda prioridade desempenho, luxo ou preço baixo como normalmente se vê, mas sim à eficiência. Estes carros focam em realizar sua função principal com os menores consumo de combustível e emissão de poluentes possíveis, de forma que aqui são os outros aspectos que fazem concessões a aqueles. Tudo isso parece muito interessante de ver, mas já representou grandes dificuldades nos primórdios do carro elétrico moderno. A questão é que essa tecnologia só voltou a se desenvolver com mais força na década de 1990, de forma que ainda não existia nada avançado demais. Em outras palavras, o famoso Saturn EV1 e seus contemporâneos não podiam escapar de baterias caras e pesadas, autonomia curta, desenho desagradável e custos altos para comprar e manter, um pacote não exatamente sedutor. Claro que a imagem de famosos comprando carros ecológicos para uso pessoal trouxe ajuda enorme à sua popularidade, mas isso não surgiu já de início. Como as marcas continuavam a investir nessa tecnologia, ela só prosperou quando as mencionadas concessões por parte do consumidor começaram a diminuir.

Toyota Prius 1A fama mundial do Prius só foi começar com a segunda geração, de 2003: o desenho ficava muito mais caprichado, as baterias permitiam maior autonomia e a habitabilidade foi melhorada. Sem contar que neste momento já existiam cada vez mais concorrentes, como o Honda Insight. O futuro desses carros passou a ser ganhar as mais variadas melhorias, porque isso só lhes deixou mais próximos do que o cliente sempre esteve acostumado: era difícil fazê-lo trocar o carro com o qual tem costume por modelos que tinham aquelas desvantagens. Hoje em dia já se provou que tudo isso ficou no passado, primeiro para os híbridos e depois para os elétricos, mas existem concessões “menos graves” que ainda não se podem dispensar mas estão longe de trazer problemas. Um caso é o estilo do Prius: assim como em Leaf, Volt e similares, apurar a aerodinâmica é fundamental para evitar que o arrasto desperdice energia. Aqui se usa o chamado Kammback, em que a suave ascensão da dianteira à capota simula a forma ideal de uma gota, mas termina num corte traseiro bem abrupto; é provado que assim se consegue efeito muito parecido ao de prolongar sua queda até o final. Se o segundo Prius trazia visual ainda insosso, a fase atual deu grande atenção a estilizar tudo o que não implique em fugir do tal formato: itens como os farois recortados, lanternas transparentes e laterais imponentes trazem semelhança com modelos esportivos.

Toyota Prius 2Entrar em carros mais ecológicos já não impressiona tanto, e isso é excelente. Afinal, ainda não se veem ambientes de luxo, mas sim o mesmo que trazem carros a combustão com porte similar, talvez com um toque extra de modernidade por causa das telas em LCD do Prius. O modelo brasileiro traz pacote muito parecido ao dos demais com preço ao redor dos R$ 120.830 que pede, em que os destaques são bancos e volante em material sintético ecológico, sistema de som multimídia com Bluetooth e mapas, entrada sem chave, heads-up display (HUD), sete airbags, freios ABS com EBD e controles de tração e estabilidade, entre outros. Há o motor de ciclo Atkinson a gasolina e o elétrico de 650 V de potência, que combinados geram um máximo de 138 cv, com câmbio CVT. Não é um número surpreendente porque o sistema nunca chega a usar os dois motores nas faixas de potência máxima. Também existe a frenagem regenerativa, o que permite explicar o esquema de funcionamento desse carro como se vê em seu hotsite: a partida e o uso em baixas velocidades se fazem somente no modo elétrico. Em velocidade constante os dois motores se revezam segundo o que for mais eficiente, as altas acelerações usam a maior força do motor a combustão, as desacelerações são aproveitadas para recarregar as baterias e ao parar o carro se usa o sistema start/stop, que desliga o motor até que se dê um toque no acelerador.

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Sunday, November 25, 2012

Honda Brio Amaze

Click here to see the high-res versionThe strategy of showing “teasers” few days before a car release is proving itself very successful for the automakers, when it comes to increase the media and public’s interest. The simple posting of a picture or a video on the Internet showing only a part of the about-to-arrive vehicle is enough to attract the world’s curiosity, no matter if it’s a super sports car or a low-cost hatchback. That’s what Honda used to attract the spotlights to their compact sedan, which will try to prosper in a very competitive market, at many countries.

In the past few years, the multi-category brands have understood that although the emergent markets’ car demands are very particular, these countries return their fulfillment with surprising sales, frequently comparable to what they get on their homelands with more expensive vehicles. Mazda already sells Mazda2, Mitsubishi created Mirage with big focus at the efficiency, Toyota released Etios, and now Honda follows this track with Brio. Their idea is to repeat their brands’ quality at construction, durability and technology, but with some concessions in order to offer the cheapest final price it’s possible. Competitive pricing really is a strong sales argument, but the average customer became each time more demanding, in all categories. In nowadays, the cheap cars have to keep low prices but without “seeming” it: they can’t have black bumpers and small wheels anymore, for example. Besides that, the interior needs to offer the biggest space it’s possible, and with big trim levels at the most expensive versions – those are the very particular demands that countries like Brazil, China and India present for their low-budget categories. But there’s one more aspect that these customers appreciate very much, and therefore makes a huge part of these cars’ success: the design.

Honda Brio AmazeIf the buyers want their car to resemble more sophisticated ones, they expect it to start this by the exterior. Some take advantage of their brands’ visual identity, such as the latest Fiat Palio and Chevrolet Onix (both created in Brazil), with good proportions and no external parts shared with other cars, avoiding drawing freedom losses. These came precisely from two of the best-selling brands in one of the most experienced country when it comes to small cars, which denotes all the expertise they have. And here lies the Japanese problem, which was those other brands’ issue decades ago: as these cars are their very first incursions among the low-cost category, they still don’t have experience with them. So their first idea is to adapt what’s already done with the more expensive ones, but the problem is that it doesn’t work as the first impression may think. The size differences make some elements look good in some cars but not in others, not to mention the customer kind each car will have – try to imagine Hyundai Equus with Mini Cooper’s round headlights or Peugeot 107 with the first Land Rover Discovery’s roof windows, for example. When it comes to Brio, the original hatchback wasn’t already the best design example to remember, but what makes the sedan worse is the wrong choice of the elements.

The front needs to be short but keeping good space for the engine, so it’s a little tall. But using a very small central air intake with big headlights and big lower intake with large blank spaces between than gives the overall impression that these parts are “lost”, visually disconnected. The very strong creases at the side give a dynamism sensation at bigger cars, but in this sedan seem only too heavy. And the back would really deserve credit for the sophistication idea of the chrome details, if it wasn’t for the very, very small size seen at the pictures. The intention of projecting a small-scaled Civic or Accord is good, but this result seems like a squeezed version of those – at the side photo, have you seen how the roof falls to the trunk? Entering the car, its central console’s can’t be described without using “weird”, but the big internal space is a pleasant fact, along with the sophistication given by the three-colored coating and items such as the multimedia sound system. This car’s sales will begin with Thailand, going later to India, Indonesia and Malaysia. When it comes to the performance, it’ll maintain Brio’s 1.2 16v, with i-VTEC valve command and 90 hp with manual or CVT transmission options, but a very nice feature is the Econ mode: as in many other Honda vehicles, activating it changes several driving parameters to reduce fuel consumption.

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Thursday, November 22, 2012

JAC Heyue A30

JAC Heyue A30The Japanese have already finished it, the Koreans are around halfway, and the Chinese are trying to start it. The last decades saw lots of Eastern automakers following what seems to be a “magical path”, that converts them from unknown, low-selling brands to worldwide hits. The simple concept of finding some way to stand out in the crowd, at any subject, is as easy to define as hard to accomplish: the car releases around the world are increasing so much that to the Chinese prosper in nowadays it’s almost a Herculean task.

If you haven’t lived in Japan, how old are your first memories of cars from Honda or Toyota? Those brands started to sell outside their side of the world only around the 1970s, focusing in United States and Europe to take advantage of the oil crisis: the North-Americans, specially, were forced to quit their “eight-cylinder engines and sixteen-feet length” in order to drive less-consuming cars. But the worldwide success came with the high-performance cars, starting in the 1980s. Cars like Honda NSX, Mazda RX-7, Mitsubishi Eclipse, Subaru Impreza and Toyota Supra dazzled the sports car enthusiasts with huge technology working to extract unimaginable power from small engines. The typical Eastern aggressive design also had big participation at spicing up those brands’ reputation, which until then came only from the urban efficiency of Civic, 323, Lancer, Legacy and Corolla, for example. After that, the 2000s were surprised with the Koreans, specially from Hyundai and Kia: Sonata and Soul presented a style boldness never seen at their showroom. Their technology was invested focusing at the sophistication, to gradually update the entire line using a very attractive visual identity outside and lots of technology inside, in order to make their cars step up among the public’s impression.

JAC Heyue A30In nowadays those Japanese brands already have a solid reputation of high quality and excellence in both performance and mechanical resistance, while the Koreans have already finished their first wave of new cars, and now invest at the maintenance of this excellent phase. Now the surprise comes from China, because the unbelievable market growth is stimulate the local brands to also take part of this, instead of letting the Europeans and North-Americans take their homeland’s customers. However, these automakers are still defeating the first part of the “magical path”: since they haven’t found their “thing” yet, they still have to follow what the other brands present. That’s why those cars always try to deliver high trim levels at low prices, for example. And that’s why there were so many cases of style imitation in the last years, from small “inspirations” to ridiculous copies. In nowadays, some of the Chinese cars have effectively evolved from that phase, specially regional projects such as the new VW Bora, although others insist on the wrong way. JAC now wants to participate among the most recent compact sedans, whose focus goes to much bigger internal space, cutting-edge technology and an attractive design.

This category is very successful in the emergent markets, but it will be hard to hide the fact that Heyue A30’s rear is very, very similar to Ford Fiesta’s. Design questions apart, though, there’s no denial that JAC’s new sedan is an up-to-date project. It features the most recent design trends and a size that gives it the showroom spot between Tongyue and Heyue’s sedan versions. There aren’t many official pictures of this car, but it’s already possible to see that it’ll compensate the bigger price with many equipments: the stylish interior uses two colors combined with items such as digital air-conditioner, touchscreen to the entertainment center and multifunctional steering wheel. This car will be sold with a 118-hp 1.5 which uses manual transmission with five speeds or a CVT one. Besides that, the big trunk is only one more reason to have big expectations of seeing A30 in other countries, such as Brazil and India.

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Friday, November 16, 2012

Mitsubishi Lancer GT 4WD

Mitsubishi Lancer GT AWDEste é um lançamento tão atípico para o nosso mercado quanto interessante. Se o Lancer Evolution compete entre os esportivos de alto desempenho mas com preço restritivo, alguns meses atrás a Mitsubishi trouxe as versões urbanas do modelo, que apresentam pacote excelente para brigar com os demais sedãs médios. Agora os japoneses se aventuram a estrear em mais um segmento típico daqui, mas em vez de trazer o mesmo que os demais sedãs médio-grandes, ele aposta nas diferenças que você lerá neste artigo.

Essa iniciativa se torna tão valorável por ser a resposta da marca às vendas do sedã, que embora não cheguem perto de afetar a liderança da categoria, mostram-se satisfatórias para um modelo que sofre com os impostos motivados por vir do Japão – é de se esperar que seus números melhorem se a produção nacional se confirmar. Não se pode negar que R$ 96.990 não são nenhuma bagatela, mas também é necessário lembrar que o Lancer GT AWD tem outro foco. Sua ideia é associar o enorme carisma do Evolution a uma versão bem mais em conta que o próprio, mas que preserva grande parte do conceito daquele. A tração integral vem associada ao câmbio automatizado CVT para conseguir uma dirigibilidade incomparável à dos concorrentes mais diretos, como Hyundai Sonata, Kia Optima ou VW Jetta Highline, cujas apostas neste quesito são restritas a motor e câmbio. O público-alvo deste Lancer é a parcela dos compradores de sedãs médio-grandes que valorizam luxo e requinte, mas não escondem o desejo de adicionar mais esportividade ao dirigir sem precisar de recordes de 0 a 100 ou velocidade máxima que na prática nunca vão tentar superar. Sem contar que o já mencionado carisma deste carro completa a exclusividade trazida pela presença comedida nas ruas: sua imagem torce muitos pescoços por onde passa, sem ser desvalorizada pela aparição massiva.

Mitsubishi Lancer GT AWD - Dia 16Contudo, quem pensar que este Lancer deixa os demais quesitos em segundo plano vai adorar saber que se enganou. Seu pacote de itens é fechado e completo, trazendo vários itens que em alguns rivais são vendidos como opcionais. Ou seja, ele conta com ar-condicionado automático, bancos de couro central multimídia com DVD, conexão Bluetooth, controles de tração e estabilidade, farois bixenônio com lavador, freios com ABS, EBD e BAS, navegação GPS em português, piloto automático, pedaleiras esportivas, retrovisor interno antiofuscante, rodas de 18”, sistema direcional AFS, sensor de chuva e crepuscular e sete airbags, entre outros. Tudo isso com o já famoso estilo Mitsubishi de cabine: as imagens mostram que este carro dispensa a sobriedade das cores claras e dos revestimentos em madeira em prol de um ambiente muito mais jovial, combinando a cor preta com os detalhes em prata com muito bom gosto. E se você ficou apreensivo com a parte do parágrafo anterior que menciona o desapego deste Lancer com recordes de desempenho, pode ficar tranquilo: os 160 cv gerados por seu 2.0 16v são mais que suficientes para tracionar as quatro rodas deste carro à velocidade máxima de 193 km/h, com 11s5 para atingir a primeira velocidade de três dígitos.

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Thursday, November 15, 2012

Renault Fluence 2013

Click here to see the high-res versionIt doesn‘t take to be a car fan to notice the many levels of changes that can be performed into a vehicle. Since minor trim levels updates to a whole new project, this “science“ consists of considering several different factors to find the best possible combination to apply at each case. Some can‘t manage to collect the prize even with big investments, but there are others who have corrected only what was needed and therefore enabled themselves to an increased-sales future. Fluence now has definitely made its way to the second group.

What makes this topic very interesting to analyze is the variety of good and (specially) bad examples. Face-lifts should be only a short-or-medium-term update to boost the car’s sales at the second half of its current generation’s lifecycle, but they can only accomplish that when well done. There are some neutral examples, such as 1989 Fiesta’s updates for 1995 and 1999 or the 2005 Hilux’s updates for 2008 and 2011. However, looking to Fiat Multipla’s good sales from 2004 to 2010 gives the second reason to its facelift, following nothing more than meeting the 1998 car. Similar situation was faced by the 1978 Citroën Visa, which had only to change that hideous front design into a more conventional one in 1981 to see the sales prosper. Unfortunately, some cars end up losing the style harmony among the various attempts of looking modern and attractive, like the first Chevrolet Aveo: from a really neutral debut in 2003, it became a much more elegant car in 2006 but fall into the idea of being more sporty and came to 2008 with a very exaggerated design – similar fate was given to the Mexican first Chevrolet Chevy, which went from the widely known Corsa’s design to a particular one in 2004, and to what must be GM’s biggest front air intake ever made to a city car, in 2009.

Renault Fluence 2013When it comes to Fluence, despite of this one being its first official facelift it’s a fact that this car has already had its share of restylings. The car came in 2009 first as Samsung SM3 in South Korea, being restyled a few months later to receive Renault’s badge a few months later – in fact, some other Eastern markets decided to only rebadge the Korean car. The next year received the European’s electric version, and there came another different design to what was now called Fluence Z.E.. And to follow this pattern, the first facelift will be actually two “and a half”: there will be a new SM3, the new Fluence seen in this article’s pictures, and Mexico’s SM3 rebadged as Fluence – how many cars do you know that had seven different designs around the world in less than four years? The sedan enters 2013 with Renault’s new design identity, whose flagship car is the fourth-generation Clio. But it’s impressive to observe how it took only a new front bumper to finish this car’s natural opulence. The air intake became much wider to connect both headlights and a much bigger brand logo, resulting in a much stronger personality: Fluence now takes attention also from the front angle. And if it wasn’t hard to get a better-looking lower part than the 1990s-inspired one used by its previous phase, the new one brings the sophistication of the LED daylights along with grilles that give this car the elegance it has always deserved.

And if the headlights were the only parts good enough to survive the restyling, it was easy to guess that the car didn’t change anything else but the wheels design: the sides and specially the rear were such well-designed that when it comes the time of bigger changes it’s better to show a whole new project rather than taking the risk of an unbalanced partial update. The interior received the Mégane family’s digital dashboard, front and rear parking sensors, electronic handbrake and the R-Link multimedia entertainment system: it brings Bluetooth connection, media player and GPS navigation through a big touchscreen on the top of the console. The car is expected to be start arriving at Turkey next January and then at the other 55 markets which sell it, and at first using a 16-valve 1.6 with 115 hp with Renault’s new CVT X-Tronic transmission. The new SM3 and the Mexican Fluence received similar internal updates, but Fluence Z.E. isn’t expected to change soon.

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Tuesday, November 13, 2012

Subaru Forester 4

Click here to see the high-res versionThis car’s discreet design doesn’t boast it, but this is the fourth generation of a true pioneer. Forester will debut its new shapes at the upcoming Los Angeles Motor Show, but the official information was first shown today. Analyzing this car becomes interesting when it’s noticed how Subaru has managed to follow many of the latest car trends at the same time they kept a lot of Forester’s original concept, first shown in 1997. Those connections and their most recent result are what you will read at this article.

All this pioneering comes from the fact that Forester was one of the first cars to express the crossover concept, which in nowadays is completely spreaded among the biggest automakers. Defining only one foundator of this car category is impossible specially because the idea of concentrating several proposals at one single car has been widely used by lots of vehicles worldwide, which even includes Volkswagen Kombi’s first years. Having this considered, it becomes easy to understand why the last decades had lots of cars trying to practice some sort of alchemy in order to find which pair of categories would be more successful to offer simultaneously. From Chevrolet Lumina APV’s futuristic attempt of creating a sports minivan to Pontiac Aztek’s inexplicably hideous interpretation of a family SUV, most of those cars unfortunately had much more inspiration than sales success. However, there were some particular vehicles starting to prosper among all those failures. Subaru Forester emerged at the same year of Volvo V70 Cross Country, with the very similar proposal of a halfway who can be observed as a tougher station wagon, with s traction and paintless external parts to withstand dirt and mud, or also as an urban jeep, with better internal space and much more comfort. After all, this one ended up being the golden goose everyone was looking for.

Subaru Forester 1Nevertheless, Forester had a more modest debut than the Swedish station wagon. Its first generation shared platform with the famous Impreza, but nothing of its iconism – in fact, it wasn’t hard to mistake it for Outback, another Subaru which is the station wagon of Legacy. But Forester started to earn great acceptance due to its conceptual differences when it comes to proportions: if Volvo had an upgraded station wagon, the Japanese offered a “domesticated SUV”. Besides that, offering good trim levels at good prices have also helped it to prosper at several markets, including United States. Gradually, this car created a great market performance and deserved not only a second generation, but also a third and the fourth one seen at these pictures. Forester started in a typical 1990s design, with well-separated volumes and plenty of straight creases. The second one was nothing more than an evolution of that, featuring updated lights and windows’ shapes, but the third one entered 2008 with a radical change. At that point the crossovers became a normal car category, with an increasing number of members around the world – Volvo even released two of them, XC90 and XC60. So the Japanese took the opportunity to only adapt their car to what the customers began to search.

Subaru Forester 2That initially mentioned outstanding part concerns about how even though Forester has became closer to a SUV than it was at 1997, Subaru managed to maintain what made it famous in the first place. Instead of following the “recipe” of giving it an attractive design and focusing only at the urban performance, the Japanese applied their latest design rules but keeping Forester’s discretion, resulting at a modern but still imponent style. Besides that, it has increased a little in every direction, achieving bigger internal space. The pictures also show that the car followed some current trends such as the panoramic sunroof and the entertainment system with a big touchscreen at the central console. This car’s sales will offer a boxer 2.5 with 170 hp and a 2.0 turbo with 250 hp, but in markets such as Europe there will be also a boxer diesel 2.0. The transmission options will be a six-speed manual and a CVT automatic for both markets, and the AWD traction has changed to improve the driving at different ground types. Besides that, the pictures show that Forester’s trim levels will bring visual differences, such as sport bumpers, spoilers and exclusive wheel sets. After all, as a typical crossover Forester needs to be up-to-date with the customers’ preferences, in order to attract now both station wagons, SUVs and another crossovers’ buyers, like it has done for the last fifteen years.

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Friday, November 2, 2012

Toyota Avalon 4

Click here to see the high-res versionAfter debuting its new generation at the last New York Auto Show, Avalon now receives its new price list. This means Toyota is about to start selling one of their most important vehicles of the latest times, considering the changes that were applied and the market category in which this car competes. While some competitors focus at their tradition, like Chevrolet Impala, this sedan wants to prove that it’s possible to please the wealthier families offering the luxury they’re used to have with a style that never had followed it before.

Avalon could achieve all that mentioned boldness without big limitations only because it was time to receive a whole new generation. This comes from the fact that even though the brand decides do change their style rules at some time, those updates will always take some time to be effectively seen. They can start them by releasing one new model as a symbol of what to expect from the next years, but there’s always the fact that a big automaker’s cars are always each one at a particular moment of its lifecycle. This means that some already need a new project, but others can have only a half-life face-lift and others don’t even need to change at all, and all those conditions need to be respected not only to avoid the financial losses from making big investments without the previous ones being satisfactorily recovered, but also to avoid a massive customer complaint, since they would see their cars becoming outdated in much less time than what’s expected. That’s the reason why the North-American Toyota’s showroom (to restrict this text to the market where Avalon is sold) has received Camry’s current generation one year ago while the Prius family (started in 2010) will remain unchanged for some years and Corolla will receive its new generation soon, since the current one arrived in 2009.

Toyota AvalonIn fact, the biggest Toyota sedan of that market was so acclaimed that it was said it’ll be the visual inspiration for the next Corolla, planned to be revealed in 2013. This approval starts with the stylish exterior, composed of modern lines who follow Toyota’s nice idea of applying the most recent trends in car design without forgetting the typical Japanese cars’ ones. This explains why Avalon brings European ideas such as a much shorter third volume to remind the coupe rear (like Mercedes-Benz does with CLS) but also the design of the lights and air intakes, with visually aggressive cuts like most of the Eastern cars of the past few years. This “recipe” is common among the latest Honda, Hyundai, Kia or Mitsubishi cars, for example, but usually at compacts, crossover or sports cars because those categories tend to attract young customers, and because of that focus at emotional appeals. However, a family sedan, specially at the US, deals with the strong traditions built around them. Their main public are older couples, who twenty years ago used to drive Chevrolet Impala, Chrysler Concorde and Ford Taurus, therefore used to much more classical cars.

As its compatriot Honda Accord, Avalon’s previous generations actually followed those rules because of the Japanese automakers’ decision of starting North America’s operations with more neutral cars in order to achieve better sales at that first time. Today they all are much more than popular around there, but if the eighth Accord still offers a classical style, Toyota’s sedan seems to want to revolutionize this category. Sharing platform with its “richer cousin” Lexus ES, it not only has a sophisticated construction as brings lots of comfort and technology items: the interior’s wooden details come with three-zone air-conditioner, heated leather seats, GPS navigation, sunroof and the multimedia system with a 7” touchscreen at the central console. The basic Avalon had a 6,6% price reduction from the previous generation and now starts at US$ 30.990. Its trim levels will be XLE, XLE Premium, XLE Touring and Limited, but the engine options will be the V6 3.5 with 268 hp with automatic six-speed transmission and the hybrid one, an Atkinson 2.5 along with the electric engine and a 244 volt battery, to achieve the final 200 hp using a CVT transmission. With the last option and the most expensive trim level, Avalon reaches US$ 41.400.

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Wednesday, October 31, 2012

Audi A4 Attraction

Audi A4 AttractionSe o primeiro golpe foi a decisão oficial da BMW em construir sua primeira fábrica no Brasil, a apresentação da linha Mercedes-Benz Classe C em uma versão mais barata foi o divisor de águas: a defesa da Audi começa a vir com esta nova versão da nova geração do A4, que por sua vez chegou ao país no último mês de maio. Ela se encaixa na mesma estratégia renovada dos fabricantes de luxo para o Brasil que se comenta no texto do C180 Sport, e portanto significa que a Audi também está mirando em novos tipos de clientes.

Vender versões caras demais resulta em almejar um público muito restrito, que pode trazer margens de lucro elevadas mas não apresenta quantidade suficiente para que o tal país justifique a manutenção de operações estáveis da marca de carros. Fabricantes como o famoso trio alemão vêm contornando esse problema oferecendo versões de seus carros mais famosos cujos pacotes cumprem com o ideal comentado no texto do C180 já mencionado. Essa receita sempre é iniciada pela oferta de um farto pacote de itens embalado pelo estilo em plena sintonia com o que se vende no exterior, mas no caso do A4 também implica em preservar o altíssimo nível de desempenho e dirigibilidade que faz a fama dos modelos mais caros do Grupo VW. Ou seja, a Audi manteve a elegância ao não expor diferenças significativas entre os níveis de acabamento de seus modelos: salvo pelas rodas ou acessórios extras aqui e ali, é impossível descobrir a versão de um A4 numa primeira observação, e menos ainda se ele estiver em movimento. Mesmo deixando de lado a elegância das linhas fortes e recortadas que caracterizam o exterior dos Audi recentes para entrar na cabine, não se percebem ausências de itens com facilidade.

Isso não se repara fácil pelo fato de que o A4 Attraction vem mesmo bem-equipado: sempre de série, ele traz airbags laterais e de cortina, ar-condicionado automático, bancos em couro ecológico com ajustes elétricos para o motorista, conexão Bluetooth, controle de estabilidade, luzes diurnas e lanternas em LEDs, rodas de liga leve aro 17”, sistema de som multimídia Symphony e volante esportivo multifuncional em couro, entre outros. Esse pacote se parece demais ao dos principais sedãs grandes, do nível de Ford Fusion, Hyundai Azera, Kia Optima e Peugeot 508, e isso não é nenhum tipo de coincidência: a nova versão do A4 busca roubar clientes destes modelos com o preço de R$ 118.900, mas nem por isso esquece o desempenho: a tal preocupação com a dirigibilidade se vê atendida usando o 2.0 TFSI na versão de 180 cv de potência e 32 kgfm de torque, aliado ao câmbio Multitronic CVT de oito marchas. Tudo isso lhe permite acelerar de 0 a 100 km/h em 8s2 e chegar à velocidade máxima de 226 km/h, não só ficando na média dos rivais como virando uma interessante alternativa a quem não levava a versão seguinte do A4 somente pela questão do preço: claro, o Ambiente traz 31 cv a mais e a famosa transmissão automatizada S-Tronic de sete marchas, mas quem não se sente seduzido pelos quase R$ 30 mil a menos cobrados pelo Attraction?

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Saturday, October 27, 2012

Honda Fit Twist

Clique aqui para ver em alta resoluçãoConciliar estratégias corporativas com as diferenças de preferências de cada mercado é um dos maiores desafios que as grandes marcas de carros enfrentam nos dias de hoje. As frequentes análises do comportamento de vendas que essa tarefa requer podem demandar investimentos significativos, mas quando realizados de forma correta quase sempre trazem vendas satisfatórias. A Honda faz sua aposta nessa estratégia ao apresentar no Salão do Automóvel seu primeiro modelo desenvolvido exclusivamente para o Brasil.

Muito já se falou sobre a impressionante ascensão dos aventureiros urbanos em nosso mercado. Essa tendência ganha destaque porque sua difusão se fez tanto como versões de modelos já existentes como motivando a chegada de carros totalmente novos, compondo um extenso clube com membros de Fiat Mille Way a Ford EcoSport. A receita inicial era partir de um carro urbano e dotá-lo de um leve potencial off-road, composto por suspensão elevada, apliques plásticos pelo exterior e peças como farois de longa distância, estribos laterais ou mesmo estepe preso na tampa traseira, para obter um ar de SUV sem se afastar dos custos reduzidos dos carros de rua. Mas o passar dos anos viu a preferência dos clientes rumar ainda mais apenas para o lado do design, que sempre foi um item muito bem tratado pelos membros deste grupo. A nova versão do Fit vem justamente reforçar essa nova leva de pseudo-aventureiros, que evitam investir em alterações mecânicas porque julgam que sua clientela busca apenas o estilo diferenciado das versões urbanas. Ela também permite ao pequeno Honda competir diretamente com Nissan Livina X-Gear e Fiat Idea Adventure, ainda que somente a primeira compartilhe o nível superficial das alterações – a minivan italiana incorpora aquelas peças extras já mencionadas e até o opcional do diferencial autoblocante.

Honda Fit TwistAssim sendo, a versão do Fit que compartilha nome com a dança eternizada por Chubby Checker nos anos 1960 deixa de lado qualquer intenção de se enveredar pelas trilhas mais acidentadas em prol do seu padrão de dirigibilidade, que segundo a marca veria efeitos negativos ao usar pneus de uso misto ou suspensão mais alta. Em vez disso ele apostou em acessórios de muito bom gosto, como o estreito aplique de plástico que circunda a borda inferior do carro, lanternas cromadas, farois com máscara negra, rack de teto, belas rodas de liga leve de 16” e parachoques exclusivos: ambos garanham um protetor preto na parte inferior, que carrega os farois de milha na frente e os refletores de segurança atrás. Ainda não se sabem maiores informações sobre o interior do veículo, mas não se esperam mudanças profundas demais. O Fit Twist usará o já conhecido 1.5 16v, que gera potência de 116 cv e torque de 14,8 kgfm com etanol. Ele custará R$ 57.900 com câmbio manual e R$ 60.900 com automatizado CVT. Como o modelo foi lançado oficialmente no Salão do Automóvel, suas vendas devem começar em breve.

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Monday, August 20, 2012

Toyota Auris

Clique aqui para ver em alta resoluçãoVinte dias separam hoje do começo das vendas do hatchback médio cuja versão japonesa acaba de ter as primeiras informações oficiais reveladas. A Toyota promoveu uma completa reformulação em seu modelo para enfrentar melhor a dura concorrência que se começou a formar, com as recentes gerações de Hyundai i30 e Volkswagen Golf. O Auris busca combatê-los com o melhor da escola japonesa tanto em estilo como em requinte ou na parte técnica, além de valorizar bastante tanto a esportividade como a eficiência.

Seu desenho reflete o estilo já típico dos modelos orientais, caracterizado por uma profusão de recortes e vincos para formar os elementos da carroceria. As imagens permitem concluir que suas proporções foram bem-calculadas, sem grandes áreas vazias ou excessos de traços. Porém, ele não escapa da sensação de que essa linguagem visual já está cansativa de ver. A dianteira tem seus toques de originalidade ao não combinar as grades superior e inferior, mas as laterais com linha de cintura elevada e dois vincos fortes ou a traseira com vidro estreito já são tão usados nos carros mais recentes que acabam ficando repetitivos demais. Somente na traseira, por exemplo, o caimento bem leve do teto e a vigia traseira em forma de triângulo lembram o novo Nissan Tiida, ao passo que o desenho mais abaulado na área do parachoque é a cara da solução usada no Peugeot 308. Nesse ponto, vale admitir que a receita usada pelo Golf, por exemplo, consegue lhe manter original, porque sua ideia de modernizar a receita da primeira geração sucessivas vezes acaba por lhe deixar diferente dos concorrentes.

Toyota AurisUm aspecto importante é que os japoneses não hesitam em investir na modernidade de seus projetos. O novo Auris ficou 3 cm mais comprido, manteve a largura e ficou mais leve, passando a 1.180 kg. Sua cabine oferece opções de revestimento para todos os gostos, mesclando os detalhes prateados à cor preta para os que querem um toque jovial e moderno, ou à cor bege para dar um toque de sobriedade. O console central não oferece muitos destaques, trazendo um desenho mais horizontal – uma ausência lamentável está no sistema de som, que não conta com um item que já virou muito comum nos carros mais modernos: touchscreen. É de se esperar que este carro tenha amplo espaço interno para quatro pessoas, mas também levando um quinto ocupante sem aperto. Um ponto bom do já comentado desenho da traseira é que ela permite a boa capacidade de 360 litros para o porta-malas. Em breve serão reveladas novas informações, mas quanto à motorização já se sabe que ele virá com o 1.5 16v de 108 cv e o 1.8 16v de 143 cv, ambos usando câmbio automatizado CVT.

Toyota Auris RS e HybridFalando em motores, a opção mais potente apresenta um destaque desta nova geração. O novo Auris ganha a versão RS, que expressa toda a sua esportividade com poucas diferenciações no visual mas muitas na parte interna: a cabine ganhou os bancos em revestimento exclusivo, numa combinação de bordô e preto de muito bom gosto. Além disso, se o seu motor é o mesmo das versões comuns, ele compensa com a exclusiva suspensão traseira do tipo multilink e um acerto mais apurado de dirigibilidade. Futuramente ele também terá uma versão híbrida, cujas informações até agora se resumem apenas às fotos – seu interior troca as luzes verdes por azuis e adota cores mais conservadoras para os bancos e painel. O Auris também ganhará os mercados da Europa no máximo no ano que vem, ganhando para isso produção também na planta de Burnaston, na Grã-Bretanha.

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Sunday, July 29, 2012

Nissan Pathfinder

Clique aqui para ver em alta resoluçãoQuem viveu de perto a reabertura das importações no Brasil certamente lembra de todo o furor que causou a chegada de tantos modelos de várias partes do mundo e de uma só vez. E alguns lembrarão que um dos expoentes dessa época foi a primeira geração da Pathfinder. Sua combinação de aptidão para o off-road, cabine luxuosa e estilo imponente lhe deram sucesso tão grande que não só tornou conhecida a marca que até então fazia sua estreia no país, como ajudou a difundir o conceito de SUV entre nós.

Ao longo destas mais de duas décadas, o modelo trocou de gerações e ficou cada vez mais moderno, mas nunca se desligou das diretrizes que motivaram o êxito da pioneira: o legítimo conceito de utilitário esportivo, em que o requinte e o conforto dos passageiros são um item importante, mas sem tirar a prioridade da robustez de construção herdada dos jipes. Ou seja, segue o caminho inverso ao dos crossovers, que por sua vez são carros urbanos mas que investem em um visual mais lameiro. Porém, a questão é que o surpreendente sucesso que estes últimos vêm conseguindo em todas as partes do mundo não podia passar despercebida pela Nissan. A preferência está ficando cada vez mais forte em favor dos crossovers porque a maioria dos clientes realmente não usa itens como marcha reduzida ou tração 4x4 na maior parte do tempo, de forma que os SUVs legítimos estão mais restritos ao público mais purista. O Pathfinder, então, não poderia negligenciar essa tendência. É interessante notar que ele não virou um crossover, mas seu novo visual tampouco lembra as gerações anteriores em nada.

Nissan Pathfinder 1Sua quarta geração parece querer honrar o nome mais do que nunca. Ela surpreende por como o desenho traz vários elementos característicos dos Nissan mesmo levando em conta que essa marca se tornou conhecida ultimamente por contrariar a tendência de uma só linguagem de estilo para todos os modelos. Ou seja, temos formas musculosas que lhe deixam diferente dos concorrentes e paralamas abaulados que fazem referência a modelos menores como o irmão Juke. Mas ao mesmo tempo ele lembra os sedãs da marca, porque a dianteira alia farois grandes à grade trapezoidal que tanto caracteriza os novos Altima e Sylphy e mesmo o nosso Versa. O mérito vem pelo bom gosto na aplicação desse elemento: em vez de deixar a grade separada dos farois por uma faixa de carroceria em cada lado, conseguiu-se um visual menos carregado que no sedã compacto e ao mesmo tempo mais robusto, porque a moldura da grade do SUV é bem mais espessa – vale notar que suas laterais deram aos farois um efeito de tamanho “extra”, parecido com o recurso usado pelo Fiat Freemont.

Nissan Pathfinder 2Como era de se esperar, a cabine leva sete pesoas com muito conforto. Esse carro chega à versão de produção quase sem nenhuma mudança em relação ao primeiro conceito que se apresentou algum tempo atrás. É a primeira vez que ele deixa de lado a plataforma da picape Frontier, passando a usar a que será compartilhada por um modelo da Infiniti. Esta é a divisão de luxo da Nissan, de forma que a tal plataforma permite mais espaço e sofisticação. Ela mistura revestimentos em cores claras com detalhes de madeira, formando um ambiente aconchegante que faz um bonito contraste com itens modernos como a touchscreen do console central. Cogita-se o uso do motor 3.5 V6 com o câmbio automatizado CVT, que segundo a marca passou por melhorias capazes de deixar o carro 25% mais econômico. As previões de vendas são de começar a operar nos Estados Unidos no último trimestre deste ano.

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Wednesday, July 25, 2012

Nissan Sylphy

Clique para ver em alta resoluçãoConhecido por sua absurda variedade de opções de carro e pela ainda mais incompreensível aceitação que quase todos eles conseguem receber, o mercado chinês agora vê um sedã até então exclusivo de lá ganhar nova geração projetada para ser global. O Sylphy acaba de ter suas vendas iniciadas ali, mas sua marca espera que a China seja apenas o primeiro de muitos mercados a lhe receber bem. Este carro ganha importância para nós justamente porque já se sabe que um desses tantos mercados vai ser o nosso.

Naquele mercado este carro será apenas a nova geração do Sylphy, um sedã que na geração anterior teve as vendas ancoradas por um desenho de gosto duvidoso. Agora ele passa a incorporar as mais recentes tendências de estilo que a Nissan vem instaurando em seus sedãs, o que lhe permite apresentar-se como uma perfeita opção entre o pequeno Versa e o mais luxuoso Altima. É isso mesmo: como agora ele é global, significa que esta é a próxima geração do que nós conhecemos como Sentra. Os traços familiares se mostram desde a dianteira, com farois recortados segundo o clássico estilo japonês e que ladeiam uma grade trapezoidal. As laterais destacam um vinco forte mas curioso, porque começa acima dos paralamas mas depois destes segue reto numa altura menor – a intenção deve ter sido de fugir da moda das linhas elevadas demais ali. Essa mesma linha, quando vista de trás, termina por ligar os farois às lanternas, estas sim de desenho bem inspirado. É interessante como o Versa influenciou o desenho dos dois irmãos maiores: o Sylphy também passa a sensação de separar visualmente as janelas do resto do carro, ainda que a sua traseira tenha se livrado da aparência caída que macula o desenho daquele.

Nissan SylphyA China consegue ser pior que o Brasil na prática de vender em paralelo duas gerações de um mesmo carro, mas é de se esperar que para nós o Sentra antigo saia de linha com a chegada do novo. Os planos são de recebermos este carro em 2013, formando uma lista de 140 países nos quais a marca pretende oferecê-lo. Trata-se de um projeto bem mais elegante que o Sentra atual, especialmente no interior: a cabine do Sylphy mostra que sabe agradar seu público apostando nos materiais em dois tons combinados a detalhe em madeira, tudo para causar uma impressão de requinte mais sóbrio, que visa agradar aos clientes mais conservadores. O lado bom é que nada disso lhe impede de dedicar atenção à tecnologia: as fotos indicam lanternas em LED e que ele pode trazer ar-condicionado digital e partida feita por botão, além do acabamento interno em couro. Na China, sua versão básica usará um 1.6 (começa em 119.000 RMB) e a completa um 1.8, ambos com câmbio manual ou CVT, mas é de se esperar que aqui ele mantenha o 2.0 atual por questões de imagem. Aliás, essa imagem tem altas chances de ter sua primeira exposição a nós com o Salão do Automóvel.

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Saturday, June 30, 2012

Audi A5 Sportback

A5090036Mais uma novidade chega ao Brasil para o já extenso mercado de alto nível que nós temos. Aliás, é justamente essa variedade exacerbada de carros de luxo ao redor do mundo que motiva a constante busca por novos nichos em tamanho e estilo que possam agradar aos clientes que não se sentem satisfeitos com a ampla linha de sedãs e peruas oferecida por marcas como Mercedes-Benz, BMW e Audi. Esta última é a que agora traz ao Brasil a carroceria de quatro portas do seu famoso A5, em duas versões de acabamento.

Nicho de mercado é a expressão dada ao público-alvo que uma marca julga existir mas que até então não se encontra plenamente atendido com os modelos de sua linha. Essa visão de oportunidade pode parecer fútil num primeiro olhar, mas na verdade foi o que motivou categorias de carro que hoje em dia são indispensáveis – as minivans, por exemplo, surgiram nos anos 1980 dessa forma, ao passo que os crossovers vieram em forma parecida mas nos anos 2000. O caso do Sportback se torna curioso porque é um “nicho de nicho”. Afinal, já na década passada a Mercedes-Benz fez fama com o CLS, que na época revolucionava por aliar a esportividade do caimento de traseira dos cupês ao lado familiar trazido pelo uso das quatro portas. Suas vendas motivaram a chegada do Audi A7 e chegaram até às marcas de prestígio menor, caso do VW Passat CC. O problema era que até então todos eram derivados da gama mais alta de cada marca, e isso explica que A5 Sportback surja justamente como uma opção de mesma proposta do irmão maior, mas com custos menores.

Audi A5 SportbackA expressão “custos” se encaixa melhor nesta situação porque ela é mais abrangente do que “preços”. Isso vem do fato de que além de o A5 custa menos, o modelo brasileiro vem apenas com o motor 2.0 TFSI, que se vale de um extenso pacote de tecnologias para obter desempenho similar ao dos V6 e V8 que se usariam neste modelo dez anos atrás, mas com consumo e emissões muito menores. Este cupê chega ao país nas versões Ambiente e Ambition, cujos preços partem de R$ 163.900 e R$ 197.700, na ordem. O motor é o mesmo, mas na primeira versão rende 180 cv e usa câmbio CVT Multitronic de oito marchas com rodas aro 17” e pneus 225/50 R17, pacote suficiente para levá-lo de 0 a 100 km/h em 8s6 e chegar aos 222 km/h. Já a versão mais cara extrai 211 cv, traz rodas aro 18” e pneus 245/40 R18 e usa o câmbio automatizado S-tronic, de dupla embreagem e sete marchas para chegar aos números respectivos de 6s6 e 241 km/h. Como era de se esperar, sua lista de itens enche os olhos com exemplos do naipe de farois bixenônio, teto solar elétrico, freios regenerativos e alerta de colisão. Ele vem com quinze opções de cor externa.

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Thursday, May 3, 2012

Audi A4 8

Audi A4Chega ao país a oitava geração de um dos sedãs mais famosos da Alemanha. Ela faz parte da renovação do segmento de entrada das marcas premium, que inclui concorrentes de menos renome como VW Passat, rivais orientais como Toyota Camry e revelações como o novo Volvo S60, sem contar com conterrâneos como BMW Série 3, cuja nova geração chegará em breve. É um setor de alto prestígio, e que no Brasil vem tendo números de vendas cada vez mais expressivos.

Basta uma olhada mais atenta aos showrooms de cada marca e se percebe a atual tendência de criar uma identidade de estilo própria. Grade grande e bipartida na Chevrolet, linhas fluidas e opulentas na Hyundai, farois e grade formando um só elemento na VW, e grade dianteira em peça única na Audi, formando o maior destaque desse setor. As laterais são mais sóbrias, mas costumam trazer linha de cintura elevada e dois vincos pronunciados, dando ideia de movimento. E a traseira se faz com o par de vistosas lanternas horizontais em LEDs. O grande problema é que os alemães parecem não saber quando parar.

Audi A4Os VW ficaram parecidos a ponto de se poder confundir Jetta com Fox quando vistos de frente. E isso para não comentar do volante multifuncional, que surgiu no Passat CC mas hoje em dia se pode encontrar até no Gol. Caso parecido se repete com A4, A6, A8 e etc. Eles seguem tendências modernas e têm bom estilo, isso é fato. Mas eles perdem muitos pontos porque usam exatamente os mesmos elementos, apenas retrabalhados para condizer com o tamanho de cada carro. Resulta numa gama de produtos de altíssima qualidade, mas que não chamam atenção como cinco anos atrás, porque são parecidos demais.

No entanto, ao fazer o esforço de colocar este assunto de lado vemos surgir um carro excelente. Os farois usam os LEDs em nova tecnologia para conseguir efeito visual diferente. Por dentro temos a típica profusão de couro, cromados e tecnologia, mas a situação ainda vai melhorar. É que em julho chegará a versão de topo, Ambition. A que veio agora é a Ambiente, e por R$ 149.700 traz teto solar, bancos dianteiros elétricos, direção elétrica e controle de estabilidade, entre outros itens. Seu motor 2.0 conta com turbo e injeção direta para alcançar 180 cv e torque de 32,6 kgfm, suficientes para levá-lo de 0 a 100 km/h em 8s2 e à máxima de 226 km/h. O câmbio é o Multitronic, do tipo CVT.

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Saturday, April 21, 2012

Honda City 2013

Honda CityInspirado na minivan Fit, o sedã premium da marca japonesa traz um leve face-lift para a nova linha. São as mudanças que estrearam na Tailândia há algum tempo, que visam apenas dar um sopro de renovação ao modelo que já vende no país há três anos mas continua apresentando conjunto moderno, digno de enfrentar os concorrentes em pé de igualdade. Se o estilo não revolucionou em nada, as mudanças mais interessantes ficaram em outros aspectos.

Honda CityOlhares mais atentos na dianteira vão identificar as maiores entradas de ar no parachoque do City, que dão um ar esportivo enquanto o requinte se faz com a vistosa grade ganhar acabamento cromado. As laterais trocaram de rodas, enquanto a traseira trocou de parachoque de lanternas – estas mantêm o formato mas trazem nova disposição de luzes. São duas faixas brancas que ajudam a reforçar a impressão de mudanças. Na cabine temos novo quadro de instrumentos, que abandonou a iluminação laranja em favor da cor azul.

Na parte mecânica se conserva o 1.5 16v de 116 cv, mas assim como no Fit o tanque aumentou para 47 litros. As maiores mudanças se encontram na gama de versões: começam pela DX vindo apenas com câmbio manual por R$ 53.620 e pela saída da LXL. A LX traz de série freios ABS com EBD, novas rodas de 15” e sensor de estacionamento por R$ 58.990 (mais R$ 3.200 com automático). Já a de topo EX (R$ 66.855) ganhou de série bancos de couro, novas rodas de 16” e borboletas para troca de marcha quando com câmbio automático – a versão manual agora só se vende sob demanda.

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Monday, March 26, 2012

Nissan Sentra Black Mask

Nissan SentraDepois da inclusão de rodas de liga leve de série para o Tiida Sedan totalizando R$ 45.900, a linha 2013 chega ao irmão maior Sentra. Black Mask é um pacote de farois e lanternas escurecidas que ele recebe para as versões S e SL por R$ 200. O carro ainda ganhou a interface Bluetooth (R$ 500 com as máscaras) para o sistema de som, que permite usar o celular com o volante multifuncional. São melhorias num pacote de série já bem generoso, e que não aumentou de preço.

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Saturday, December 24, 2011

Jeep Compass

CompassNosso mercado de carros está se abrindo cada vez mais a novas categorias. Se há vinte anos só existiam as básicas, com o tempo o resto do mundo diversificou seus produtos para vender mais, e bastou começar a trazê-los para cá que os pioneiros formaram nichos de mercado, e depois chegaram a formar outros segmentos. É o caso dos SUVs ao redor dos R$ 100 mil, faixa que a Chrysler pretende ocupar ao trazer o compacto Compass, recentemente re-estilizado nos EUA e com início de vendas previsto para fevereiro.

Seu estilo é típico Jeep, desde a grade própria até o próprio desenho do modelo, que oferece linhas retas e com aparência de volume para indicar imponência e robustez, mas sem deixar de lado que os tempos mais modernos pedem acessórios que denotem certa esportividade, como as belas rodas de cinco raios que traz. O interior apresenta estilo condizente, com pacote de equipamentos que tem tudo para fazer bela concorrência a modelos como Chevrolet Captiva, Kia Sportage, Hyundai ix35, Mitubishi ASX, Peugeot 3008, Honda CR-V e Toyota RAV-4. Tantos rivais indicam como esse estilo de carros já se popularizou no país.

Jeep CompassPor outro lado, também é possível indagar o possível canibalismo de vendas que se pode produzir em relação ao Dodge Journey, e consequentemente ao Fiat Freemont. No entanto, essa questão não deve causar muitas preocupações porque o Freemont atua numa faixa de preço menor, enquanto o Journey se vale do seu excelente conjunto mecânico de 280 cv, ante o 2.0 de 156 cv do Compass, acompanhado de câmbio CVT. Sua tração será apenas 4x2 dianteira, e segundo a marca seu preço partirá abaixo dos 100 mil reais.

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Saturday, October 22, 2011

Mitsubishi Lancer

LancerExistem carros cujo nome com o tempo se associaram a outros, e fizeram sucesso de tal forma que parece impossível separá-los outra vez. É o caso da marca Land Rover: ficou tão famosa pela qualidade de seus jipes que nem faz lembrar a que lhe deu origem, Rover. E também o do sedã que acaba de chegar ao Brasil – cadê o Ralliart ou o Evolution? Neste caso podemos dizer com orgulho que deu lugar a um médio com potencial de se dar muito bem na categoria.

Mitsubishi LancerAo perder os adereços aerodinâmicos e os detalhes de tuning, não se pode negar que o Lancer “civil” ficou mais discreto. Mas o resultado impressiona porque ele só perdeu os excessos: ainda estão lá a imponente grade Jetfighter, os farois e lanternas incrustados na carroceria dando um toque de Alfa Romeo 156, e as laterais com linha de cintura alta, para terminar de compor um desenho atual e esportivo que vai formar um belíssimo contraste com a sobriedade de um VW Jetta, passando pelo meio-termo chamado Chevrolet Cruze.

Como já se percebe nas fotos, sua cabine faz jus ao exterior oferecendo interior em preto: troca aquela sensação de espaço amplo por um ambiente futurista e esportivo. O lado familiar se faz presente na garantia de três anos e no porta-malas de 413 litros com dobradiças pantográficas (não roubam espaço ao fechar a tampa), mas a lista de equipamentos agrada ainda mais: computador de bordo, trio elétrico, alarme, freios com ABS, EBD e BAS, nove airbags e piloto automático. Sem contar nas belíssimas rodas de 18 polegadas, também presentes desde a versão básica.

A outra versão se chama GT e acrescenta tela LCD no console central, sistema de som multimídia com GPS e DVD e bancos de couro. E como opcionais temos farois de xenônio, retrovisor interno eletrocrômico e o sistema AFS, que acende um farol de milha ao fazer uma curva. Eles chegam com o moderno 2.0 16v de 160 cv e torque de 20 kgfm, com câmbio manual de cinco marchas ou CVT de seis, com opção de trocas por borboletas. Pacote tentador? Pois saiba que o GT completíssimo não passa de R$ 90 mil, e o básico manual começa em meros R$ 67.990.

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Monday, September 26, 2011

Nissan Sentra SR

Nissan Sentra SR“Nós também temos um sedã médio!”, “Não vá ainda para Civic, Corolla ou Focus!”, “Nós já temos fábrica no Brasil e tudo, por que só as nossas vendas ainda são tão ruins?”… Esses devem ser os clamores silenciosos da Nissan que motivaram o lançamento de mais uma série especial do Sentra. Dessa vez limitada a 800 unidades, seu preço varia entre R$ 57.490 e R$ 62.790.

Também lançada em México, Estados Unidos e Canadá, a série aposta numa roupagem esportiva para o mesmo sedã de sempre, de projeto moderno, motores eficientes e ótima cabine mas desenho que simplesmente não chama atenção. As alterações do exterior são saias laterais, spoiler traseiro com brake-light em LEDs, parachoque traseiro esportivo e farois e lanternas fumê, sempre podendo vir nas cores preto ou prata.

O Sentra SR só tem um opção de motor, mas é um 2.0 16v bem moderno: conta com bloco de alumínio e comando de válvulas variável para gerar 143 cv tanto com álcool como com gasolina. Já o câmbio pode ser manual de seis marchas ou CVT. Seu pacote de itens de série traz ar-condicionado, sistema de som multimídia, airbag duplo, freios com ABS e EBD, vidros elétricos e volante revestido em couro.

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Saturday, September 10, 2011

Nissan Sentra Unique

Unique1Aposto que você não lembrava que a Nissan tem um sedã médio à venda aqui. Esta marca teve a impressionante capacidade de oferecer modelos neutros ao extremo: até hoje sua linha não consegue chamar atenção no mercado, não consegue ser objeto de desejo por desempenho, preço, estilo… Nada. Isso deve explicar a campanha dos “pôneis malditos”, que alavancou as vendas da marca às custas de um gosto asqueroso em publicidade.

Nissan Sentra UniqueFelizmente a Nissan se valeu do requinte ao dar o atual passo rumo à competitividade: o Sentra ganha a série especial Unique, limitada em 300 unidades com preço de R$ 69.990 cada. Seu exterior consegue imponência com a cor preta (única opção), ponteira de escape cromada e farois e lanternas escurecidas, que combinam com as rodas exclusivas aro 16”. Seu motor é o 2.0 16v flex de sempre, que gera 143 cv e 20,3 kgfm de torque, movido pelo câmbio CVT.

O destaque do modelo é realmente o interior, que ostenta revestimento em tons claros exclusivos, com bancos e paineis de porta em couro bege, detalhes do painel em cinza e tapetes em marrom com o logo da série. E como a série parte da versão de topo SL, o pacote de itens é bem generoso: temos airbags laterais e de cortina, sistema de som multimídia com tela de 4,3” no console central, sistema keyless de entrar e ligar o motor, teto solar e câmera de ré, entre outros.

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